A vinda da NATO a Lisboa não pode ser um passeio surdo. Vamos mostrar aos legionários que apesar de isto ainda ser um Ballet Rose, eles não vão poder saborear o deboche.
16 Responses to A vinda da NATO a Lisboa não pode ser um passeio surdo. Vamos mostrar aos legionários que apesar de isto ainda ser um Ballet Rose, eles não vão poder saborear o deboche.
os trogloditas contabilistas de mortos não devem merecer resposta. Vigarizam-se a eles próprios. Contam sempre o lado falso do “deve” e nunca o lado honesto do “haver” por exemplo, o meio milhão de comunistas indonésios no golpe apoiado pelo Kissinger em 1965: “the slaughter of between 500,000 and 1 million people, many of them targeted because of their affiliation with the PKI, Indonesia’s Communist party” http://www.historycommons.org/context.jsp?item=indonesia_622#indonesia_622
se aqui há dados fiáveis, as vítimas podem ter chegado a 1 milhão!, já no caso que o bronco Lino não é expectável que faça a minima ideia do que está a falar – qual é o historiador e a manipulação em que se apoia para debitar esses dados sobre a ex-URSS?
Alan Bullock, o autor de “Hitler&Stalin, começa a contabilidade logo desde o principio da 1ªGGuerra e situa o número total de vitimas nos campos de trabalho em 38 milhões
Robert Conquest concluiu 75 milhões!
Richard Overy, o mais honesto, averiguou 3 milhões e 800 mil,
Qualquer destes tipos é judeu “vitima do holocausto” e contratado pelo sistema para “estudar” o assunto. E que tal divulgar dados de fontes independentes?
O historiador russo Roy Medvedev estima o número em 12 a 13 milhões (entre a guerra civil 1921- e grande guerra patriótica 1945)
Em 1951, o ano de maior número de detenções havia 1,9 milhões de presos nas cadeias manipuladoramente conhecidas por “gulags”, dos quais foram executados por crimes comuns 776.064 pessoas
Na guerra de 1941-1945 morreram 21 milhões de russos. Na mesma guerra morreram 300 mil norte-americanos
A Nato é uma organização militar agressiva ao serviço dos interesses geo/estratégicos dos Estados Unidos da América na sua tentativa hipócrita de levar a “democracia” a todo o mundo, e Portugal um simples “peão de brega.” debaixo da bota norte – americana.
(Eu até posso ser de esquerda, porém o meu falecido Pai era um oficial NATO, conheci lá pessoas incríveis…)
Não tenho a certeza que se ‘dissolvêssemos’ a NATO, os restantes imbecis cheios de armas e péssimas intenções ‘would follow suit’.
Acabei de me calar.
Explique-me porque é que considera a NATO uma organização terrorista, ReNato. Detalhadamente, se puder. Já sei que vai mencionar a Sérvia-Jugoslávia e o Afeganistão. Não são casos de jus ad bellum?
Pois, para si, a guerra justa é a guerra contra o imperialismo que é levada a cabo por uns senhores que matam mulheres que sorriem, cortam mãos aos ladrões e que dizem que qualquer lei feita pelo homem (democracia) é uma heresia que deve ser punida com a morte.
O único problema é que sr ainda não percebeu que não existe apenas uma forma de imperialismo. Ou seja, escolha o seu imperialismo. Mas escolha um imperialismo minimamente defensável.
Que saudades dos 100 milhões de mortos do comunismo, mais de 80 milhões contra o seu próprio povo.
E se não tiver saudades, tenho que gostar destes senhores? E quem tem levado com as suas bombas, de Belgrado a Cabul?
os trogloditas contabilistas de mortos não devem merecer resposta. Vigarizam-se a eles próprios. Contam sempre o lado falso do “deve” e nunca o lado honesto do “haver” por exemplo, o meio milhão de comunistas indonésios no golpe apoiado pelo Kissinger em 1965: “the slaughter of between 500,000 and 1 million people, many of them targeted because of their affiliation with the PKI, Indonesia’s Communist party”
http://www.historycommons.org/context.jsp?item=indonesia_622#indonesia_622
se aqui há dados fiáveis, as vítimas podem ter chegado a 1 milhão!, já no caso que o bronco Lino não é expectável que faça a minima ideia do que está a falar – qual é o historiador e a manipulação em que se apoia para debitar esses dados sobre a ex-URSS?
Alan Bullock, o autor de “Hitler&Stalin, começa a contabilidade logo desde o principio da 1ªGGuerra e situa o número total de vitimas nos campos de trabalho em 38 milhões
Robert Conquest concluiu 75 milhões!
Richard Overy, o mais honesto, averiguou 3 milhões e 800 mil,
Qualquer destes tipos é judeu “vitima do holocausto” e contratado pelo sistema para “estudar” o assunto. E que tal divulgar dados de fontes independentes?
O historiador russo Roy Medvedev estima o número em 12 a 13 milhões (entre a guerra civil 1921- e grande guerra patriótica 1945)
Em 1951, o ano de maior número de detenções havia 1,9 milhões de presos nas cadeias manipuladoramente conhecidas por “gulags”, dos quais foram executados por crimes comuns 776.064 pessoas
Na guerra de 1941-1945 morreram 21 milhões de russos. Na mesma guerra morreram 300 mil norte-americanos
A Nato é uma organização militar agressiva ao serviço dos interesses geo/estratégicos dos Estados Unidos da América na sua tentativa hipócrita de levar a “democracia” a todo o mundo, e Portugal um simples “peão de brega.” debaixo da bota norte – americana.
**Mix3d feelings**
(Eu até posso ser de esquerda, porém o meu falecido Pai era um oficial NATO, conheci lá pessoas incríveis…)
Não tenho a certeza que se ‘dissolvêssemos’ a NATO, os restantes imbecis cheios de armas e péssimas intenções ‘would follow suit’.
Acabei de me calar.
:-S
A favor da NATO.
Renato, isto está complicado, por causa da cimeira ficámos sem Académica:
http://www.aventar.eu/2010/11/18/equipa-da-acadmica-detida-pelas-autoridades/
Palhaços, gorros, briosa, velhinhas de luto… tudo e todos de cana já!
Bando de imbecis.
Querem ver que O Pacto de Varsóvia era uma organização de piqueniques e excursões de terceira idade?…
Comparado à NATO? Uns meninos do coro.
É pá, você tem jeito para stand-up comedy. Ou será que está sentado?…
Porque os soviéticos, nunca invadiram nenhum país, pois não Renato?…
Sentado e muito pouco russo. Já o soviético é debate para se fazer com quem de direito. Com o von, nem sobre a bola dá para trocar argumentos.
Explique-me porque é que considera a NATO uma organização terrorista, ReNato. Detalhadamente, se puder. Já sei que vai mencionar a Sérvia-Jugoslávia e o Afeganistão. Não são casos de jus ad bellum?
Não, Zé. Nem explico, nem são casos de guerras justas.
Pois, para si, a guerra justa é a guerra contra o imperialismo que é levada a cabo por uns senhores que matam mulheres que sorriem, cortam mãos aos ladrões e que dizem que qualquer lei feita pelo homem (democracia) é uma heresia que deve ser punida com a morte.
O único problema é que sr ainda não percebeu que não existe apenas uma forma de imperialismo. Ou seja, escolha o seu imperialismo. Mas escolha um imperialismo minimamente defensável.
Renato,
Acusar sem corroborar fica feio.
Um bluff.