“Lágrimas de crocodilo”

Por Norman Finkelstein

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37 Responses to “Lágrimas de crocodilo”

  1. Diogo diz:

    Excelente vídeo. A miúda, fruto de uma lavagem cerebral de muitos anos, nem queria acreditar no que ouvia da boca de um filho de verdadeiras vítimas do holocausto.

    ********************

    A limpeza étnica da Palestina numa entrevista ao historiador israelita Ilan Pappe (legendada em português). Ver para perceber melhor o «conflito israelo-palestiniano».

    VÍDEO legendado em português

  2. miguel serras pereira diz:

    Documento impressionante. Obrigado pela divulgação, Renato Teixeira. Espero que a sua aprovação do discurso de NF nos permita enfim debater em termos novos as questões dobre as quais nos temos oposto. Saúdo a sua lucidez e espero que a mantenha. Assim, sim – como dizia o outro.
    A memória do Holocausto, a denúncia do governo israelita, e a exigência de universalização como condição da justiça de cada causa particular: a contestação dos poderes e autoridades da própria tribo; a des-entnização, desnacionalização, desculturalização, dessacralização inseparáveis do legado democrático de séculos de lutas igualitárias e internacionalistas. Todos os critérios da legitimidade democrática em poucas e simples palavras: a prioridade da liberdade e da igualdade sobre as identidades culturais e os interesses da nação e a destituição política das fidelidades religiosas.
    A partir daqui, creio que estará de acordo em que uma solução republicana, laica – nem “judaica” nem “islâmica” – e anti-nacionalista será a única que convém à região. Ou engano-me muito?

    msp

  3. Luís Teixeira Neves diz:

    Diogo, você disse “holocausto”???!!! (-:

  4. xatoo diz:

    MSP
    engana-se muito!
    o “Judaismo” é um nacionalismo que aspira à universalização, enquanto o “Islamismo” é uma ideia universal que aspira, como contra corrente de contestação e ressentimento, a um nacionalismo tardio, uma vez que a ideia de pan-universalismo Árabe tem vindo a ser destruida durante décadas. Percebe a diferença?
    E o terceiro monoteismo? comandado pelos ultra-ortodoxos do Vaticano fica de fora na equação do conflito? não me parece… (uma vez que são os evangelistas do Pentágono quem em última análise decide das acções a implementar
    x

  5. Renato Teixeira diz:

    Bela entrevista Diogo. Um dia destes segue para posta por sugestão sua, se concordar. O Ilan Pappe é tão ou mais brutal do que o Finkelstein.

    Serras Pereira, os seus elogios envenenados tocam-me pouco e geram, confesso, nenhuma comoção. Não precisa portanto de agradecer ainda para mais porque sempre que me dizem que voltou a escrever sobre mim decido estar mais 15 dias sem meter os pés no Vias. Compreenda-me, o seu registo republicano e democrático já nada me diz e o pouco de sátira que ainda me poderia provocar já a esgotei.
    Quanto a NF, esteja descansado. As longas horas em que o pude ouvir falar e a grande entrevista que me concedeu permitiram excelentes momentos de debate mas ninguém saiu de lá com novas doutrinas. Nem eu regressei sionista, ainda que de esquerda e pró-palestiniano, nem ele virou defensor da Resistência Islâmica. Pode portanto rever o seu anúncio do baptismo que ainda não foi desta que passei a cristão-novo. Dir-lhe-ia ainda para esperar pela entrevista que publicarei na integra aqui na tasca. Pode ser que no final acabe por ser o MSP a meter o anarquismo régio na gaveta. Ficará em boa companhia. Inshalá!

    Um conselho: troque os meus textos e os do Carlos Vidal pelo http://www.youporn.com. Verá que para o devido efeito conseguirá orgasmos menos apetecíveis mas mais eficazes. Se é que me entende…

  6. miguel serras pereira diz:

    xatoo,
    contra o “terceiro monoteísmo”, creio que você não me quererá dar lições: desde antes da visita do Papa e durante os seus preparativos, multipliquei-me em intervenções blogosféricas e outras contra as concepções e propostas políticas de Ratzinger e seus sequazes (dispensando até o argumento da pedofilia, para mim muito secundário).
    Não repudio menos que você – deixando de parte as suas diststinções e categoizações analíticas discutíveis, mas pouco relevantes no que aqui nos ocupa – o etno-confessionalismo do Estado de Israel. A diferença é que, achando embora que o ressentimento que você invoca tem alguma pertinência explicativa, me recuso a avalizar politicamente o expansionismo islamita, seja sob uma versão mais nacionalista (Saddam Hussein, p. ex.), seja sob uma versão mais “teocrática” (o Führer iraniano super-negacionista e os seus ayatolas misóginos e partidários de uma fé armada).
    A minha posição sobre o conflito “israelo-árabe” conjuga certos pontos que considero fundamentais das posições de Hilberg, Finelstein, Vidal-Naquet, entre alguns outros, sobre a questão. Uma república laica e a-nacional parecer-me-ia um primeiro passo realista e exequível. No entanto, infelizmente, não creio que, para já, nenhuma das partes privilegie esta perspectiva, acima dos “dois Estados” e da sua lógica de “mal menor”. O que, aliás, tem a ver com a natureza pouco democrática (passe o eufemismo) das direcções políticas dos dois campos.

    msp

  7. Concordo inteiramente com as palavras de Norman Finkelstein ouvidas neste vídeo. O Holocausto não deve servir nem de justificação nem de desculpa para nada. Mas vão-me permitir que diga que o sorriso de Finkelstein no final (se, ao que parece, foi imediato à sua resposta…) levanta-me muitas dúvidas sobre a sinceridade do seu discurso. Quem acaba de falar da família exterminada e da injustiça da violência sobre outros levada a cabo a pretexto desse extermínio (no caso, não só recente como pessoal) com o coração nas mãos não me parece que seja capaz de rir, pelos menos nos minutos seguintes.
    Mas, claro, isto que acabo de dizer está muito para lá da política.

  8. helder diz:

    Um gajo ouve este fdp e até fica arrepiado, ganda Homem.

    São gajos como este que separam as águas e que nos fazem crer que nem tudo está perdido, ainda existem judeus que resistem á loucura de Israel.

  9. miguel serras pereira diz:

    Renato Teixeira,
    nada tenho a acrescentar ao que já disse – excepto
    1. que não posso meter o “anarquismo régio” na gaveta, pela simples razão de que nunca possuí tal coisa, (des)engavetada ou não;
    2. e que, politicamente, o que me interessa e saúdo não é que você concorde com a minha pessoa – basta-me que concorde com o que o NF aqui diz (e também noutros lugares). De resto, já fiz link, lá na radio Miami, para o seu post. E vai ver, se continuar a fazer posts destes, que não terá sido a última vez.

    Cara Ana Cristina,
    a sua leitura do sorriso é, pelo menos temerária e, por uma vez (coisa que nem parece sua), psicologicamente simplista. Mas, vá lá, o essencial é que esteja de acordo com o que o NF diz, a sua maneira de se referir à tradição (interrogando-a e deixando-se interrogar por ela, para assumir por sua conta própria o resultado e a responsabilidade das conclusões a que chega). de honrar e radicalizar a destruição dos ídolos sem prestar culto a bezerros de ouro alternativos.
    Um abraço

    msp

  10. Renato Teixeira diz:

    NF é um académico que respeito, por mais diferenças que identifique relativamente ao seu pensamento. Era o que faltava só poder dar “publicidade” só a quem tenha total acordo comigo. É capaz de ser esse o critério que o deixa tão vazio de conteúdo. Responderei em posta e pela última vez. Devo dizer-lhe que em tom mais ou menos elogioso, não mais terá em mim do que o eco dos adjectivos que me endossa.

  11. Renato Teixeira diz:

    Ana Cristina Leonardo e Helder, é de facto arrepiante a forma superiormente inteligente com que NF limpa o Holocausto como argumento justificador da barbárie israelita. Ainda por cima, na primeira pessoa. Não percam, nas próximas semanas, uma entrevista exclusiva com o resto das suas ideias sobre o tema.

  12. helder diz:

    fogo á peça, Renato

  13. Marotona diz:

    Obrigado por partilhar este clip!

  14. jpm diz:

    Obrigado pelo video. Ja fiz questao de partilhar.

  15. Marota diz:

    Esqueci-me de “dizer” lá em cima: a verdade é perfeita, nunca poderá ser derrobada. A força destas palavras impressionaram-me muito.

  16. Niet diz:

    Caro Renato Teixeira: Estou em Portugal, desde há pouco mais do que uma semana. Como j’a tive ocasião de o sublinhar, acho que neste rincão lusitano existem grandes hipóteses de avançar na luta pela autonomia e a alternativa revolucionárias mediante a táctica de fomento da luta ideológica. Como o “Pop Philosophie”, um livro divino de M.E. Kacem, já saiu em poche, o N. Filkenstein- ultima série- chegou pela You Tube…Urge abandonar anátemas e sectarismos e aumentar o espaço público de diálogo, fugindo aos espectros de Marx/Lénine e Mao.A ver vamos quem assume a coragem de avançar sem se renegar, trair ou equivocar. Salut! Niet

  17. Sioux diz:

    Knock-out. O tipo arrumou com a rapariga. Se quer que lhe diga achei o rapaz um bocado maldoso e manhoso. A plateia é que parace nao ter gostado muito do discurso de vitimização do tipo.

    Em todo caso é um bom video para enviar para o presidente do Irão, que tem a mania de dizer que o holcausto foi uma invenção dos terriveis judeus… está ali a prova viva de um filho de alguem que esteve e sobreviveu ao holocausto.

    Bem, o tipo afinal de contas é um inimigo juramentado de Israel. Parece que nem o deixaram lá entrar. A visão dele vale o que vale; neste caso vale tanto como a visão do hamas.

    Agora, independentemente de achar que não é boa coisa fazer um bloqueio e responder a ataques matando (inevitavelmente) inocentes, a verdade verdadinha é que associar o holocausto (o verdadeiro) com os palestinianos é uma grave ofensa a quem de facto morreu naqueles campos de concentração.

    Pode-se usar a palavra ‘holocausto’ como figura de estilo; uma hiperbole para demosntrar um ponto de vista com maior veemencia.

    Mas temos de concordar que não há qualquer comparação:

    1º porque os nazis eliminavam judeus com premeditação (mórbida).

    2º faziam experiencias médicas usando corpos vivos de judeus. Injectavam gasolina no sangue e conometravam o tempo que demoravam a morrer e faziam estatistica.

    3º despojavam a dignidade dos judeus enquanto seres humanos, separando filhos das maes e estas dos pais, cada um metido no seu cubiculo à espera do forno.

    Enfim, muito mais haveria para contar para ilustrar uma coisa simples – Israel não faz nada daquilo. Isarel está em guerra com o Hamas e responde a TODOS os ataques que estes fazem. Comete erros? comete. Um civil palestiniano que morre numa qualquer explosão mal medida merece tanta consideração e tristeza quanto qualquer Isarelita civil que morra. Agora a intenção do Hamas é matar civis, a intenção de Israel é evitar que o Hamas obtenha armas.

    Sioux

  18. Diogo diz:

    Caríssimo Renato Teixeira,

    Poste a entrevista de Ilan Pappe logo que lhe aprouver. Há muitos a quem o que é dito nessa entrevista faz muita falta.

    Quanto à entrevista que NF lhe concedeu, estou bastante curioso.

    Abraço

  19. Niet diz:

    Dois ou três pontos sem muita ordem… Urge sair do espaço rarefeito/repetitivo e discriminatório do curso normal da Blogosfera. Onde os aprendizes de feiticeiro se confundem com os os repetentes da cartilha rastejante de Maquiavel. Como escreve Mehdi B. Kacem, vencer é conseguir derrubar o poder. Há semanas que vemos equilibristas e assistentes,em paradoxais cambalhotas e semióticas, a tentarem esconjurar a sua inépcia militante e a tentarem iludir o mal que grassa pelas capelas…Este texto/video de N.Filkenstein abre enormes perspectivas e vai mudar tudo. Foi um gesto soberano e
    preciso, cruel e irónico. ” Explain but not complain “. Bom Vento! Niet

  20. Abundância no Presépio diz:

    Sioux, pode responder-me porque razão Israel arranca indiscriminadamente oliveiras (uma das principais bases da economia palestiniana) e outras árvores em território que lhe não pertence? (isto para citar apenas um exemplo das atrocidades cometidas). Serão as oliveiras terroristas?

    Joaquina M.ª Abundância no Presépio

  21. José diz:

    Vídeo muito interessante. É pena que não mostre todo o contexto.
    NF tem toda a razão quando diz que o Holocausto não pode servir de justificação para qualquer política oficial israelita, para qualquer acção incorrecta que soldados ou polícias israelitas façam com os palestinianos.
    Nenhum mal pode justificar a necessidade de praticar outro mal.
    E, no entanto, não vi que essa fosse a questão levantada pela jovem.
    NF vem alegar que, como boa parte da população israelita, tem familiares próximos afectados directamente pelo Holocausto, e, portanto, não sente qualquer respeito pelas lágrimas – que classifica de “crocodilo” – que alguns, como a jovem, derramam quando se recordam do que aconteceu na barbárie nazi e se sentem ofendidos quando NF os chama de nazis.
    Tem todo o direito de o fazer, é com ele, mas está a responder a alhos com bugalhos.
    A questão colocada é a ofensa que judeus sentem quando NF os chama de nazis e, evidentemente, a falta de correspondência entre essa classificação e a realidade.
    A isso NF não responde, limitando-se a chutar para o lado e, no desabafo final, a chamar doidos aos elementos da audiência. Boa técnica, mas demonstração de inconsistência.
    Pequeno reparo: não vejo em que é que o título do vídeo tem a ver com a realidade mostrada.

  22. simon'eil diz:

    Não me recordo de ter um público como este, diz ele, depois de, entretanto, ter posto o dedo onde, precisamente, ela mais dói, a ferida.

  23. simon'eil diz:

    Não, José, o que NF diz à jovem e àquela malta é que os sionistas não podem, fazer aos palestinianos a quem roubam a terra, a água, a identidade, além da casa e da honra, além da vida, eternamente, pior do que outros fizeram aos seus pais, na única razão de que agora também estarem por cima.

    E o título do post não tem a ver com o assunto todo?
    Oh, mon ami, la rose…

  24. Sioux diz:

    «Sioux, pode responder-me porque razão Israel arranca indiscriminadamente oliveiras (uma das principais bases da economia palestiniana) e outras árvores em território que lhe não pertence? (isto para citar apenas um exemplo das atrocidades cometidas). Serão as oliveiras terroristas?» Joaquina

    Certamente que sim, cara Joaquina.

    Se cometem uma atrocidade desse tamanho, um horror dessa grandeza, quais prácticas do dr. Morte nazi, então não tenho qualquer dúvida… os Israelitas são de facto uns monstros.

    Sioux

  25. subcarvalho diz:

    Sioux,

    mas que mania esta gente tem de negar constantemente as atrocidades que o estado israelita comete diariamente em territórios palestinianos.
    E sim, também neste caso há familias separadas, há milhares de orfãos e de pais com os filhos assassinados.
    Para quem fala tanto do negacionismo feito pelo irão e seus comparsas, parece incoerente que façam o mesmo perante o estado NAZI-sionista de Israel…ou talvez não!
    Haja paciência e estômago para levar com esta corja tão, ou mais, nazi-sionistas que o próprio estado israelita!

  26. Abílio Rosa diz:

    Os sionistas industrializam e comercializam tudo: até o holocausto da sua própria raça!, como disse e muito bem o NF, ele que também é um judeu, filho e familiar das vitímias da barbárie nazista!
    Um judeu proscrito para os poderes satânicos deste Mundo!

  27. Sioux diz:

    Subcarvalho,

    Não nego nada do que se passa com a população Palestiniana. Sei bem que não é coisa boa para qualquer ser humano estar numa situação aonde pagam por tabela os delirios dos politicos.

    Agora, não aceito atribuir a Israel a responsabilidade da situação. Atribuo-a exclusivamente aos lideres da Palestina, nomeadamente ao Hamas, que em nome de sabe-se lá o quê, priva aquela gente de liberdade.

    Priva-a porque trata-se de um grupo de assassinos que tomaram o poder. O facto de terem sido eleitos não lhes retira a maldade.

    Priva-a porque não conseguem conviver com a determinação da ONU da criação do estado de Israel.

    Priva-a porque tem ódio rácico aos judeus; e todo o sofrimento do próprio povo que governam é justificado pelo ódio como sendo um mal menor com vista a um bem maior: a eliminação dos judeus e do estado de Israel.

    Israel cometeu erros, nomeadamente nos colonatos, mas foram erros derivados de ataques constantes da contraparte. Israel devolveu por completo a faixa de gaza aos palestinianos e, diga-me, o que recebeu em troca? a paz? NÃO. Não recebeu a paz, porque o Hamas não quer a paz, quer a guerra.

    Estamos todos, afinal, juntos pelos Palestinianos. Eu pessoalmente além do bem dos palestinianos tambem quero o bem dos israelitas…

    Sioux

  28. Abílio Rosa diz:

    Este Sioux é mais navajo ou javardo…já não sei qual é a tribo que vive no Grand Canyon….

  29. José diz:

    Simon’eil:
    não deve ter ouvido o desabafo final, que não é aquele que escreveu.
    Tresleu o que escrevi. Não comento o título do post, antes do vídeo.

  30. José diz:

    Simon’eil:
    NF até terá dito tudo isso que você escreve, mas seguramente não foi no trecho que nos foi mostrado.

  31. José diz:

    subcarvalho:
    tem razão. Quem tem estômago delicado não deve escrever disparates.

  32. Sioux diz:

    Grande Abílio,

    Eu com a sua verborreia e V.exa com a minha carola, faziamos uma dupla imbativel…

    Sioux

  33. subcarvalho diz:

    Caro Sioux,

    você continua desesperadamente a negar tudo, ou quase tudo, sobre o conflito israelo-palestiniano. A ocupação da Palestina por parte de Israel tem já 60 anos!! Ora, você vem culpar o hamas que está no poder, e só na faixa de gaza, há menos de 10 anos.
    Que fazemos ao meio-século anterior? Metemos na gaveta do esquecimento?
    Já alguma vez pensou seriamente qual a razão da vitória estrondosa do hamas na faixa de gaza? Já alguma vez se imaginou a viver num campo de concentração gigantesco? Tem realmente a convicção de que a devolução da faixa de gaza é suficiente para que este território seja viável mesmo com todas as fronteiras controladas pelos ex-ocupantes? Se considera que sim, consideraria, certamente, o mesmo perante o gueto de varsóvia!
    Se pretende que o povo de gaza escolha outro interveniente para gerir a sua sociedade, seria inteligente que Israel cumprisse todas as resoluções da ONU que há 60 anos insiste em não cumprir…
    Tudo aquilo que no seu comentário anterior define o hamas, pode também usar para definir os actuais dirigentes nazi-sionistas do estado de Israel.

    Caro José,

    …GOROSAN…

  34. Joaquina M.ª Abundância no Presépio diz:

    Caro Sioux, agradeço a sua manobra de diversão, mas não respondeu à minha pergunta.

    Abundância no Presépio

  35. M. Abrantes diz:

    A guerra tem uma regularidade geométrica atroz: gera heróis e bons argumentos em todos os seus lados. É desta redondeza que ela se alimenta. Os sentimentos de culpa não fazem bem à pontaria, tendem a desmobilizá-la.

    Mas este nem chega a ser o caso de um bom argumento. O indivíduo do vídeo (podia ir acima ler-lhe o nome, mas o perfil da pessoa não justifica o meu esforço) não quis conversar – e podia tê-lo feito; as lágrimas dos outros pedem mais consideração do que preconceito.

    Podia tê-lo feito porque se encontrava numa situação de superioridade no controlo emocional, perante alguém mais novo, mais inexperiente, mais inseguro e, talvez, menos sabedor. Mas não. A sua resposta foi uma espécie de bazucada rápida e esmagadora.

    Lutar pela paz deve dar bem mais trabalho. Não parece tarefa ao alcance deste orador.

  36. helder diz:

    M.Abrantes,
    deixa ver se percebi,
    no teu entender fazem mais pela paz as lágrimas daquela anjinha dq a resposta que levou?

  37. José diz:

    Caro Subcarvalho.
    Já toda a gente percebeu que é um grande adepto do Gurosan.
    E devia estar muito precisado quando escreveu o seu último comentário, de tal forma que nem atinou com o nome…

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