Em dia de PEC3: “Não estou a combater nenhum governo”

CARTAZ ADULTERADO COM UM POUCO DE VERDADE

“Via” Cantigueiro, LR e Alegre.

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7 Responses to Em dia de PEC3: “Não estou a combater nenhum governo”

  1. Rita diz:

    Explico o problema de Sócrates usando Almeida Santos como espoleta.

    Sócrates é ignorante, Almeida Santos é mau homem. Sócrates não sabe a diferença entre Povo e País ou entre Estado e Nação, Almeida Santos sabe isso tudo, tim-tim por tim-tim mas a sua velhacaria e ganância levam-no a usar a ignorância do PM em seu benefício, como outros andam a fazer há muito, e nem é preciso explicar quem.

    mas eu explico aqui a Sócrates recorrendo a uma metáfora avacalhada:

    Povo é a carne e o sangue do animal, país é a sua pele transformada em malas de senhora por uma casa afamada e “fashion”, Estado é o uso que se dá à mala de senhora, Nação é a forma como se alimenta a vaca ou, no limite, a dignidade com que se sangra a vaca.

    E se um dia Sócrates tiver oportunidade de perceber isto sozinho, porque aquela impetuosidade bem dirigida pode frutificar, atalhará caminho, caso contrário, não será mais que o bueiro por onde escorre o sangue do animal açougado por tipos como Almeida Santos.

    Andou Sócrates a ler Gore Vidal, não é que lhe possa fazer mal, embora mal lido possa ser catastrófico, mas a solução é o senhor marcar férias para ler Agostinho da Silva e Vieira de forma competente. Creio que essa a melhor forma de a metáfora avacalhada ser entendida.

    Porque o problema de Portugal, outra entidade que o PM não entendeu ainda, embora essa creio que jamais poderá perceber, não está na bandalheira da economia, está na distinção dos elementos que compôem a metáfora avacalhada: Povo-País-Nação-Estado.

    Temo o pior.

    Rita

  2. Renato Teixeira diz:

    A dúvida persiste: para que quer Alegre o apoio desta gente? Porque apoia o BE Alegre se alegre é o candidato desta gente?

  3. é incompreensivel que louça e socrates apoiem alegre e não estejam dispostos a aparecer juntos em publico. noutros países não acontece.

    a politica portuguesa precisa mesmo de mudar de mentalidades e actores

  4. Considerei longamente a lua do teu rosto, na noute da
    minha desgraça e logo, ao pé de ti, gozei da abundância,
    no ano da má colheita.
    Mas não cessei de viver à boa sombra das tuas graças,
    recordando os dias felizes em que me estimavas…
    A minha vida então, sob essa sombra protectora, era feliz;
    e dos campos férteis corria às nascentes abundantes…

    Ibn As Sid, dirigindo-se a Al Musta’ In, príncipe de Saragoça, há muito muito tempo.

    Outras poesias…

    😉

  5. Renato Teixeira diz:

    Ora aí está uma boa nota. Alegre devia exigir que Louçã e Sócrates falassem em uníssono pelo menos no comício de encerramento da campanha. Porque é que me cheira que isso não vai acontecer?

  6. LAM diz:

    Se as eleições presidenciais tinham até aqui uma importância muito relativa, a partir de agora diria que são absolutamente cagativas. Para o que estava em causa e agora se agravou, é indiferente o resultado ou qualquer correlação de forças políticas que daí possa vir. Nada do que é a dinâmica instalada de lavagem contínua das mentes pelos órgãos de comunicação do capital (governo e grupos de comunicação social ), será beliscado seja quem for o vencedor das eleições, sejam quais forem as somas dos resultados dos candidatos apoiados pelas esquerdas (metendo aqui tudo no mesmo balde). Ou é na rua que isto vira, ou não é.

  7. Renato Teixeira diz:

    Indeed LAM, mas Alegre continua a ser a grande aposta para que a rua continue sem decidir nada.

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