
*No desenho, troque “armas de destruição em massa” por lapidação e no lugar de Bush imagine Obama.
[Em posta posterior f. acrescenta: “aquilo que passa por esquerda mas mais não é que a putrefacção das ideias mais totalitárias, que acusa milhares, talvez milhões de cidadãos autónomos e anónimos que não suportam a ideia de execuções arbitrárias ou simplesmente de execuções tout court de serem ‘manobrados’ pela cia e pelo ‘sionismo’. gente tão desgraçada, esta, que nada mais vê que ‘instrumentalizações’ e ‘maquinações’ naquilo que há de mais espontâneo e generoso e justo: protestar contra a barbárie.”.
Com esta adenda, os das ideias putrefactas, ficam convencidos que a manifestação de hoje não é bem uma manifestação nem contra o Irão nem contra a lapidação. Trata-se antes de um divã psicanalítico para que a esquerda, a verdadeira, a madura, a democrática, a autónoma e anónima, possa descarregar a sua generosidade. Não interessa nada. Interessa curar as feridas da nossa compaixão, mesmo que sejam bestas piores a pagar a consulta. Estamos entendidos.]





Inês de Medeiros está em Lisboa num sábado?
Talvez vá à de Paris. A precariedade ainda não chegou à Assembleia da República embora pelos vistos já tenham que cumprir horas extraordinárias.
É isso tudo, Renato. E agora dando uma de Carlos Santos: http://www.aventar.eu/2010/08/28/pena-de-morte-por-enforcamento-e-injeccao-letal-pode-ser-por-lapidacao-e-que-nao/
A primeira frase não é da «f.» mas sim de Januário Torgal Ferreira.
Obrigado João Vilhena, vou corrigir ainda que isso não mude o substancial.
Como diria Brecht, quanto mais a f. tem razão, mais eu a acho errada.
Já alguém foi ler o blog do Vítor Dias, O tempo das cerejas?
Fui David, quer destacar alguma passagem?
Esse Brecht… ai esse Brecht. 😉