Mais uma notícia do triste estado a que o DN chegou

Mais uma “notícia” (imagem retirada às 16:15 do dia de hoje) do jornalismo câncio.

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18 Responses to Mais uma notícia do triste estado a que o DN chegou

  1. helder diz:

    Um alerta bravo não é em vão.
    Então não se está mesmo a ver que os panfletos eram para entupir o tubo de escape do Tridente e que a catana era para deitar a ponte abaixo?

    P.S. Essa da naifa maricas é que não percebi

  2. Leo diz:

    A notícia está assinada e é a Valentina Marcelino a responsável pelo seu conteúdo.

  3. Diogo diz:

    Quer isto dizer que, com a minha pressão de ar e uma embalagem de chumbos, não vou poder entrar na zona da Expo? Eu que estive 9 horas, de pé, para ver o pavilhão da Alemanha?

  4. antonio diz:

    Por mim é carregar à bruta sobre essa gentalha que anda de manif em manif a destruir aquilo que outros construiram. Espero que a policia deixe de ser um bando de enconados e que não tenha misericórdia sobre essa escória da sociedade.

    • helder diz:

      Apoiado , antonio
      é fazer sabão com essa corja. Andaram os nossos antepassados a construir um país e um estado social para essa cambada o destruir, era o que faltava.

      (talvez seja um nadinha exagerado chamar manif ás almoçaradas no tavares e ás reuniões de ceos, mas um homem tem direito á indignação, compreendo-te)

    • Leo diz:

      Mais um maluquinho exibicionista a atacar.

  5. Fernando diz:

    Não deixam de ser curiosas, as reacções.

  6. LAM diz:

    Tiago, não creio que sejam necessários muitos guardas de fronteira ou grandes controlos dos panfletos que as pessoas levam. Não precisa de procurar muito para encontrar por aqui quem se prestasse ao papel.

  7. Abilio Rosa diz:

    Acho que esses anarquistas/black blocks/verdes eufémias e quejandos que destroem bens públicos , e que andam de manifestação em manifestação «anti-globalização» pagos pelos CIAe congéneres – deviam levar porrada da grossa em cima do lombo.

    Por outro lado, os trabalhadores e os explorados, devem preparar-se, não para estas manifestações folclóricas contra a NATO, mas sim manifestações e reacções viris contra a corja que nos anda a roubar, a saquear e a enganar.

    Aí sim devemos estar preparados para luta corpo-a-corpo e não é nada doutro mundo enviar à cara dos maricas dos ministros uns tomates ou uns ovos pôdres.

    Com estas «armas», esses «coitadinhos» não vão morrer, mas seria um gozo maior vê-los com ovos e tomates a pingar pelas fuças abaixo!

  8. Leo diz:

    Tem uma boa oportunidade, já neste Sábado, a partir das 15h00 no Marquês, descendo a Avenida da Liberdade.

    E com civismo, combatividade e energia.

  9. Nuno diz:

    Sinceramente, sou a favor da violência revolucionária… é a única forma de marcar uma posição quando um governo, perante por exemplo, uma manifestação de 4/5 de uma classe profissional na rua, responde que ‘os números não interessam’.

    Sobre o caso em questão, não tenho dúvidas: neste país só é necessário licença de porte de arma quando se trata de armas de fogo! Esta gente foi presa por delito de opinião: os panfletos! Qualquer ‘senhor’ com uma catana no carro, se viesse de BMW, apreendiam-lhe a catana por temer a desordem e deixavam-no seguir!

    Não sou anarca…. mas como as coisas andam, com malta de esquerda a defender a violência sobre eles… qualquer dia estas duas costelas que me estão sempre a doer (são anarcas) expandem-se às outras!!! Ora porra: no século XXI até os marxistas são betinhos? Viva Bakunine e o anarco-sindicalismo então!!!

  10. Carlos Carapeto diz:

    Estes comunistas que em tempos tinham sempre as garras e os dentes de aço afiados para retraçar a burguesia, converteram-se em talibãs misericordiosos.
    De acordo que não se pode travar uma guerra sem soldados. Mas como devemos responder à violência social. Só com a violência revolucionária.

    Com esta geração de cagarolas não passamos disto.

  11. A.Silva diz:

    Vamos mas é mobilizar pessoal prás manifestações, prá luta e deixem-se de tretas!

  12. Eu cá tenho um par de armas perigosíssimas, são umas quantas canas de quase 4 metros de comprimento, aguçadíssimas na ponta (pois… é para entrar na terra e fazer uma armação para o feijão verde crescer) parecem umas sarissas do tempo dos macedónios de Alexandros (o grande).
    Mas não me atrevo muito a empunhá-las, alguém nalgum lado há-de descobrir que eu não tenho licença de uso e porte de cana.
    E portanto provávelmente irei…de cana.

    😉

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