E agora vou abrir o meu coração:

A minha banda preferida de todos os tempos – dos tempos em que eu preferia bandas de pop/rock, é claro – é esta – que ainda hoje, aviso já, oiço em momentos de perigosa exaltação. O meu irmão N. trouxe este disco de NYC em 1972 – mas depois, porque desenvolveu uma consciência aguda das prioridades político-musicais, vendeu-o logo, ainda antes do Verão Quente, para comprar discos da Chant du Monde. Seja: com a devida parcimónia, continuo a conseguir ouvir Collette Magny e Gentle Giant – e aturar este meu irmão, que é um tipo porreiro.

Sobre António Figueira

SEXTA | António Figueira
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3 respostas a E agora vou abrir o meu coração:

  1. Quero casar-me com o/a desgraçado/a a que o seu irmão N. (também tenho um irmão co essa inicial, mas ele é entre o daltónico e o semi-surdo, a única vantagem que tem sobre mim é que monta a cavalo melhor que ‘je’…) vendeu isso.

    Tenho que investigar umas drives externas Firewire/IE1394, a ver se o que lá está (esse álbum incluído) não ‘derreteu’ tudo ou não está passado a CRC’s…
    Mais do mesmo, love those guys like since forever…

  2. Sérgio diz:

    Gentle Giant é uma das poucas bandas que pode perfeitamente chamar ao que toca “rock progressivo”. E ainda hoje continuam a ser progressivos, minus o som dos moogs…

    Apesar de musicalmente ser um “metaleiro”, esta continua a ser a minha banda favorita.

  3. koshba diz:

    Tb é uma das minhas bandas favoritas,juntamente com os Jethro Tull e bem melhorr do q muitas das merdas q hoje em dia são tidas como ‘geniais’ como p.ex.,gajas super produzidas e a mexerem (shake that ass) o cú e q não cantam um c******!

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