Não sei se a prosa que se segue é idiota ou simplesmente demencial. Hesito. Independentemente disso, importa pouco, emanam dela muitos e bons motivos para não votar Manuel Alegre nas próximas eleições presidenciais e para continuar a dar toda a publicidade ao pós-leninismo:
Pelo andar da carruagem, a candidatura do Alegre ainda vai pedir a estes tipos que não abram mais a boca até ao fim das eleições.
PS: Um comentador, rg, parece ter descoberto a finalidade do texto citado e as razões do seu jeito. Trata-se na verdade de uma letra para uma música pimba para os comícios do Alegre. Ao contrário do que comecei por intuir, está longe de poder ser considerado uma declaração política. Ao escriba, as minhas desculpas e os mais sinceros parabéns. Espero que algum dia o Nel Monteiro lhe dê o crédito devido.
Quem lê ou ouve a ladainha deste desmiolado «pós-leninista», de sua graça Francisco Silva, fica de facto impressionado com o argumentário dalguma «esquerda da esquerda», a qual a todo o custo quer impingir a catastrófica pré-campanha alegrista.
Apetece-se citar o grande Lenine:
«Um imbecil pode, por si só, levantar dez vezes mais problemas que dez sábios não conseguiriam resolver».
De facto este Xico «pós-leninista» é um imbecil chapado.
Como sou daquela esquerda, e como já venho dizendo à muito, não voto no Poeta em volta nenhuma, nem primeira nem segunda, este é mesmo o candidato situacionista.
rg tem toda a razão. Um verdadeira letra de “música”. Muito pimba, é verdade, mas com um inegável traços melódicos.
Orlando, se coloca as coisas assim também me sinto capaz de dizer que sou “dessa” esquerda. No sentido em que não me enquadro em nenhuma das ortodoxias. Não obstante os meus parabéns por pensar pela própria cabeça e não comer comida mastigada.
Simplesmente ridículo. Então, para ser de “esquerda” hoje basta ser anti-Cavaco, mesmo que seja ao lado do Sócrates e do aparelho PS. Mais, defender um país com mais democracia, menos precariedade, com um estado social forte, com quem?? Precisamente com o PS!
Adicione-se a isto um texto completamente demencial, com tácticas retóricas dignas da pré-primária. Enfim, deixem lá que o rapaz ainda há uns anos andava a brincar com playmobil’s (ou melhor, com uma playstation ou uma coisa assim).
E dentro desse paralelismo repara numa coisa: nenhuma demarcação com o PS. Nenhuma diferença a assinalar. Apenas os “puros” no alvo, que quer que estejam com ele na segunda volta, mas já se sabe que não é para ganhar a Cavaco, mas para lhes chamar “oportunistas”. É como convidar alguém para jantar e tratar mal o convidado à mesa. Sei lá, não há paralelo suficiente bom para a parvoíce.
Há 5 anos não apoiaram Alegre, quando a demarcação de Sócrates e companhia era evidente. Agora apoiam e usam uma argumentação que é menos actual agora que em 2006. Demasiado ridículo para ser verdade.
Repetirei a pergunta óbvia ao Bloco num post, à espera de finalmente obter uma resposta convincente.
Renato, muitas vezes o que nos salta aos olhos é que o inimigo dos Louçanistas é a sua esquerda, e preferem-se aliar a sectores direitistas para derrotar esta. Decerto que isto te fará lembrar outros contextos históricos…
João, quando se faz política em nome do farol interessa pouco a razão das coisas. Vibra-se com a luz do faroleiro, com maior ou menor intensidade.
James Cook Alvega, Não é o “under” mas o “statement” que interessa compreender. Não é fácil, mas vale a pena. Em qualquer dos casos, sem sombra de dúvida, o “tuguês do ano”.
E Joao Torgal, o Blokkum é uma misturada de restos disto, daquilo e daqueloutro. Écomo se fosse um rafeiro, o comportamento é meio imprevisível.
Tanto pode dar para aki como para ali, depende de quem estiver mais acordado à hora certa.
Nem sequer entendo a pachôrra do Chico p’ra levar com aquela gajada toda, eu já me teria ido embora hà muito.
O PêQuêPê não presta p’ra nada, mas tem a vantagem competitiva de ser mais constante.
É aquilo, daqui não saio, daqui ninguém me tira.
Não admira que eu recuse em dar-me ao trabalho de ir recuperar o meu perdido cartão de eleitor, vão lá V.Exas…
Foi bonito de se ver aquela “esquerda” bloquista, juntamente com a cambada governamental anti-operária, no comicio em Lisboa. Não era o José Manuel Pureza com o Almeida Santos no palco? O auge da masturbação unitária será quando, no palanque, surgir o Sócrates e o Louçã!
Manuel Monteiro
Grande Manuel Monteiro, e há fotos disso? Quanto a ter Sócrates e Louçã no mesmo palanque acho que podes tirar o cavalo da chuva. Como diz algures o vídeo acima, Eles podem ser idiotas mas não são parvos.
Aquele abraço.
O que era ja’ nao e’.
O que e’ nao sera’
Nada e’ o que parece.
Nada e’ o que foi
—
Leonel M
Alegre, sozinho, arrasta Louça e Socrates para a valeta. Acreditem em mim. Sozinho ele consegue o que nenhum de Vos conseguiu ou conseguira. Nada mais simples. Cavaco vencera estas eleicoes sem qq problema. Gente estupida merece isso mesmo: DERROTA.
PS: O Vosso candidato parece uma reliquia antropologica.
A aliança de certas pessoas que já foram aderentes ao BE, com os sectários do PCP, e uma coisa digna de se ler…tão amigos que eles são…
Só que a crédito merecem as criticas de Renato Teixeira ao Bloco de Esquerda é igual ao crédito que merecem as criticas de Zita Seabra ao PCP, equivalem-se…..
Para quando o apoio público do Renato Teixeira ao Francisco Lopes, assim fica tudo claro como água….
Mariamni, tem toda a razão, menos no candidato. Por aqui não há uma posição colectiva sobre nada, muito menos sobre o candidato presidencial. Eu, não devo dar ao trabalho de ir à urna. Se for, anularei o meu voto.
Cumps.
Mariamni, uma pequena correção: Sócrates não é arrastado para a valeta. Ele é o mais inteligente nisto tudo. Ao declarar o apoio a Alegre mantém fiel a si o PS, coopta o BE e não arrisca nem um pouco. Sabe porquê? Porque Sócrates já ganhou. Cavaco ou Alegre, ambos serão fiéis como cordeiros.
Não concordo. Uma derrota que minimiza face a PP Coelho não contribui para a preservação da lealdade partidária. Uma derrota fragiliza a lealdade partidária por uma razão que é tão simples como inevitável: as culpas pela derrota serão atribuídas a alguém. E, como deve saber, ninguém gosta de arcar com culpas.
Socrates viu-se confrontado com um dilema: ou apoiava um candidato perdedor (um candidato que, note-se, poria em causa as probabilidades de vitória de qualquer outro candidato proposto pelo PS) ou propunha um outro candidato que, em virtude da candidatura de Alegre, provavelmente não conseguiria angariar o apoio maioritário do PS ou da esquerda dividida).
Sócrates optou pelo mal menor. Apoiou Alegre para manter o PS unido, mesmo sabendo que ele perderá as eleições presidenciais. Se tivesse optado por um outro candidato, este perderia à mesma as eleições (dado que Alegre dividiria o eleitorado de esquerda) e dividiria o PS. Foi este o cálculo. Não tenho a menor dúvida. Inteligência política de Socrates???? Não me parece. O que ele poderia e deveria ter feito seria isto: Sabendo de antemão que Alegre candidar-se-ia (não é preciso ser-se bruxo para perceber que Alegre jamais desistiria da corrida) poderia ter proposto OUTRO candidato ANTES de Alegre anunciar formalmente a sua intenção de se candidatar. Alegre não é muito inteligente, mas acertou no timing. Anunciou a sua candidatura muito cedo…precisamente para impedir um coup preventivo.
Quanto à tese de que o PS “coopta o BE” devo dizer-lhe que esta explicação não me parece convincente. O BE não se vende ao PS. Os Bées são tão ou mais dogmáticos do que os comunistas. Por razões distintas, claro.
Vejo as coisas de outra forma: O BE de Louçã é que pretende absorver parte do eleitorado do PS (os Soaristas). Já reparou no seguinte: desde que o BE anunciou que apoiava a candidatura de Alegre as criticas de Louçã às políticas económicas do PS intensificaram-se (nos comícios etc). Louçã não é burro.
Todavia, o aspecto essencial de tudo isto é que Alegre está a caminho de uma segunda derrota. O único que pode transformar esta derrota numa vitória é Louçã. Repare: O BE não está enclausurado na expectativa de uma vitória. Se tivesse avançado com o SEU candidato não ganhariam as eleições. Está a pensar nas coisas a longo prazo. Ao associar-se a Alegre demonstra a sua “integridade ideológica” (sobretudo aos old school do PS que ele pretende “cooptar”) Com este rapprochement puramente oportunista ao PS, Louçã consegue algo precioso: acabar com o taboo socialista de não se apoiar o BE. Louçã sabe muito bem que a esquerda tradicional do PS é território fértil. Há muita gente no PS que já não se identifica com o partido, particularmente os mais velhos.
Alegre não seria fiel como cordeiro. Depois de eleito, o seu incurável “romantismo” levar-lhe-ia, certamente, a afirmar ideais que o PS sabe que são simplesmente irrealizáveis na presente “correlação de forças.”
Conclusão:
PCP, na mesma. Mantem integridade ideológica mas continua sendo uma força política marginal.
PS: derrota, culpas, apesar de Socrates preferir, certamente, Cavaco a Alegre nas Presidenciais. Alegre não abdica dos seus ideais. Não é muito inteligente, mas é um homem integro.
PSD: Tem que saber desfrutar da sua vitória E DA derrota de Alegre, PS e BE. Se a derrota do PS-Socrates/BE-Louçã for bem explorada, PP Coelho poderá aproveitar a percepção de fragilidade do governo para conquistar ainda mais território eleitoral.
Há aqui um dado novo que importa considerar: P P Coelho é o único lider partidário a propor algo de radicalmente novo. (em termos de mensagem política. Os comunas andam a propôr algo de radicalmente novo há décadas…LOL LOL) Coelho conseguiu algo de notável na política Portuguesa, independentemente da qualidade do seu programa: alterou os termos do regime interpretativo. (introduziu novos temas, rompeu com o status quo discursivo) Quando isto acontece, das duas uma: ou o eleitorado tradicional (neste caso do PSD) sente-se alienado (pelo “novo”) ou incorpora o que é proposto na sua psiché colectiva…. além disso, o PSD de PCoelho pode conseguir captivar a imaginação de um segmento do eleitorado que sente que há algo de novo no ar. (motivo: fadiga do passado) Isto é, PPC e o PSD deverão, nas próximas eleições, captar o maior numero de pessoas, jovens na sua maioria, que participam pela PRIMEIRA vez num acto eleitoral. O radicalismo de PPC trará os seus dividentos. Não subestimem o impacto do “novo” numa situação de crise grave.
Tudo dependerá do seguinte: a forma como a crise é interpretada e a sua duração. Se os Portgueses começarem a sentir que a crise aproxima-se do fim (seja ou não verdade, pouco importa…) o contexto será menos favorável para PPC-PSD. Se a PERCEPÇÃO de crise (nota: a crise e a sua percepção não são a mesma coisa) se manter…Socrates será humilhado num confronto com o PSD-PP de Coelho e Portas.
O ridiculo desta história toda é que para Sócrates o melhor presidente é Cavaco e Silva, está convencido que ele vai ganhar e por isso se dá a esta brincadeira de apoiar um candidato, Manuel Alegre, que ele sabe que vai perder, nem que para isso ele dê uma ajuda.
O apoio a Alegre permite-lhe por outro lado, voltar a enganar uns incautos mais à esquerda, com este “combate contra o candidato da direita”… até dá vontade de rir”.
O que não deixa de ser significativo e divertido é este apoio do BE e de Louçã a esta estratégia que só vai servira a Sócrates.
Louçã afirma o seu apoio a Alegre ENQUANTO critica Socrates.
Mantem a sua integridade. Contribui para as fissuras do PS (criticando o governo do PS quase nos mesmos termos que Alegre critica as políticas pragmáticas para lidar com a crise). Alarga base eleitoral.
O Louçã não lava as mãos do Socrates. Onde leste isto. O apoio a Alegre é um presente envenenado.
Era isto que Socrates queria em troca: o silêncio do BE neste periodo conturbado de crise. (em nome da solidariedade presidencial!!! LOL LOL)
O BE disse que sim MAS…continuou a criticar. Socrates tem um “aliado” na corrida presidencial que o critica. Situação interessante e muito dificil. Em suma, Socrates foi burro.
Um jogador que não pode ser afastado a criticar o treinador. Pesadelo. Louçã nunca disse que apoiava os programas do PS. Disse que apoia Alegre. Fala sempre na campanha de Alegre. Raramente menciona o Governo.
Raramente menciona o Governo quando fala da candidatura de Alegre.
———–
Duas perguntas:
O Louçã tem criticado o governo?
A resposta é sim, a meu ver.
Esta resposta pode ser facilmente corroborada.
Basta ler os jornais e ouvi-lo.
—-
O Louçã apoia efusivamente o candidato presidencial Alegre?
A resposta é sim.
Esta resposta também pode ser facilmente corroborada. (nos jornais, telejornais etc)
Estes são os factos da presente situação.
Disse sim a Alegre mas continua a criticar o governo. Quando manifesta o seu apoio por Alegre não fala no governo…e vice versa.
Há situações delicadas/complexas/ambivalentes na política. Não se trata apenas de “sim”, “não” e “ponto final.”
A verdade é que os factos em causa não lhe permitem falar desta situação nos termos em que fala.
É evidente que o Renato preferiria que o BE não criticasse o Governo. Assim poderia colar o BE ao Governo da forma que pretende (culpabilizando o BE por se associar ao governo, mantendo o PCP como a única e verdadeira esquerda radical).
A situação é mais complicada do que supõe, julgo eu.
—
O governo pode bem com as críticas do BE, a questão não é essa. É um facto que o BE tece algumas críticas ao governo, estranho seria se não o fosse. A questão é que nenhuma esquerda pode ser “responsável” dando com uma no cravo, outra na ferradura. As pessoas estão um pouco fartas de jogo de bastidores, e política “ambivalente”. Ou se é a alternativa, ou não é. E o povo não é estúpido, nem “chunga” (como eu já ouvi uma dirigente nacional do BE dizer, num acampamento de jovens).
E não acho que o PS prefira Cavaco como presidente. O PS quer um presidente que não levante o pó, e estou certo que Alegre não o fará, tal como Cavaco. Ele próprio afirma que quer cooperação, e uma das suas linhas de argumentação contra Cavaco é que este um presidente algo “conflituoso”.
Ou seja, quando diz que defende o estado social, SNS e isso tudo, o poeta apenas diz que quer que as coisas fiquem como estão, nada mais. O PS também diz que é pró-estado social, e veja-se a sua governação.
Mariamni, desculpe-me o paralelo absurdo, mas o seu esquematismo levou-me para ai. Se eu fumar a pensar só no prazer, e não disser pevide sobre o cancro do pulmão, ficarei imune à doença?
Louçã pode não referir o PS e o Governo quando fala de Alegre. Era o que faltava. Em nenhuma das minhas teses sobre o BE digo que FL tem pouca inteligência. Sabe separar os discursos e sabe para quem e como fala. Do ponto de vista técnico é dos melhores quadros da esquerda deste país. Politicamente nunca esteve tão errado.
No mesmo sentido do que disse o A.Silva, neste momento e até ao fim das eleições até as críticas do BE dão ares de esquerda ao PS. Estão a tornar-se numa espécie de polícia bom e polícia mau do socialismo democrático.
Tiago Silva, um dirigente nacional do BE a dizer que o povo é “chunga”? Será um dos pós-leninistas que tanta ajuda têm dado a mostrar que “chunga” é a candidatura do Alegre?
Não fica imune à doença. O Louçã e o BE não desfrutam de imunidade. Os posts do 5dias (etc) a criticar a cumplicidade BE-PS demonstra precisamente isto.
Quanto ao seu segundo ponto, concordo. Louçã é extremamente inteligente e astuto. Ele sabe que se o BE não alargar o seu eleitorado jamais poderá ser governo da nação. Presumo que seja isto que ele-BE pretende: ser governo.
“até as críticas do BE dão ares de esquerda ao PS.”
Está a querer transformar as críticas embaraçosas do BE ao governo num recurso do PS?? Critica é critica. (apetece-me escrever “ponto final, mas prontos!!) Sinceramente, isto é que me parece uma perfeita tolice. As criticas do BE não beneficiam o PS. Muito pelo contrário.
Resta apenas saber quem é que acabará com um cancro no pulmão: PS ou BE?
Concordo consigo. Os cidadãos estão fartos de ambivalência, jogos de bastidores etc.
Tudo isto é nojento. Eu também gosto de clareza e considero-a uma grande virtude política.
Tivesse o BE escolhido o Rosas é provável que conseguissem atrair algum eleitorado do PCP e do PS. Além disso, mantinham a (percepção) a integridade ideológica do BE. Louçã é inteligente mas não é genial.
“[...]um dirigente nacional do BE a dizer que o povo é “chunga”? Será um dos pós-leninistas que tanta ajuda têm dado a mostrar que “chunga” é a candidatura do Alegre?”
Na altura ainda os “pós-leninistas” andavam a ver o buéréré. Dirigentes juvenis de outros tempos, portanto. Tempos que, com todas as limitações que houvessem, ainda não éramos acusados de ser “oportunistas puros” por não apoiar um candidato da “esquerda” neoliberal.
Devo dizer que prefiro ouvir o prof Adriano Moreira. É excessivamente elaborado quando escreve. Quase barroco, por vezes.
O seu candidato é pior do que tortura chinesa. Né de cinco em cinco palavras. Raciocinios pré-moldados, repetidos ad nauseum ad eternum. Não são raras as vezes em que julga, erradamente claro, que a asserção é uma forma elaborada de demonstração ou explicação. Enfim.
Leu o Weber e o Marx tarde de mais. Exalta-se muito facilmente. E, claro, é um homem profundamente religioso. Naaah.
Quem lê ou ouve a ladainha deste desmiolado «pós-leninista», de sua graça Francisco Silva, fica de facto impressionado com o argumentário dalguma «esquerda da esquerda», a qual a todo o custo quer impingir a catastrófica pré-campanha alegrista.
Apetece-se citar o grande Lenine:
«Um imbecil pode, por si só, levantar dez vezes mais problemas que dez sábios não conseguiriam resolver».
De facto este Xico «pós-leninista» é um imbecil chapado.
Caro Abílio, “este Xico” levanta mais soluções do que problemas. Não lhe parece?
Parece mais a letra de uma canção
Como sou daquela esquerda, e como já venho dizendo à muito, não voto no Poeta em volta nenhuma, nem primeira nem segunda, este é mesmo o candidato situacionista.
rg tem toda a razão. Um verdadeira letra de “música”. Muito pimba, é verdade, mas com um inegável traços melódicos.
Orlando, se coloca as coisas assim também me sinto capaz de dizer que sou “dessa” esquerda. No sentido em que não me enquadro em nenhuma das ortodoxias. Não obstante os meus parabéns por pensar pela própria cabeça e não comer comida mastigada.
Simplesmente ridículo. Então, para ser de “esquerda” hoje basta ser anti-Cavaco, mesmo que seja ao lado do Sócrates e do aparelho PS. Mais, defender um país com mais democracia, menos precariedade, com um estado social forte, com quem?? Precisamente com o PS!
Adicione-se a isto um texto completamente demencial, com tácticas retóricas dignas da pré-primária. Enfim, deixem lá que o rapaz ainda há uns anos andava a brincar com playmobil’s (ou melhor, com uma playstation ou uma coisa assim).
E dentro desse paralelismo repara numa coisa: nenhuma demarcação com o PS. Nenhuma diferença a assinalar. Apenas os “puros” no alvo, que quer que estejam com ele na segunda volta, mas já se sabe que não é para ganhar a Cavaco, mas para lhes chamar “oportunistas”. É como convidar alguém para jantar e tratar mal o convidado à mesa. Sei lá, não há paralelo suficiente bom para a parvoíce.
Há 5 anos não apoiaram Alegre, quando a demarcação de Sócrates e companhia era evidente. Agora apoiam e usam uma argumentação que é menos actual agora que em 2006. Demasiado ridículo para ser verdade.
Repetirei a pergunta óbvia ao Bloco num post, à espera de finalmente obter uma resposta convincente.
Demencial é o understatement (como é que de dix isto em ‘tuguês ??) do ano…
Renato, muitas vezes o que nos salta aos olhos é que o inimigo dos Louçanistas é a sua esquerda, e preferem-se aliar a sectores direitistas para derrotar esta. Decerto que isto te fará lembrar outros contextos históricos…
Perfeitamente, Tiago.
João, quando se faz política em nome do farol interessa pouco a razão das coisas. Vibra-se com a luz do faroleiro, com maior ou menor intensidade.
James Cook Alvega, Não é o “under” mas o “statement” que interessa compreender. Não é fácil, mas vale a pena. Em qualquer dos casos, sem sombra de dúvida, o “tuguês do ano”.
E Joao Torgal, o Blokkum é uma misturada de restos disto, daquilo e daqueloutro. Écomo se fosse um rafeiro, o comportamento é meio imprevisível.
Tanto pode dar para aki como para ali, depende de quem estiver mais acordado à hora certa.
Nem sequer entendo a pachôrra do Chico p’ra levar com aquela gajada toda, eu já me teria ido embora hà muito.
O PêQuêPê não presta p’ra nada, mas tem a vantagem competitiva de ser mais constante.
É aquilo, daqui não saio, daqui ninguém me tira.
Não admira que eu recuse em dar-me ao trabalho de ir recuperar o meu perdido cartão de eleitor, vão lá V.Exas…
Foi bonito de se ver aquela “esquerda” bloquista, juntamente com a cambada governamental anti-operária, no comicio em Lisboa. Não era o José Manuel Pureza com o Almeida Santos no palco? O auge da masturbação unitária será quando, no palanque, surgir o Sócrates e o Louçã!
Manuel Monteiro
Grande Manuel Monteiro, e há fotos disso? Quanto a ter Sócrates e Louçã no mesmo palanque acho que podes tirar o cavalo da chuva. Como diz algures o vídeo acima, Eles podem ser idiotas mas não são parvos.
Aquele abraço.
O que era ja’ nao e’.
O que e’ nao sera’
Nada e’ o que parece.
Nada e’ o que foi
—
Leonel M
Alegre, sozinho, arrasta Louça e Socrates para a valeta. Acreditem em mim. Sozinho ele consegue o que nenhum de Vos conseguiu ou conseguira. Nada mais simples. Cavaco vencera estas eleicoes sem qq problema. Gente estupida merece isso mesmo: DERROTA.
PS: O Vosso candidato parece uma reliquia antropologica.
A aliança de certas pessoas que já foram aderentes ao BE, com os sectários do PCP, e uma coisa digna de se ler…tão amigos que eles são…
Só que a crédito merecem as criticas de Renato Teixeira ao Bloco de Esquerda é igual ao crédito que merecem as criticas de Zita Seabra ao PCP, equivalem-se…..
Para quando o apoio público do Renato Teixeira ao Francisco Lopes, assim fica tudo claro como água….
Mariamni, tem toda a razão, menos no candidato. Por aqui não há uma posição colectiva sobre nada, muito menos sobre o candidato presidencial. Eu, não devo dar ao trabalho de ir à urna. Se for, anularei o meu voto.
Cumps.
Há vídeos…
http://www.tvi24.iol.pt/politica/manuel-alegre-alegre-psd-estado-social-presidenciais-tvi24/1190970-4072.html
http://tv2.rtp.pt/noticias/?t=Manuel-Alegre-promete-defender-o-Estado-Social.rtp&headline=20&visual=9&article=374671&tm=9
Mariamni, uma pequena correção: Sócrates não é arrastado para a valeta. Ele é o mais inteligente nisto tudo. Ao declarar o apoio a Alegre mantém fiel a si o PS, coopta o BE e não arrisca nem um pouco. Sabe porquê? Porque Sócrates já ganhou. Cavaco ou Alegre, ambos serão fiéis como cordeiros.
Tese:
Sócratix é o que poderíamos chamar um mal mecessário.
O problema: os melhores de entre nós não estão para se sujeitar a isso da ‘coisa pública’, levar depois com toda a gente que não está contente, etc.
Preferem ir tratar da própria vidinha.
Não sou ninguém para os/as censurar.
De modo que sobra para tipos/as desse nível, queriam o quê ?
Tão inevitável como a morte e os impostos…
Olá Tiago,
Não concordo. Uma derrota que minimiza face a PP Coelho não contribui para a preservação da lealdade partidária. Uma derrota fragiliza a lealdade partidária por uma razão que é tão simples como inevitável: as culpas pela derrota serão atribuídas a alguém. E, como deve saber, ninguém gosta de arcar com culpas.
Socrates viu-se confrontado com um dilema: ou apoiava um candidato perdedor (um candidato que, note-se, poria em causa as probabilidades de vitória de qualquer outro candidato proposto pelo PS) ou propunha um outro candidato que, em virtude da candidatura de Alegre, provavelmente não conseguiria angariar o apoio maioritário do PS ou da esquerda dividida).
Sócrates optou pelo mal menor. Apoiou Alegre para manter o PS unido, mesmo sabendo que ele perderá as eleições presidenciais. Se tivesse optado por um outro candidato, este perderia à mesma as eleições (dado que Alegre dividiria o eleitorado de esquerda) e dividiria o PS. Foi este o cálculo. Não tenho a menor dúvida. Inteligência política de Socrates???? Não me parece. O que ele poderia e deveria ter feito seria isto: Sabendo de antemão que Alegre candidar-se-ia (não é preciso ser-se bruxo para perceber que Alegre jamais desistiria da corrida) poderia ter proposto OUTRO candidato ANTES de Alegre anunciar formalmente a sua intenção de se candidatar. Alegre não é muito inteligente, mas acertou no timing. Anunciou a sua candidatura muito cedo…precisamente para impedir um coup preventivo.
Quanto à tese de que o PS “coopta o BE” devo dizer-lhe que esta explicação não me parece convincente. O BE não se vende ao PS. Os Bées são tão ou mais dogmáticos do que os comunistas. Por razões distintas, claro.
Vejo as coisas de outra forma: O BE de Louçã é que pretende absorver parte do eleitorado do PS (os Soaristas). Já reparou no seguinte: desde que o BE anunciou que apoiava a candidatura de Alegre as criticas de Louçã às políticas económicas do PS intensificaram-se (nos comícios etc). Louçã não é burro.
Todavia, o aspecto essencial de tudo isto é que Alegre está a caminho de uma segunda derrota. O único que pode transformar esta derrota numa vitória é Louçã. Repare: O BE não está enclausurado na expectativa de uma vitória. Se tivesse avançado com o SEU candidato não ganhariam as eleições. Está a pensar nas coisas a longo prazo. Ao associar-se a Alegre demonstra a sua “integridade ideológica” (sobretudo aos old school do PS que ele pretende “cooptar”) Com este rapprochement puramente oportunista ao PS, Louçã consegue algo precioso: acabar com o taboo socialista de não se apoiar o BE. Louçã sabe muito bem que a esquerda tradicional do PS é território fértil. Há muita gente no PS que já não se identifica com o partido, particularmente os mais velhos.
Alegre não seria fiel como cordeiro. Depois de eleito, o seu incurável “romantismo” levar-lhe-ia, certamente, a afirmar ideais que o PS sabe que são simplesmente irrealizáveis na presente “correlação de forças.”
Conclusão:
PCP, na mesma. Mantem integridade ideológica mas continua sendo uma força política marginal.
PS: derrota, culpas, apesar de Socrates preferir, certamente, Cavaco a Alegre nas Presidenciais. Alegre não abdica dos seus ideais. Não é muito inteligente, mas é um homem integro.
PSD: Tem que saber desfrutar da sua vitória E DA derrota de Alegre, PS e BE. Se a derrota do PS-Socrates/BE-Louçã for bem explorada, PP Coelho poderá aproveitar a percepção de fragilidade do governo para conquistar ainda mais território eleitoral.
Há aqui um dado novo que importa considerar: P P Coelho é o único lider partidário a propor algo de radicalmente novo. (em termos de mensagem política. Os comunas andam a propôr algo de radicalmente novo há décadas…LOL LOL) Coelho conseguiu algo de notável na política Portuguesa, independentemente da qualidade do seu programa: alterou os termos do regime interpretativo. (introduziu novos temas, rompeu com o status quo discursivo) Quando isto acontece, das duas uma: ou o eleitorado tradicional (neste caso do PSD) sente-se alienado (pelo “novo”) ou incorpora o que é proposto na sua psiché colectiva…. além disso, o PSD de PCoelho pode conseguir captivar a imaginação de um segmento do eleitorado que sente que há algo de novo no ar. (motivo: fadiga do passado) Isto é, PPC e o PSD deverão, nas próximas eleições, captar o maior numero de pessoas, jovens na sua maioria, que participam pela PRIMEIRA vez num acto eleitoral. O radicalismo de PPC trará os seus dividentos. Não subestimem o impacto do “novo” numa situação de crise grave.
Mariamni Emms
Tudo dependerá do seguinte: a forma como a crise é interpretada e a sua duração. Se os Portgueses começarem a sentir que a crise aproxima-se do fim (seja ou não verdade, pouco importa…) o contexto será menos favorável para PPC-PSD. Se a PERCEPÇÃO de crise (nota: a crise e a sua percepção não são a mesma coisa) se manter…Socrates será humilhado num confronto com o PSD-PP de Coelho e Portas.
O ridiculo desta história toda é que para Sócrates o melhor presidente é Cavaco e Silva, está convencido que ele vai ganhar e por isso se dá a esta brincadeira de apoiar um candidato, Manuel Alegre, que ele sabe que vai perder, nem que para isso ele dê uma ajuda.
O apoio a Alegre permite-lhe por outro lado, voltar a enganar uns incautos mais à esquerda, com este “combate contra o candidato da direita”… até dá vontade de rir”.
O que não deixa de ser significativo e divertido é este apoio do BE e de Louçã a esta estratégia que só vai servira a Sócrates.
Ou seja, Louçã lava a mão a Sócrates mesmo sem ter que deixar de falar mal dele. Genial.
Não, Renato.
Louçã afirma o seu apoio a Alegre ENQUANTO critica Socrates.
Mantem a sua integridade. Contribui para as fissuras do PS (criticando o governo do PS quase nos mesmos termos que Alegre critica as políticas pragmáticas para lidar com a crise). Alarga base eleitoral.
O Louçã não lava as mãos do Socrates. Onde leste isto. O apoio a Alegre é um presente envenenado.
Percebeste?
Era isto que Socrates queria em troca: o silêncio do BE neste periodo conturbado de crise. (em nome da solidariedade presidencial!!! LOL LOL)
O BE disse que sim MAS…continuou a criticar. Socrates tem um “aliado” na corrida presidencial que o critica. Situação interessante e muito dificil. Em suma, Socrates foi burro.
Um jogador que não pode ser afastado a criticar o treinador. Pesadelo. Louçã nunca disse que apoiava os programas do PS. Disse que apoia Alegre. Fala sempre na campanha de Alegre. Raramente menciona o Governo.
A. Silva, a isso que disse chama-se perspicácia.
Nada mais a acrescentar…
Alarga a base social? Apoiando o candidato do governo que critica? Isso é ciência oculta ou comprova-se com factos?
O BE não disse sim Mas. Disse sim ponto final.
Desculpe.
correcção
Raramente menciona o Governo quando fala da candidatura de Alegre.
———–
Duas perguntas:
O Louçã tem criticado o governo?
A resposta é sim, a meu ver.
Esta resposta pode ser facilmente corroborada.
Basta ler os jornais e ouvi-lo.
—-
O Louçã apoia efusivamente o candidato presidencial Alegre?
A resposta é sim.
Esta resposta também pode ser facilmente corroborada. (nos jornais, telejornais etc)
Estes são os factos da presente situação.
Disse sim a Alegre mas continua a criticar o governo. Quando manifesta o seu apoio por Alegre não fala no governo…e vice versa.
Há situações delicadas/complexas/ambivalentes na política. Não se trata apenas de “sim”, “não” e “ponto final.”
A verdade é que os factos em causa não lhe permitem falar desta situação nos termos em que fala.
É evidente que o Renato preferiria que o BE não criticasse o Governo. Assim poderia colar o BE ao Governo da forma que pretende (culpabilizando o BE por se associar ao governo, mantendo o PCP como a única e verdadeira esquerda radical).
A situação é mais complicada do que supõe, julgo eu.
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O governo pode bem com as críticas do BE, a questão não é essa. É um facto que o BE tece algumas críticas ao governo, estranho seria se não o fosse. A questão é que nenhuma esquerda pode ser “responsável” dando com uma no cravo, outra na ferradura. As pessoas estão um pouco fartas de jogo de bastidores, e política “ambivalente”. Ou se é a alternativa, ou não é. E o povo não é estúpido, nem “chunga” (como eu já ouvi uma dirigente nacional do BE dizer, num acampamento de jovens).
E não acho que o PS prefira Cavaco como presidente. O PS quer um presidente que não levante o pó, e estou certo que Alegre não o fará, tal como Cavaco. Ele próprio afirma que quer cooperação, e uma das suas linhas de argumentação contra Cavaco é que este um presidente algo “conflituoso”.
Ou seja, quando diz que defende o estado social, SNS e isso tudo, o poeta apenas diz que quer que as coisas fiquem como estão, nada mais. O PS também diz que é pró-estado social, e veja-se a sua governação.
Mariamni, desculpe-me o paralelo absurdo, mas o seu esquematismo levou-me para ai. Se eu fumar a pensar só no prazer, e não disser pevide sobre o cancro do pulmão, ficarei imune à doença?
Louçã pode não referir o PS e o Governo quando fala de Alegre. Era o que faltava. Em nenhuma das minhas teses sobre o BE digo que FL tem pouca inteligência. Sabe separar os discursos e sabe para quem e como fala. Do ponto de vista técnico é dos melhores quadros da esquerda deste país. Politicamente nunca esteve tão errado.
No mesmo sentido do que disse o A.Silva, neste momento e até ao fim das eleições até as críticas do BE dão ares de esquerda ao PS. Estão a tornar-se numa espécie de polícia bom e polícia mau do socialismo democrático.
Tiago Silva, um dirigente nacional do BE a dizer que o povo é “chunga”? Será um dos pós-leninistas que tanta ajuda têm dado a mostrar que “chunga” é a candidatura do Alegre?
Renato,
Não fica imune à doença. O Louçã e o BE não desfrutam de imunidade. Os posts do 5dias (etc) a criticar a cumplicidade BE-PS demonstra precisamente isto.
Quanto ao seu segundo ponto, concordo. Louçã é extremamente inteligente e astuto. Ele sabe que se o BE não alargar o seu eleitorado jamais poderá ser governo da nação. Presumo que seja isto que ele-BE pretende: ser governo.
“até as críticas do BE dão ares de esquerda ao PS.”
Está a querer transformar as críticas embaraçosas do BE ao governo num recurso do PS?? Critica é critica. (apetece-me escrever “ponto final, mas prontos!!) Sinceramente, isto é que me parece uma perfeita tolice. As criticas do BE não beneficiam o PS. Muito pelo contrário.
Resta apenas saber quem é que acabará com um cancro no pulmão: PS ou BE?
Só isso.
Os posts do 5dias (etc) a criticar a cumplicidade BE-PS demonstraM precisamente isto.
O meu prognóstico é que vão continuar o mesmo rumo, e como digo na posta abaixo desta, o blind-date vai virar casamento por conveniência.
Tiago,
Concordo consigo. Os cidadãos estão fartos de ambivalência, jogos de bastidores etc.
Tudo isto é nojento. Eu também gosto de clareza e considero-a uma grande virtude política.
Tivesse o BE escolhido o Rosas é provável que conseguissem atrair algum eleitorado do PCP e do PS. Além disso, mantinham a (percepção) a integridade ideológica do BE. Louçã é inteligente mas não é genial.
Renato,
Não será casamento. Enganas-te.
O tempo dirá qual de nós acertou na análise da situação.
Eu teria escolhido Adriano Moreira para candidato a PR. lol
E eu o Carvalho da Silva com o apoio do BE e do PCP.
O Carvalho da Silva é aquele senhor que diz que também já leu Weber-né e Marx-né no programa “Combate de Blogs”??
Esse mesmo. Mas repare, não escreve no DN.
“[...]um dirigente nacional do BE a dizer que o povo é “chunga”? Será um dos pós-leninistas que tanta ajuda têm dado a mostrar que “chunga” é a candidatura do Alegre?”
Na altura ainda os “pós-leninistas” andavam a ver o buéréré. Dirigentes juvenis de outros tempos, portanto. Tempos que, com todas as limitações que houvessem, ainda não éramos acusados de ser “oportunistas puros” por não apoiar um candidato da “esquerda” neoliberal.
Devo dizer que prefiro ouvir o prof Adriano Moreira. É excessivamente elaborado quando escreve. Quase barroco, por vezes.
O seu candidato é pior do que tortura chinesa. Né de cinco em cinco palavras. Raciocinios pré-moldados, repetidos ad nauseum ad eternum. Não são raras as vezes em que julga, erradamente claro, que a asserção é uma forma elaborada de demonstração ou explicação. Enfim.
Leu o Weber e o Marx tarde de mais. Exalta-se muito facilmente. E, claro, é um homem profundamente religioso. Naaah.
Não me convence de forma alguma.