Resistência islâmica ou o caralho

É vir aqui – http://www.youtube.com/watch?v=oLio1L67k4E&feature=player_embedded – e fazer uma leitura, vá lá, criativa.

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26 respostas a Resistência islâmica ou o caralho

  1. Abilio Rosa diz:

    «Resistência islâmica» é um termo religioso.
    Resistência palestiniana, libanesa, iraquiana,etc. são os termos correctos.
    O Islão é uma fonte de problemas.
    Por causa de líderes fanáticos religiosos os comunistas do Médio Oriente e do Irão já sofreram muito.

  2. Wilhelm, o Gordo diz:

    Poderá encontrar outras “pérolas” de elevação civilizacional, aqui:

    http://www.memritv.org/

  3. Wilhelm, o Gordo diz:

    Bem sacado, Tiago. Deves ser uma raridade na esquerda, se fores de esquerda, claro. Pouco importa.

  4. Essa gajah é louca… e nem sequer usa aqueles trapos, está bem para lá de qualquer perdão.

    🙁

  5. antónimo diz:

    e esta notícia vem confirmada por gente que fale outras línguas? eu leio bem espanhol, mas…

  6. Leo diz:

    A gaja é uma desmiolada egípcia como há muitas por cá. Que raio de ideia chamarem a este disparate “resistência islâmica”? Se fosse espanhola chamavam “resistência católica”? Haja tino!

    • Tiago Ribeiro diz:

      Leo, o conceito de «resistência islâmica» não é da minha autoria. Não me obrigue a começar do zero, pel’amor de Deus.

  7. Renato Teixeira diz:

    Que demagogo! Vou procurar um advogado, (talvez entre os do Tea Party), para fazer o paralelo equivalente relativamente à democracia burguesa e ao seu império.

    • Tiago Ribeiro diz:

      Sim, é demagogia 🙂 Mas podes dar todas as voltas do mundo que não encontras «paralelo» na democracia burguesa. E se lá fôssemos por «paralelos» estavamos bem fodidos. De todo o modo talvez o problema resida no meu excesso de sensibilidade retórica.

      • Renato Teixeira diz:

        Tiago, colocar em paralelo um discurso duvidoso e demencial (viste o comentário do João José na posta seguinte?) e a resistência islâmica não é só falta de sensibilidade retórica, é uma perfeita parvoíce.
        Não que o vídeo não tenha o seu interesse antropológico, mas o pano de fundo está trocado.

  8. miguel serras pereira diz:

    Agora é que seria útil para o debate e clarificação das ideias que algum adepto do lema “toda a solidariedade com a resistência islâmica” aparecesse a explicar como é que o desenvolvimento da capacidade militar dos defensores destas e outras posições análogas pode contribuir para outra coisa que não seja a opressão reforçada das populações que sejam ou venham a ser governadas por esses defensores – sejam essas populações israelitas, americanas, europeias, palestinas, iranianas, etc., etc. e por mais que tenhamos em conta as servidões que já lhes são impostas pelas diferentes oligarquias locais.
    Como já disse, comentando o post que o Miguel Cardina publicou no Vias sobre este mesmo “filme”, é necessário separar as águas e os campos políticos e insistir na democracia – na defesa e extensão intransigentes dos direitos e liberdades que são sua condição – a todo o custo, em todas as circunstâncias e sem a mais pequena cedência ou cumplicidade “táctica” na matéria. Isto, se não queremos, mais dia menos dia, dar por nós empalados por um regime oligárquico reformado e “racionalizado” por princípios gémeos, ainda que rivais, dos princípios de equilíbrio e ordem da “sociedade harmoniosa” à maneira chinesa ou da “comunidade dos muçulmanos piedosos e da justiça corânica” à maneira iraniana. A ameaça é séria e os frequentadores dos vários “tea parties” ocidentais aí estão para no-lo lembrar.

    Saudações livres-pensadoras

    msp

    • Leo diz:

      Consegue ser tão desmiolado quanto a egípcia. Poupe-nos os seus disparates.

    • Tiago Ribeiro diz:

      Concordo com o seu argumento, MSP, muito embora me pareça que invocar direitos fundamentais e DLG a quente é sempre um exercício labiríntico e muitas vezes carregado de efeitos perversos. Mas como bem diz, esta bodega não pode cair em debatezinhos espúrios sobre universalismos e relativismos.

  9. Pingback: Democracia burguesa ou o caralho | cinco dias

  10. |«»| diz:

    Tiago,

    Este também é um artigo muito interessante.

    http://www.memri.org/report/en/print4696.htm

    Então a malta do Tea Party conquistou o poder nos EUA. Bolas. Tenho andado distraído. A comparação com o Tea Party (que são pouco mais do que um movimento ad hoc que desaparecerá brevemente) seria plausível SE tal movimento tivesse:

    1-Sido eleito tout court (como aconteceu com, por exemplo, o Hamas em Gaza) ou seja, se representasse uma maioria avassaladora o que, manifestamente, não é o caso.
    2-Se, depois de eleito, tivesse alterado fundamentalmente as instituições e práticas políticas Americanas.
    3-Se tivesse (o Tea Party) recorrido à intimidação e ao uso indiscriminado de violência para calar os seus opositores (o que é que aconteceu à Fatah após as “eleições” ganhas pelo Hamas??)
    4-O Hamas é, digamos, com alguma ironia, intervencionista: O Tea Party é LIBERTÁRIO na sua essência.

    Usar o Tea Party, a Fox e outras entidades da sociedade civil americana para estabelecer uma equivalência moral entre a democracia burguesa/imperial dos EUA= com os fundamentalistas do Hamas etc é pura demagogia. O Tea Party (que abomino) é um movimento Constitucionalista, apesar de tudo. Não é um movimento neo-evangélico, como sugere o Renato, embora possa incorporar muitos neo-evangélicos. É um movimento conservador-libertário. Os neo-evangélicos são outra tendência, muito mais recente. O Tea Party, como o próprio nome sugere, tem raízes profundas no constitucionalismo Americano.

    Leiam isto.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Tea_Party_movement
    http://www.nytimes.com/2010/04/15/us/politics/15poll.html?_r=1&pagewanted=print
    http://www.gallup.com/poll/141098/tea-party-supporters-overlap-republican-base.aspx

    • Leo diz:

      Tem razão. eles querem acabar com o peso do Estado – alguns advogaram acabar com alguns departamentos, nomeadamente com o departamento da educação – todos querem brutais reduções nos impostos federais e estatais, até querem acabar com a segurança social e com o medicare.

      Uns são fundamentalistas mormons, outros são cientologistas, a maioria veio do catolicismo.

      Mas os próprios que conseguiram ser eleitos têm a noção do ridículo e dos excessos tanto assim é que no momento da vitória nem sequer se referiram ao Tea Party.

      Foram financiados por alguns milionários (muitos não deram a cara) e gastaram rios de dinheiro em spots televisivos terroristas.

  11. |«»| diz:

    Só mais um comentário, se me permitem: O Tiago é claramente um gajo muito inteligente. Está caladinho. Disse o que pensava mas não participou na espiral do x vs y. Fizeste bem, Tiago. Não estou “kissing ass.” Não faz o meu género. É mesmo um elogio.

    Boa sorte

    • Tiago Ribeiro diz:

      É evidente que entrincheirar o mundo entre democracia burguesa e resistência islâmica é a vulgata mais preguiçosa dos novos radicalismos anticapitalistas. As equivalências morais são muito boas e recomendam-se, mas apenas um dia por semana, para não enjoar. E mais não digo, que pelos vistos gosta de me ver é caladinho!

  12. pareceu-me que a tese da senhora egípcia era “se na maioria dos países islâmicos não há leis contra assédio sexual de mulheres mulçumanas então a mulher israelita não tinha mais direitos que elas e deve ser couto livre” (salvo seja). isso da resistência e da terra é só para confundir.
    criativo o suficiente?

    • Leo diz:

      A advogada egípcia desmiolada nem uma única vez sequer empregou o termo “islâmico”, apenas usou o termo “árabe”.

      Haja rigor nas citações apesar dos disparates da fulana.

  13. |«»| diz:

    Caro Tiago

    Espero não ser mal interpretado.
    Desculpas. É evidente que não desejo que se cale.

  14. |«»| diz:

    Esta Egípcia é que deveria ser violada por um Idi Amin qualquer. Seria uma foda faraónica!! Depois da dita, juntava-se a uma ONG Norueguesa e dedicava-se à promoção da paz no Burúndi.

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