É urgente que deixemos de ser governados por representantes da banca

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Mais uma notícia que dá conta que a banca nacional aumenta os seus lucros. Dizem-nos que  são os seus fantásticos investimentos no estrangeiro e, desta feita, um ligeiro aumento das “margens” e comissões.
Não há volta a dar, a banca é o princípio e o fim da crise que vivemos e, como se constata, acumulam alegremente as suas mais valias.
Nos EUA, a classe média abandona as suas casas e devolve-a aos bancos. Apesar da tragédia, os bancos não amainam a gula, conseguindo que o Senado aprove uma lei que tornará mais fácil os despejos – por enquanto, vetada por Obama.
Entretanto, por cá, caminhamos no mesmo sentido. No OE2011, 90% do esforço de contenção é feito através da redução dos salários, do aumento dos impostos e da diminuição das prestações sociais, no valor somado de 5.200 milhões de euros – conforme Jerónimo de Sousa aqui refere. À banca, no máximo dos máximos, é pedido 150 milhões de euros, ou seja, os lucros de três dias por mês.

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