O papel histórico da televisão

A questão que o Miguel Cardina e o Nuno levantam não é de somenos. Como aqui escrevi com o PECIII oficializa-se a suspensão da democracia, que também tem reflexos nos comentadores e nas opiniões veiculadas na comunicação social, sobretudo, na televisão.
Nos vários canais de televisão não há uma brecha para um comentador que possa defender uma ruptura nas políticas do capital. Daqui até 24 de Novembro, seguirá a dança de cinzentos engravatados catastrofistas a proferir ameaças e a repetir chavões anti-sindicais, nos termos e moldes utilizados pelo disciplinado Paulo Pedroso, eterno actor de um certo discurso de esquerda sebastiânica que varre os socialistas em tempos pré-eleitorais.
Contudo, abre-se uma brecha na blogosfera nacional, diagnosticável no significativo aumento do número de visitas aqui, no Arrastão, no Vias de Facto ou no Tempo das Cerejas.

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