Entusiasma-se o “luís.rainhismo” quando fala de Carlos Vidal, e entusiasma-se sempre demasiado….(falo verdade, não conheço o indivíduo de lugar nenhum)

E vai daí sai isto, Rainha vintage:

«Outro dos seus pensadores “preferidos”, Badiou, foi por ele incensado como sabendo “mais – tecnicamente – de matemática que todos os matemáticos cá do burgo juntos” – desta vez, nem a badana leu com a atenção devida. E saiu asneira da grossa.»

Ora bem, não sei se li a badana, se não li a badana, nem que badanas li ou não li. Acontece que isto está nas bancas há 5 (cinco) anos, e não é difícil encontrá-lo. Mas, com efeito, do “rainhismo” não se pode esperar mais, não, não é uma leitura de badana, é um livro inteiro (genial ou fraco, não sei agora, não comento), mas acontece que não é “literatura de sala de espera de consultório médico” (por sinal a especialidade desse bloguer).

(É antigo, sim, mais ou menos, e vale a pena.)

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