Desculpem lá andar com as canetas todas molhadas e sem tempo para escrever mais frequentemente… desculpem também levar com um desabafo pouco desenvolvido. Tenham total certeza que é sincero (dissimulem o vernáculo):
A min o que máis me fode, o que máis pena me dá é que a primeira cousa que aprenden os meus alunos é ficar “a quatro” e non ollar nos ollos dos máis vellos cando lles falan.





«A min o que máis me fode», foi abrir hoje a televisão e ver que o partido do Sr. Alegre vai novamente fazer um corte nos apoios sociais aos mais necessitados, enquanto continua a engordar a pão-de-ló os empresários subsidiados do regime e toda uma casta de mamões e chulos que vivem directamente do Orçamento de Estado!
Era bom saber o que é que o bardo Alegre pensa do «estado sucial» do Sr.Inginheiro da Treta.
Eu sei que isto é off-topic, mas de momento é o que está fodendo mais o meu juízo…
Entende-se que é o que me fode do primeiro dia de curso. Há outras coisas na minha vida que me chateiam mais do que isso, desgraçadamente.
Mande os off-topics que queira, sempre será bem-vindo.
não sei se é mau português ou mirandês. para o caso é a mesma coisa.
Isto deveria dar alguma pista ao Francisco sobre o idioma no que está escrito o fragmento.
http://5dias.net/2010/05/17/quem-e-este-imbecil/
O mirandês é “mau português”? Primeira noticia que tenho…
imbecil está bem escrito.notícia, em português, leva “um tracinho em cima do i a seguir ao t.o português é assim. quanto ao “mirandês”não sei se é porque também não me interessa perder o meu tempo com pantomineirices do lobi transmontano – sucialista.a maioria das terras da raia devido ao isolamento criaram formas diferentes de falar o português.não é falar mal o português é uma forma diferente e criativa de falar o português.o barranquenho é uma delas. nunca passou “pela cabeça” passar a ser outra língua que não o português.tudo o resto são vaidades.vanitas.tão bem que lhe assenta o imbecil.
depois que escrevi o que anteriormente está escrito fiz o que devia ter feito antes de ter escrito o que escrevi.quanto ao “mirandês”está escrito e não se muda qualquer letra ou vírgula.quanto ao galego nada a dizer “Bem sei que non hai nada
Novo en baixo do ceo,
Que antes outros pensaron
As cousas que ora eu penso.
E bem, ¿para que escribo?
E bem, porque así semos,
Relox que repetimos
Eternamente o mesmo.”adeus vou com as aves. esta parte foi roubada a Eugénio de Andrade a outra mais acima a Rosalia de Castro. estão bem um para o outro.
Antes de mais, obrigado por nao retirar o de imbecil. (e falo sem ironia).
O notícia foi um “lapsus digitae”, coisa comum em mim. Já as tenho feito piores. Antes que me acuse de nao marcar nasalidades: ando com problemas no computador e só arranjei um teclado… espanhol (veja lá!).
Agora, saltando o fútil, vamos ao tema do Mirandês:
Comecei escrevendo um comentário, mas acho que será mais proveitoso para os visitantes do blog que esta conversa avance noutro comentário separado. Convido ao Francisco a passar por lá e prosseguirmos a nossa conversa. (Acredite que nao pertenço a agrupaçao sucialista nenhuma, muito menos trasmontana. Pantomineiro sou bastante, mas também nao é a pior da minhas qualidades).
Um abraço, espero que continuemos a falar.
(parabéns pelas suas leituras, por certo)
Francisco:
Estou a piques de arrancar os olhos por culpa da ausência de nasalidade. Portanto vou lançar a posta na segunda, depois de passar pelo computador do gabinete e corrigir os -aos e -oes.
abraço
quanto ao teclado também já sofri do mesmo. claro que retiro o imbecil.foi uma imbecilidade ter escrito imbecil.está ali a mais sem dúvida.gosto da ironia como gosto de facas afiadas.abraço
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