
Os governantes, os imigrantes, o Estado, os lóbis (à portuguesa!) e os subsídio dependentes são todos uns porcos que querem chuchar nas tetas de Portugal. Portugal é uma mulher… ? … ah, pois, é a mãe Pátria.
Ver melhor aqui.

Os governantes, os imigrantes, o Estado, os lóbis (à portuguesa!) e os subsídio dependentes são todos uns porcos que querem chuchar nas tetas de Portugal. Portugal é uma mulher… ? … ah, pois, é a mãe Pátria.
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de notar que os mamilos da mae patria sao muito pouco arianos
De facto, foi nisso que reparei. Bem castanhos.
foi a impressão do cartaz… pregou-lhes uma partida
isto das cores é sempre perigoso
Ca ganda confusão. Onde está o nazismo?
Mais é de mais. escreve Baptista Bastos:
“(…) A Direita e a Extrema-Direita avançam em toda a Europa. A Europa é uma massa inerte que só existe porque a Alemanha assim o permite. Basta atentar na teimosia abstrusa de Ângela Merkel, no pungente problema grego, para nos apercebermos do carácter unilateral e arbitrário de uma política que somente dá garantias e suporte aos mais fortes. O renascimento da xenofobia, do racismo e dos movimentos neonazis não acontece por acaso. (…)”
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=448697
No porco, na mama, no lema e no logo. Chega Luís?
o PNR não é nazi, é só “nacionalista”
como se vê pelos bibelots que os seus militantes guardam em casa… http://spectrum.weblog.com.pt/arquivo/2007/10/mais_um_cartaz.html
Onde está o nazismo? Vamos fingir que não conhecemos o PNR, que o PNR é apenas nacionalista e nada mais, que não tem ligações nenhumas ao movimento skinhead neo-nazi, que a simbologia predominante nas suas manifestações não é a mesma da Alemanha Nazi ou que não fazem concentrações em homenagem ao Rudolf Hess.
Pingback: cinco dias » Exercer democracia popular a partir desta madrugada. Derrotar hoje o que nos há-de matar amanhã. Pintar, rasgar ou queimar. Enfim, destruir.
A pátria não é de todos, escreve Baptista Bastos:
(…) “A impotência associada à resignação; seja: o pior que pode acontecer a uma sociedade, abjurante das virtudes do civismo. Não é só o rotativismo de poder, disputado entre, apenas, dois partidos, que causa esta indolência moral. É a péssima qualidade intelectual dos políticos. É a clara evidência de que dividem o “bolo” entre eles, substituindo-se nas administrações, nos bancos, nas grandes empresas, aumentando os vencimentos a seu bel-prazer, auferindo-se bónus e mordomias escandalosos. Vem nos jornais. Nada do que digo ou escrevo é resultado de qualquer rancor: factos são factos. (…)
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=446497
Leo, mais ou menos respondi-lhe no outro lado
Obrigado, Antónimo.
Epá, Youri, pensa e diz/ escreve o que quiseres, mas não cases skinhead e neo-nazi na mesma frase, pois com isso estás a prestar um serviço involuntário ao movimento bonehead (ou cabeça de picha) para o qual certamente não queres contribuir. Pode parecer apenas uma questão meramente semântica, mas não o é, é uma cedência à mesma lógica que diz existirem comuno-fascistas ou anarco-capitalistas. Poupa-nos a tais impropérios.
Pronto, a grande preocupação deste Semeador de Favas é juntar «skinhead» e «neo-nazi» na mesma frase e não lhes chamar «bonehead». Mal menor depois do Luís Rainha achar que «PNR» e «neo-nazismo» na mesma frase também achar que não faz lá muito sentido.
Vá lá, eu sei as origens do movimento skinhead – que não considero particularmente interessante, mas isso pouco importa -, e não confundo todos com os neo-nazis: daí estar explícito sobre quais falava.
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