Cavaco e Cia., 25 anos a atrasar o país

En este tiempo (últimos 10 anos), Italia y Portugal han sido los países – salvo Haití – que menor crecimiento han acumulado a nivel mundial, con un 2,43% y un 6,47%, respectivamente.

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7 Responses to Cavaco e Cia., 25 anos a atrasar o país

  1. Os números desmentem o título. Procurem-nos, depois peçam desculpa pela mentira. Quem estudou a economia portuguesa sabe-o.

    O 5 dias e subsequente lote de economistas da mesma esfera ideológica que me diga como resolver o problema da (falta de) competitividade de Portugal. Soluções vindas do vosso quadrante nem vê-las.

  2. parolo says:

    Engana-se. A triste realidade do país confirma o título. Eu bem sei que quando Cavaco governava ainda andava de cueiros. Mas se em vez de analisar apenas os números (como mentem, por vezes…) se desse ao trabalho de analisar a realidade do país para além deles era capaz de compreender que a governação de Cavaco, antecedida de passagem pelo Governo como ministro das finanças e pelo CES, foi um período absolutamente decisivo para o estado em que nos encontramos, sem capacidade produtiva, com um imenso atraso em matéria de qualificação, sem capacidade de reacção às alterações que o mundo vai produzindo. Cavaco foi o homem da política de betão; foi o 1º ministro recordista de cargas policiais; os seus governos foram incubadoras de políticos e gestores de carácter no mínimo duvidoso; foi (é) o pai da geração yuppie que enriqueceu à custa do atraso de Portugal. Não há números alguns que desmintam o legado do Sr.Silva.

  3. Bom, penas máximas após julgamentos sumários por desfalques económicos, melhorariam rapidamente a competitividade

    Nem está em causa se houve crescimento, houve, o tipo de crescimento e quais os sectores que o alavancaram essa é que é a questão.
    E um país não cresce numa economia de betão e alcatrão.
    Nem numa de especulação e falta de investimento no sector industrial e agro-alimentar

    E a comparação com o Haiti, quando desde a Albânia e à Bielo-rússia temos países que cresceram graças à desvalorização das suas moedas e à venda de bens do estado, que estimularam uma economia de consumo similar à nossa….bom

  4. Abilio Rosa says:

    Cavaco é sinal de «atraso de vida» para Portugal.
    Embora seja muito reconhecido como «economista» e «professor de finanças», mesmo nesta área, o homem não tem rasgo nem os seus «conhecimentos» tem ajudado Portugal.
    Portugal nestes últimos cinco anos tem perdido paulatinamente a sua independência e essa situação tem sido com este Presidente.
    Se Cavaco vencer as próximas eleições não terei dúvidas que Portugal daqui a cinco anos não passará duma colónia de 3º grau da Europa.
    Votar Cavaco é votar no pior que Portugal tem. E não tenham dúvidas que muita merda e muito merda há neste país!

  5. Joaquim Mota says:

    As críticas têm de ter alguma base lógica e nexo.
    Refere-se no post o paupérrimo crescimento económico português nos últimos 10 anos, sem dúvida um período catastrófico em termos económicos para Portugal.
    Agora associar Cavaco a isso quando no nosso sistema as políticas económicas são traçadas e executadas pelo Governo não me parece feliz. Facto agravado pela circunstância de os pressupostos do estudo citado, sobre o tal crescimento económico miserável nos últimos 10 anos, são os mesmos que determinam conclusões unânimes no sentido de um suposto crescimento notável entre 1985-1995 (período de Cavaco pm), sendo certo que pode considerar-se que esses pressupsotos não são relevantes, mas então também perde sentido a invocação do tal estudo sobre o crescimento económico!
    Pode criticar-se Cavaco por múltiplas razões com alguma congruência lógica nas asserções (correctas ou não), nomeadamente que ele ontem invocou supostas virtudes da sua intervenção moderadora nos últimos anos sem quaisquer provas, ele é de Boliqueime, há uma tralha cavaquista que fede, não tem o dom da palavra, etc, etc. Mas é bom ter, ao menos, alguma congruência lógica…

  6. Pedro Rego says:

    Com comentários deste tipo, como podemos exigir seriedade aos políticos. A crítica é necessária, mas quando alicerçada em factos e verdades. As opiniões devem existir e devem ser também partilhadas, no entanto, devem ser formuladas com ponderação, equilibrio e respeito. Um país melhor não se constroi com insultos, com desdém e falsidades, mas sim pela força da cidadania, da participação e da mobilização para desígnios comuns. Comentários que abundam pelos cafés, meios de transporte, comunicação socail e internet, denotam baixa responsabilidade colectiva e individual, assim como um preocupante desinteresse efectivo pelos assuntos da actualidade, o que se reflecte na falta de esclarecimento da população em geral. Consciente de erros cometeu e de que poderia fazer mais e melhor, tomara que houve mais Cavacos Silvas.

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