neo-nazismo à solta no Marquês de Pombal

Os governantes, os imigrantes, o Estado, os lóbis (à portuguesa!) e os subsídio dependentes são todos uns porcos que querem chuchar nas tetas de Portugal. Portugal é uma mulher… ? … ah, pois, é a mãe Pátria.

Ver melhor aqui.

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15 Responses to neo-nazismo à solta no Marquês de Pombal

  1. mamas says:

    de notar que os mamilos da mae patria sao muito pouco arianos

  2. Youri Paiva says:

    De facto, foi nisso que reparei. Bem castanhos.

  3. Diana Dionísio says:

    foi a impressão do cartaz… pregou-lhes uma partida
    isto das cores é sempre perigoso

  4. Luis Rainha says:

    Ca ganda confusão. Onde está o nazismo?

  5. Leo says:

    Mais é de mais. escreve Baptista Bastos:

    “(…) A Direita e a Extrema-Direita avançam em toda a Europa. A Europa é uma massa inerte que só existe porque a Alemanha assim o permite. Basta atentar na teimosia abstrusa de Ângela Merkel, no pungente problema grego, para nos apercebermos do carácter unilateral e arbitrário de uma política que somente dá garantias e suporte aos mais fortes. O renascimento da xenofobia, do racismo e dos movimentos neonazis não acontece por acaso. (…)”

    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=448697

  6. Renato Teixeira says:

    No porco, na mama, no lema e no logo. Chega Luís?

  7. Diana says:

    o PNR não é nazi, é só “nacionalista”
    como se vê pelos bibelots que os seus militantes guardam em casa… http://spectrum.weblog.com.pt/arquivo/2007/10/mais_um_cartaz.html

  8. Youri Paiva says:

    Onde está o nazismo? Vamos fingir que não conhecemos o PNR, que o PNR é apenas nacionalista e nada mais, que não tem ligações nenhumas ao movimento skinhead neo-nazi, que a simbologia predominante nas suas manifestações não é a mesma da Alemanha Nazi ou que não fazem concentrações em homenagem ao Rudolf Hess.

  9. Pingback: cinco dias » Exercer democracia popular a partir desta madrugada. Derrotar hoje o que nos há-de matar amanhã. Pintar, rasgar ou queimar. Enfim, destruir.

  10. Leo says:

    A pátria não é de todos, escreve Baptista Bastos:

    (…) “A impotência associada à resignação; seja: o pior que pode acontecer a uma sociedade, abjurante das virtudes do civismo. Não é só o rotativismo de poder, disputado entre, apenas, dois partidos, que causa esta indolência moral. É a péssima qualidade intelectual dos políticos. É a clara evidência de que dividem o “bolo” entre eles, substituindo-se nas administrações, nos bancos, nas grandes empresas, aumentando os vencimentos a seu bel-prazer, auferindo-se bónus e mordomias escandalosos. Vem nos jornais. Nada do que digo ou escrevo é resultado de qualquer rancor: factos são factos. (…)

    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=446497

  11. antónimo says:

    Leo, mais ou menos respondi-lhe no outro lado

  12. Leo says:

    Obrigado, Antónimo.

  13. Semeador de Favas says:

    Epá, Youri, pensa e diz/ escreve o que quiseres, mas não cases skinhead e neo-nazi na mesma frase, pois com isso estás a prestar um serviço involuntário ao movimento bonehead (ou cabeça de picha) para o qual certamente não queres contribuir. Pode parecer apenas uma questão meramente semântica, mas não o é, é uma cedência à mesma lógica que diz existirem comuno-fascistas ou anarco-capitalistas. Poupa-nos a tais impropérios.

  14. Youri Paiva says:

    Pronto, a grande preocupação deste Semeador de Favas é juntar «skinhead» e «neo-nazi» na mesma frase e não lhes chamar «bonehead». Mal menor depois do Luís Rainha achar que «PNR» e «neo-nazismo» na mesma frase também achar que não faz lá muito sentido.

    Vá lá, eu sei as origens do movimento skinhead – que não considero particularmente interessante, mas isso pouco importa -, e não confundo todos com os neo-nazis: daí estar explícito sobre quais falava.

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