Por onde andou hoje Costa Costa, António, que não o vi em lugar nenhum?


Ora, também não está aqui. Onde está? Onde esteve? Fazendo? (Uma foto roubada à incomparável zazie)

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8 respostas a Por onde andou hoje Costa Costa, António, que não o vi em lugar nenhum?

  1. Abilio Rosa diz:

    Boa pergunta, Prof. Carlos Vidal.

    Ainda ontem avistei o dito cujo numa espécie de «mesa redonda/ideias quadradas» onde pontifica um triunvirato bem representativo do regime pôdre e sucialista que «gramamos» desde o final da década de 70!

    Nessa «quadratura bestial» avistamos o comunistólogo Pacheco (anda Pacheco!), ex-maoista e que exercita a dialéctica ao extremo (está sempre contra, nem que seja contra os «camaradas» dele); avistamos o liberal L. Xavier, empregado do Belmiro e apoiante do «keynesiano» Cavaco e por último o edil Costa, um globetrotter da politica sucialista, e que está bem nutrido, por sinal.

    Este edil Costa faz-me lembrar o seu amigo Inginheiro da Treta, na altura Ministro da Incineração, e que partilhava com o ingénuo Santana Lopes, um programa de «combate de saliva».

    Ainda estou para perceber o que é que essa gente anda a fazer na televisão, quanto há tanto trabalho para fazer nos seus pelouros, inclusivé limpar valetas e sarjetas.

    Que eu saiba não há nenhum ministro ou mayor no hemisfério norte que seja comentador residente nas tvs’s.

    Deve ser uma originalidade tuga e que tem a cumplicidade dos grupos de comunicação social, também eles interessados em fatiar os orçamentos.

  2. Justiniano diz:

    Caríssimo Vidal,
    O Costa Barão!! O mais extraordinário em tal personagem é que, de tanta exposição mediática, de tantas horas de falajar e linguajar, apesar de tudo isso, não me ocorre nada sobre o homem!! Verdadeiramente nada!! Talvez um sorriso, comprazível ou irónico e umas palavras de circunstancia!! Talvez seja apenas mais um mito a tentar sobreviver a esta época de desmistificações!!

  3. Gosto mais do mano dele…
    Axo essa de ser edil e comentador uma bela fábula, audiências oblige, suponho eu…

    Ao menos num incêndio que pr’aqui houve há uns tempos ele apareceu aki, mais os recursos, bombeiros e etc., mas também era do interesse dele, tinha/tem também uma casa p’ra estes lados.

    😉

  4. A fotografia tem as suas virtudes, não fora ela da panteísta, valentiniana e neo-platónica senhora. Entre os dedos apontados, os conspiradores e o puto vanguardista desengravatado ( hoje o maior manequin Rosa & Teixeira ) não se vislumbra o nosso grande e bonómico-palla edil, talvez navegue em seu batel.

  5. Carlos Vidal diz:

    Caro Justiniano, fala-me em época de desmistificações, e eu compreendo.
    Por vezes, parece-nos que os inúteis da foto estão em vias de serem irreparavelmente desmistificados.
    Mas, repare no seguinte, que tem a ver com o embate histórico, no seio da arte e cultura contemporâneas, entre vanguardas e indústrias culturais, ou vanguardas políticas e indústrias do pensamento (generalizando). O que se passa? Pois, a indústria cultural necessita da vanguarda para poder sobreviver (isto é, ser o que é – algo em “expansão”: parando a “expansão” pára a “indústria”, claro). As vanguardas (mesmo políticas) são integradas, há muito que desapareceram os “apocalípticos”.
    Assim, não serão as futuras desmistificações formas outras de mitificações?
    Como sair disto?

  6. neste caso, neo-vanguardas sempre futuras defuntas.

  7. Justiniano diz:

    Caríssimo Vidal, temos, verdadeiramente, vivido nestes últimos 20 anos uma época de morte fenomenológica das vanguardas no discurso público e no pensamento político e cultural. Neste sentido, concordo bastante com “As vanguardas (mesmo políticas) são integradas, há muito que desapareceram os “apocalípticos”.”
    O que se desmistifica, hoje em dia, é a profundidade e densidade dos personagens que enterneceram, entre nós, a noção de prestígio, responsabilidade, coragem… (Cavaco, Soares, Alegre…) e de outros menores, aspirantes…(Costa Barão, ele, Santos, Lacão…).
    Eu diria que estas desmistificações abrem espaço à recuperação das precedentes mitificações, as constantes, as complexas e complexificadas, ao pensamento crítico.

    (Caro Jecta, e aquele eixo, vara, lacão e ele!!!)

  8. Caro Just
    constantes, complexos, complexificados num eixo de progressão viável para além da crítica, talvez na procura do nomeno, não vá o dito enternecidamente continuar a enveredar pela investigação orientada neste ainda presente moderneirismo ensimesmado.

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