Os nossos queridos fundamentalistas

Esta imagem de um artista iraniano que assinala o assassinato em massa dos comunistas iraninanos e militantes de partidos de esquerda perpretados pelos fantásticos fundamentalistas islâmicos. Malta progressista, portanto. No Persepolis há uma passagem que certamente merecerá este apoio a estes geniais combatentes da liberdade: prendem uma família comunista, torturam e violam a miúda de 16 anos, mas como os preceitos islâmicos são rigorosos em matéria de moralidade, “casam” antes com ela. Depois enforcam-na. Estou mortinho para engrossar a manif da Rubra para ir cantar loas ao fundamentalismo islâmico.

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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