
Foi há 28 anos que a Falange libanesa, com o apoio do exército israelita sob comandado de Ariel Sharon, levou a cabo um dos mais selvagens e cobardes massacres do conflito israelo-árabe. Sabra e Chatila, dois bairros de lata de exilados palestinianos do subúrbio de Beirute, foram alvo de uma operação de limpeza étnica e política que semeou pelo menos 1700 mortos (números oficiais – fontes no terreno afirmam que o número real de vítimas pode ter chegado às 4000) em apenas 48 horas. A carnificina aconteceu durante as noites de 16 e 17 de Setembro de 1982, num banho de sangue que tirou a vida maioritariamente a mulheres e crianças. O ocidente assistiu impávido ou pouco sereno, mas ninguém mexeu uma palha para parar a matança indiscriminada. Quando se fala de justiça naquela região, quando se tenta perceber quem é a vitima e quem é o agressor, este episódio é seguramente central para responder a essas dúvidas. Robert Fisk, um dos poucos jornalistas que testemunhou tudo o que se passou, descreve este momento como o mais horripilante nos seus 34 anos de Médio Oriente. As imagens, os relatos dos sobreviventes e os próprios relatórios das autoridades libanesas e israelitas, confirmam o resto.
Sabra e Chatila: Nunca Mais!
Conheça mais da história do massacre aqui e veja, se tiver estômago, o vídeo em anexo:
http://video.google.com/videoplay?docid=6336415675885992144#Alberto





o assassino tem nome: Ariel Sharon. Morreu (ou estará embalsamado?) sem ser julgado.
Não foi infelizmente o único assassino, mas foi seguramente o principal.
O único general israelita que valia a pena foi assassinado por um fundamentalista qualquer (Ythzak Rabin).
Foi esse gajú que abriu uma antiga estrada romana com meia dúzia de miúdos do Palmach para abastecer 150.000 judeus sitiados e a morrer de fome na Jerusalém antiga, e teve que passar através do melhor exército árabe que havia, a Legião Árabe de John Glubb “Pacha”, feita para o rei Abdullah da Jordânia, crei que é o tio do actual.
🙁