O doce exemplo iraquiano inspira os esbirros: militantes da JCP obrigados a despirem-se numa esquadra

O caso conta-se em poucas palavras:
cinco membros da JCP, quatro raparigas e um rapaz, foram detidos pela PSP quando procediam à pintura de um mural na Rotunda das Olaias, em Lisboa; levados para a esquadra, foram insultados, ameaçados e… obrigados a despirem-se.
Repito: obrigados a despirem-se.

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

30 Responses to O doce exemplo iraquiano inspira os esbirros: militantes da JCP obrigados a despirem-se numa esquadra

  1. Lucia Gomes diz:

    Estes, na semana passada. Ontem, em Leiria, um militante da JCP que colava cartazes de propaganda politica, foi levado para a esquadra e agredido. As marcas das maos do agente estao bem visiveis no pescoco.

  2. Nem sei o que dixer…

    Estou com vontade de ir a essa esquadra com uns amiguinhos e dar-lhes do mesmo remédio.
    O problema é que depois teria que me exilar…

    🙁

  3. maumaria diz:

    Já se estão a comportar como esbirros,jagunços, a ‘força da ordem’, financeira.A superior moral da polícia…

  4. Morcego diz:

    A minha solidariedade para com os camaradas vítimas da brutalidade policial e da falta de tolerância democrática.

    Jamais nos calarão!

    (Um abraço desde Braga (“quase” Galiza) para o Nuno, da Galiza do sul)

  5. Abilio Rosa diz:

    Se tal for verdade é preciso identificar esses «agentes» e dar-lhes porrada de criar bicho.
    No meu tempo era assim. Nenhum filho de puta se safava sem os cornos partidos.
    Devemos utilizar a mesma linguagem.
    Devemos nos preparar para «cenários corpo-a-corpo».
    Não tenham medo!

  6. Augusto diz:

    O PCP tem força num dos sindicatos da Policia……..

    Veremos qual vai ser desta vez a desculpa dos agentes envolvidos.

    Aliás não há muito na freguesia da Graça, um grupo de militantes do Bloco de Esquerda foi levado para esquadra, quando pintava um mural num prédio a cair de podre e desabitado.

    Na altura a queixa teria partido da própria Camara Municipal de Lisboa.

    Quem terá apresentado queixa desta vez.

  7. Diogo diz:

    Se fossem quatro rapazes e uma rapariga, não acredito que chegassem a tanto.

  8. helder diz:

    Existe por aí, muito, monte de merda que afirma que o problema da insegurança é “falta de poder das policias”. Quando um policia se dá ao luxo de decapitar um cidadão numa esquadra ou sujeitar uns quantos a sevicias , estamos conversados.

    • armando miranda diz:

      olhe lá ó sr. “estamos conversados helder” nem todos decapitam cabeças,alguns como o sr. tambem generalizam o que tambem não deixa de ser uma sevícia.

      • helder diz:

        Eu até disse… “um”, nem alguns nem todos.
        O que se passa é que não percebeste um pirete.
        O facto de isso acontecer, policias sentirem-se á vontade para irem a um sindicato antes de uma greve, seviciarem uns putos numa esquadra, etc. Prova que a policia tem poder a mais, não digo que TODOS abusem dele, mas que tem mais poder dq aquilo que devia, tem.
        “Capiche” ?

      • fuser diz:

        Sr Armando,

        Com todo o respeito, mas basta uma pessoa ser decapitada numa esquadra para isso ser uma vergonha. Nem é preciso generalizar.

  9. Sensei diz:

    A indiferença

    Primeiro levaram os comunistas,
    Mas eu não me importei
    Porque não era nada comigo.

    Em seguida levaram alguns operários,
    Mas a mim não me afectou
    Porque eu não sou operário.

    Depois prenderam os sindicalistas,
    Mas eu não me incomodei
    Porque nunca fui sindicalista.

    Logo a seguir chegou a vez
    De alguns padres, mas como
    Nunca fui religioso, também não liguei.

    Agora levaram-me a mim
    E quando percebi,
    Já era tarde.

    Bertolt Brecht

    A luta está também aqui:
    http://www.senseikaratemaster.blogspot.com

    Ouss

  10. A.Silva diz:

    Isto não pode continuar assim!
    É inadmissivel!

  11. maria povo diz:

    O Fascismo é uma minhoca que se entranha na maçã! ou vem de botas cardadas ou com pezinhos de lã!! (Sérgio Godinho).

    Ele aí está, com pezinhos de lã… e na humilhação!! nestes tempos também me vem à memória o poema acima!!

    temos de utilizar os meios à nossa (ainda!) disposição para punir esses “senhores”!!! porque senão terá de ir de outra maneira…!!! e estamos cá!!!

  12. BGC diz:

    Se as vítimas de violência policial fossem membros de alguma organização de extrema-direita estavam todos aqui a tecer elogios de heroísmo aos polícias por serviço à pátria e à democracia. Como eram da extrema-esquerda, querem atirar os polícias à fogueira. Viva a demagogia!

    • Francisco d'Oliveira Raposo diz:

      BCG, essa é interessante…
      Os nossos extremos-direitos usam as leis para promoveram a ditadura. Os nossos extremos-direitos gabam-se de se terem infiltrado nas policias. Os nossos policias são o que são. Com infiltrados ou não…
      Agora, liberdade é um conceito vago para ti, não?
      Vacinaste-te, não… BCG?

      • BGC diz:

        E os nossos extremos-esquerdos usam a lei para promover o quê? Será que é a democracia? Veja só o protesto que o PCP (casa-mãe dos agredidos) fez pelo facto de o Nobel da Paz deste ano ter sido atribuído a um dissidente do regime comunista chinês (ou fascista de esquerda, digamos), dizendo que o Comité Nobel tinha cedido “a pressões do capitalismo”.
        Na mesma ocasião, não se ouviu nenhum protesto do PCP pelas gravíssimas violações dos direitos humanos na China: pelas prisões de dissidentes, democratas e crentes de várias religiões, pela política do assassínio de recém-nascidos do sexo feminino, pela aplicação da pena de morte, pela inexistência de um regime judicial justo, pelas execuções extra-judiciais, pelo extremínio do povo tibetano, etc. E ao mesmo tempo louvam o regime norte-coreano. Que belos exemplos de democracia apoiados pelo PCP!
        Ao Orlando: a JCP é uma “organização que está autorizada a desenvolver a sua actividade partidária” por via das circunstâncias políticas nacionais. Porque o regime o permite. Porque qualquer crítica às ações da extrema-esquerda é imediatamente catalogada de salazarismo. A JCP e o PCP são apoiantes das FARC, uma organização terrorista. Diz-me a quem apoias, dir-te-ei quem és. Nunca apoiei a extrema-direita, mas igualmente não apoio a extrema-esquerda.

  13. Orlando diz:

    BGC, que eu saiba a JCP é uma organização que está autorizada a desenvolver a sua actividade partidária, o mesmo não se poderá dizer das organizações ligadas à extrema-direita (alguns dos seus elementos até estão detidos, por agressões, por posse de armas ilegais, até por mortes e espancamentos de cidadãos de outras raças), Como vê, não se pode comparar uma coisa e outra. A minha mais vil condenação e revolta por tal acontecer em Portugal.

  14. Jorge diz:

    A ser verdade, é uma situação miserável e que tem obnviamente de ser denunciada. A ser verdade. Porque, cuata-me dizê-lo, há nesta história ntoda algumas coisas que não parecem bater muito certo. A saber: isto aconteceu quando? O post não diz. E também me parece muito estranho que um caso destes não tenha sido noticia num único jornal/rádio/televisão. E, sobretudo, que não exista qualquer nota do PCP ou da JCP a denunciar o caso. Estão isto acontece e o partidão não diz nada? A coisa merecia não apenas um protesto formal, mas uma queixa oficial. Este silêncio faz-me pensar se realmente as coisas se passaram assim…

  15. Ana Margarida de Carvalho diz:

    Que lamentável esse «estilo TVI» e de sensacionalismo barato!!! Acredito nas boas intenções do post, apesar de primário e carregado de imprecisões. Sim, é verdade que os cinco miúdos (todos menores, entre os 15 e os 17) foram indevidamente retidos na esquadra das Olaias, um deles durante cinco horas. Mais do que isso: gerou-se um aparato desmedido. Três carros de polícia, uma carrinha e dez agentes mobilizaram-se para deter os autores de um mural onde se manifestava a liberdade de expressão política e cívica. Meteram-nos não só dentro da esquadra como dentro do mesmo saco dos grafitters ou de outros esborratadores de paredes. Apenas as raparigas foram mandadas despir por uma mulher polícia numa casa de banho – numa óbvia, cobarde e prepotente manobra intimidatória. E só isto pode consubstanciar o insulto de que se fala no post. Mas daí a falar no «doce exemplo iraquiano», e a puxar para «manchete» os jovens obrigados a despirem-se cheira demasiado a tablóidismo de sarjeta.

  16. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Ana Margarida Carvalho,
    Isto não é uma notícia. Tem como fonte dois posts, várias pessoas que alertaram, e posteriormente uma notícia do Avante. As expressões tiradas são citações desse blogue.
    De facto, já fui jornalista da TVI, como fui da SIC e fui director-adjunto do Já e director da Focus. Até já escrevi para a Visão, como para outros jornais. Nunca publiquei uma notícia falsa. Faço escrupulosamente o meu trabalho.
    Isto é um blogue, há aqui uma apreciação política que é subjectiva. Mas, verdade se diga, que se não fossem os blogues, os ditos jornalistas “não sensacionalistas” não tinham ido investigar esta notícia. Para mim, isto é bastante grave e é uma política de intimidação à iraquiana. Para ti, é uma questão de aparato. Agradecia que deixasses os teus insultos para outro. Acho completamente descabida a tua apreciação dos teus camaradas da TVI, só quem não conhece os jornalistas de que fala, pode estigmatizar centenas de profissionais como “sensacionalistas” e maus jornalistas. Continua neste registo e pode ser que eu te diga algumas coisas sobre jornalistas amestrados.

  17. Tiago Mota Saraiva diz:

    Ana Margarida, os dados já os temos e julgo que reconhece a sua gravidade.
    A minha questão é simples, porque não é notícia? Para o “critério jornalístico Câncio” é porque não interessa. E para si?

  18. Ana Margarida de Carvalho diz:

    Não percebi, ó Nuno Ramos de Almeida? Esse comentário final é uma ameaça ou uma promessa? Queres dar-me alguma lição sobre «jornalismo amestrado»? Será que, descendo ao mesmo patamar, é assim que (des)consideras a Revista onde eu trabalho e para a qual, julgo eu, quiseste, por mais do que uma vez, colaborar? De facto, não conheço o teu trabalho, não acompanho as tuas «notícias» ou lá o que são. Se apenas «citavas» devias fazê-lo assim: entre aspas. Mas independentemente de questões gramatico-formais, e agora vou citar alguém sem aspas, os maus já são suficientemente maus, não precisas de os diabolizar. E toma isto não como um insulto, não pretendia insultar-te (nem a ti nem a ninguém), mas como um conselho da parte de quem já tem muito, mas muitos anos disto – e repara que não preciso de debitar o meu currículo profissional como tu, tão a despropósito, tiveste necessidade de fazer. O que aconteceu foi isto: à revelia de todas as regras democráticas, um grupo de miúdos foi sujeito a um mais do que notório e lamentável abuso de autoridade. Farias melhor em expurgar o caso de toda essa quinquilharia dos iraquianos e esbirros. Porquê? Porque é contraproducente. É só, não quero manter o diálogo.

  19. Ana Margarida de Carvalho diz:

    Desculpa, só acrescentar mais uma coisa que me parece de uma injustiça extrema em relação ao sítio onde, como dizes, trabalhaste: O sensacionalismo ou o «amestramento» de um meio de comunicação não depende dos profissionais que lá trabalham, mas sim das direcções que o impõem. Acho estranho que não tenhas consciência disso.

  20. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Ana Margarida Carvalho,
    Duas coisas:
    1. Citação em blogues chama-se linkar. O texto está linkado. É pena que nem isso percebas.
    2. Sobre o título, acho fantástico tu achares que em algum lugar do mundo em que militantes de partidos políticos legalmente constituídos sejam presos e forçados a despirem-se, esse facto chocante não faça parte do título nem do lead. E repara, como te expliquei, um blogue não é um jornal e um post não é uma notícia. Se eu acho que este tipo de acção policial é um comportamento iraquiano, posso titular isso ou outra coisa qualquer num post. Tudo isso sem ter a drª deontóloga de serviço a insultar-me a mim, e a centenas de outros camaradas da TVI.

    Nota: eu não referi essa “redacção que, como digo, trabalhei”. Estou farto de jornalistas amestrados que escondem a sua moleza com os diversos poderes atrás de uma postura de “deontologia” irreprimível. Não investigam. Não noticiam. Não denunciam, pq isso não fica bem. A boca à TVI, onde fiz parte da equipa de investigação, é recorrente de determinadas pessoas, que para minha surpresa tu passaste a pertencer. Essa gente têm sempre reparos, sabe sempre de fonte segura como seria a investigação perfeita, infelizmente nunca produziram nenhuma delas, nem mesmo para amostra.
    Se não fossem os blogues que tu criticas nenhum dos geniais jornalistas puros da “deontologia” perfeita tinha sequer mexido o rabo para esclarecer o assunto. Este tipo de bocas demonstra que a maior parte dos nossos deontólogos são uma espécie de ideólogos da impotência jornalista satisfeita.
    Sobre ter querido trabalhar na Visão, é verdade. Gostaria de trabalhar sem ser precário em redacções, qual é a dúvida? Tenho quase a certeza que isso não vai acontecer. Gosto muito da minha profissão, mas não sou moldável a este tipo de jornalista tão em voga.

    • Ana Margarida de Carvalho diz:

      Nuno,
      Lamento, talvez te desse jeito, mas eu nunca ataquei os teus colegas de redacção – lamento também que tenhas tentado colectivizar uma crítica que era pessoal e intransmissível;
      Talvez te desse jeito, mas eu nunca ataquei os blogs, eu própria tenho um que passou a site mas mantém o espírito;
      Lamento, mas a deontologia deveria obrigar-te a uma troca de ideias séria e não a tentativa de deturpar e fazer uma leitura preconceituosa.
      Lamento, mas o que eu disse, e julguei que era claro e simples de perceber (não alinho no insulto do “que nem isso percebas”) é que o jornalismo amestrado ou sensacionalista (ou qualquer que seja o estilo) dependem sobretudo das direcções e não dos jornalistas – sobre isso nada dizes e sabemos ambos que, pelo menos em tempos, também tu pensarias o mesmo.
      Lamento que não tenhas percebido que a crítica que te fiz era política e não deontológica: parece-me um pouco ingénuo e politicamente perigoso comparar um abuso policial num estado democrático com atrocidades inenarráveis a mando do império Busch. Também é politicamente errado comparar a polícia actual com a PIDE e o anterior regime (como fizeram noutros blogues) – tinhas obrigação de ser sensível a esta «subtileza».

      E sobre investigação não terás investigado mais do que eu este caso. Talvez, enquanto tu linkavas, à tua secretária, e fazias títulos «giros» e tal, eu estivesse até dentro da esquadra, e a falar com os agentes, e com os miúdos em questão… talvez.
      E quanto à indignação desculpa lá, não tentes competir comigo: ninguém pode estar mais indignada nesta história toda do que eu – porque sou mãe do miúdo que lá esteve retido durante horas no próprio dia em que fazia 16 anos.

      Estamos conversados? Acho que sim. Lamento os teus mal-entendidos e o registo pouco simpático que se gerou. Não era a minha intenção.

  21. Ana Margarida Carvalho,
    Por razões familiares bastante mais importantes do que postar num blogue, tenho tido muito pouco tempo e só hoje vi a tua resposta. Não pretendo voltar ao assunto, mas deixo-te um pequena nota, escrita muito à pressa.
    Começaste por acusar-me de usar de um sensacionalismo barato à TVI. Respondi-te que achava incorrecta a tua caracterização da redacção da TVI e alertei-te para o facto de isto não ser uma notícia, mas um post e disse-te que o amestramento do jornalismo, que levava à não cobertura da acção policial contra os militantes da JCP, era bastante pior do que o alegado sensacionalismo.
    Continuaste a polémica, fazendo o favor de alertar a tua entidade profissional para uma acusação de “amestramento” que eu teria feito ao grupo Impresa. O jornalista precário, que eu sou, agradece-te o alerta, espero que complementada com um email a quem de direito, mas diz-te que se eu acusasse directamente um grupo o faria com todas as letras.
    Depois de várias vezes ter insistido que os termos do post são uma citação de outros blogues, tu fizeste o favor de me educar, e resolveste dizer-me que as citações levavam aspas. Expliquei-te, em seguida, que na blogosfera, que pelos vistos tu és tão profunda conhecedora como do jornalismo, as citações fazem-se em forma de link.
    Finalmente, revelaste-me que a tua acusação não é deontológica, mas política: eu ao comparar o comportamento da PSP ao de um regime totalitário estava a branquear estes últimos. Acrescentaste que enquanto eu criava títulos sensacionalistas, tu estavas na PSP a discutir com os polícias, visto seres mãe de um dos militates da JCP. Apesar da tua autoridade de mãe, gostava de discutir a questão política: já sei que no eixo avenidas novas – Visão o abuso policial é visto como uma simples traquinice das autoridades que tem a irritante maçada de obrigar as mães a deslocarem-se às esquadras. Lamento discordar. A humilhação inqualificável que foram sujeitos os militantes da JCP verifica-se, muitas vezes, e em muito pior grau, com os jovens pobres e negros dos bairros dos subúrbios de Lisboa. Um amigo meu foi literalmente perseguido e espancado, por duas vezes, por ter cometido o “crime” de distribuir o jornal do Gueto. Uma benévola autoridade explicou-lhe que sabia que ele não tinha cadastro, mas que a actividade política dele estava a prejudicar o trabalho da polícia e se continuasse, eles teriam de tomar medidas.
    Quando eu era director-adjunto do Já, participei na investigação do caso do decapitado de Sacavém, um pequeno marginal a quem cortaram a cabeça no posto da GNR local. Peço-te desculpa, mas todos esses factos são próprios de um Estado totalitário que tem uma polícia para ricos e outra para pobres. Titularia outra vez igual e citaria na mesma todos aqueles blogues, que perante uma situação que a comunicação social calou durante muito tempo, tiveram a atitude de denunciar o comportamento policial com os militantes da JCP.

  22. Ana Margarida de Carvalho diz:

    Alertar a minha entidade profissional!?! E-mail a quem de direito?!? Estarás a alucinar… Ou não sabes de todo com quem estás a falar. Acho que não deves saber.
    Desculpa lá, mas agora excedeste todos os limites. Uma coisa é uma crítica profissional ou política- foi o que eu fiz. Outra é uma ofensa pessoal, mesmo com alguma tonteria à mistura – foi o que tu fizeste. A tua condição de vítima da precaridade (que lamento) não te autoriza a fazer presunções imorais.

Os comentários estão fechados.