
(Uma ex-adepta da nossa selecção. Lamentavelmente “ex”.)
No dia 11 de Setembro, em Lisboa, a partir das 15.00, será realizada uma reunião geral da candidatura de Manuel Alegre, com todos os mandatários e coordenadores nacionais e distritais da campanha. A parte final da reunião, no Centro Cultural de Belém, às 18.30, será aberta a todos os apoiantes, com intervenções de António Carlos dos Santos, Mandatário Financeiro, Maria de Belém Roseira, Mandatária Nacional, Daniel Sampaio, Mandatário de Lisboa e Manuel Alegre. Participa e traz outro amigo também!
Ora, eis em antevisão uma das linhas do discurso, ou dos discursos que esfusiantemente ouviremos:
Não estou a gostar nada do que estou a ver e tem de ser resolvido muito depressa, porque a selecção nacional representa o país e é um grande símbolo (…).
(M. Alegre)
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Não faltarei à grandiosa festa da espuma, já preparei aqui a minha suvela não vá encontrar alguma representante afrancezada dos conselhos operários das classes em luta.
Vai Carlos, vota Conde.
Então e não podem ir buscar a Patrocínio?
Não há dúvida de que se trata de uma excelente forma de festejar o 11 de Setembro…
Lá estarei, com um cesto de tomates e um pano encharcado, mas endereço desde já os meus parabéns ao vate e seus apoiantes.
É uma muito boa pergunta, Renato.
Mas é uma tipa, essa Patrocínio, que não sabe, como confessou, tirar caroços.
Ora, Alegre já começou a tentar tirá-los: anuncia-se solenemente que a festa do CCB não terá a participação de nenhum líder partidário (da aliança PS-BE).
Alguém, lá por aquelas bandas está a tentar qualquer coisa… muito previsível. Trágica, mesmo. Com cão ou sem cão, não creio que haja caça.
Isto implica igualmente que os conselhos operários não podem ser constituídos por grupos revolucionários. Estes últimos não podem senão propagar essa ideia, explicando aos seus camaradas operários que a classe operária em luta se deve organizar em conselhos surge com a primeira acção de carácter revolucionário; a sua importância e funções cresce à medida que se desenvolve a revolução. Num primeiro tempo, eles podem não passar de simples comissões de greve, constituídas para lutar contra os dirigentes sindicalistas, sempre que as greves ultrapassam as intenções destes últimos e os grevistas recusam acompanhá-los por mais tempo.
As funções dessas comissões tomam mais amplitude com as greves gerais. Os delegados de todas as fábricas são então encarregados de discutir e decidir sobre todas as condições de luta; eles devem tentar transformar as forças combativas dos operários em acções reflectidas, e ver como elas poderão reagir contra as medidas governamentais, as tomadas pelo Exército e as cliques capitalistas. Durante a greve, as decisões serão tomadas pelos próprios operários. Todas as opiniões, vontades, disponibilidades e hesitações das massas não fazem mais que um todo no interior da organização conselhista. Esta torna-se o símbolo, o intérprete do poder dos trabalhadores; mas também não é mais do que o porta-voz que pode ser revogado a todo o momento. De organização ilegal da sociedade capitalista, ela torna-se uma verdadeira força, a qual o governo passa desde então a ter em conta.
Da Trindade ao CCB é a modos que um salto qualitativo. Será que tem descariçador incorporado? Já estou como o almajecta: só de suvela.
E no treinador, já terá uma palavra a dizer? Sempre achei que fazia falta um presidente com visão de jogo.
Depois da candidatura PATRIÓTICA …..( seja lá o que isso possa representar para o PCP)
Temos agora a campanha de cartazes, por uma politica Patriótica e de esquerda.
Não não é uma politica de ESQUERDA e já agora patrioteira.
Sim uma politica PATRIOTEIRA e de esquerda….
Para onde vai o PCP…..
Não tarda, temos o PNR e o PCP , a disputar qual dos dois defende uma politica mais patriota…..
Eis um post «fresco» e «refrescante» para uma longa noite de fim-de-semana.
O prof.Carlos Vidal nunca desilude.
Isto não é «fast-food» nem a mixórdia dos «bigMCs».
É carne de primeira. E certificada.
Quanto ao comentário do inenarrável «Augusto», algumas observações ligeiras:
- A candidatura de Francisco Lopes é de facto uma candidatura operária, nacional e patriótica;
- Não é uma candidatura dum «dandy» ou dum devoto de Santo Huberto, padroeiro dos caçadores;
-É a candidatura melhor posicionada para «obrigar» o Cavaco Silva a ir a 2ª volta e para desmascarar a cumplicidade do actual Presidente na tragédia que se abateu sobre Portugal (já ninguém se lembra da famigerada «cooperação instituicional»?);
-É a única candidatura de esquerda que está no terreno. Não sofre de equívocos nem está travestida de «socialismo» e outras bengalas para enganar os mais crédulos e ingénuos;
-É uma candidatura patriótica, pois os comunistas portugueses amam a sua pátria e o seu povo, e sabem muito bem que perante as ofensivas e chantagens do exterior e perante a ofensiva do sistema capitalista global, o povo e os trabalhadores têm que lutar e estar unidos na defesa dos nossos direitos sociais e históricos;
-Defender a pátria onde nascemos não é uma ideia do passado.
É uma exigência do presente e uma ideia com futuro.
-Não é por acaso que o PCP defende o serviço militar obrigatório, pois a defesa da nossa liberdade e do nosso país, deve estar nas mãos dos filhos do nosso povo, e não na mão de mercenários ou em regimen de sub-contratação a/f de potências ou organizações estrangeiras.
Caro Abilio Rosa,
de primeira, caramba.
E claro que a candidatura de Francisco Lopes é uma forma eficaz de marcar e consolidar um terreno.
E que esse terreno (ou percentagem) é fundamental.
Mas, Francisco Lopes e o PCP já avisaram: não basta forçar uma 2ª volta. Não basta derrotar Cavaco. Isso por si só não tem de ser importante.
O PCP não é bengala de ninguém, por isso cuidado com as alianças à “esquerda”.
(O Bloco não teve cuidado, problema deles.)
Mas a tal festa da espuma, afinal, é aonde, caro Jecta!! Renato, também vais!? Tens Patrocínio!!??
«Os portugueses esperam que o Presidente fale com clareza nos momentos difíceis, que não se esconda por detrás de formalismos, ambiguidades e silêncios geradores de equívocos. A clareza e a frontalidade são um factor de estabilidade para a democracia» Manuel Alegre no CCB, ontem.
tenho dúvidas muitas dúvidas, á minha alma respondes.
Não vês filho, que, desde que tu fitas essa estrela, sou eu quem nela e nos teus olhos briho?
Marotíssimo caro Justiniano.