Por causa de uma troca de letras involuntária, o eremita converteu a poetisa Sylvia Plath em irmã de um médio inglês que jogou no Tottenham nos anos 90, a título póstumo e sem consequências para a exegese da obra de um e de outro. Alertado para o lapso, o eremita corrige e castiga-se: promete escrever uma redacção punitiva e “ler 20 poemas da Syvia [sic] Plath até segunda-feira”. Não venho sugerir o agravamento da pena (20 poemas por gralha já é um tratamento cruel e desumano), mas raramente terá sido tão apropriado dizer “pior a emenda que o soneto”.




Ah, ah, muito bem. Essa segunda gralha, eu não a tinha visto. Grande Morgada.
(Mas o eremita não merecerá tal pena).
Eu acho que o eremita se devia indultar. Só falei nisso porque não resisto a piadas fáceis (é mais forte do que eu).
Morgada,
Nunca pares de escrever. Quem sai aos seus…
… não é de Genebra!
(desculpem, foi mais forte do que eu)
Deixando já a piada fácil que se alonga em (how very perfect) exegese, detenho-me apenas na forma…e uma destas maravilhas a trabalhar sobre o Império do Mal? eheh