E fará a uma frota de pelo menos 15 cargueiros o que fez ao Mavi Marmara? E a 500 camiões? Com que consequências políticas? Até quando? Reformulo a pergunta, como vai Israel resolver este calcanhar de Aquiles sem ter que assumir a derrota no bloqueio a Gaza?
É preciso forçar a humilhação desse estado pária.
E, humilhação certa, tentarão uma fuga em frente.
(Já houve aqui comentários nas nossas caixas a afirmarem que Israel está mais preocupado com Israel do que com a Terra: mas eu, por mim, creio que estão a fazer bluff. São a personificação do bluff, aliás.)
A frota será de 60 barcos e as viaturas 500.
Estas tentarão entrar pelo Egipto em Gaza. A derrota do bloqueio seria então Egipto e não de Israel, não é?
Parece claro que o Mavi Marmara terá servido de emenda à marinha israelita. Há outras formas de efectuar um bloqueio naval efectivo.
Não diga mais do que sabe José, e todos sabemos que anda sempre bem informado. Tentarão entrar pelo Egipto com os camiões, mas a frota entrará por mar. Quanto à derrota de Israel ou do Egipto, que não haja dúvidas: são a face da mesma moeda.
Quem controla a fronteira de Rafah é também Israel. Pergunte-lhes lá José…
Espero que também existam mil e uma maneiras de levantar um bloqueio naval efectivo. A melhor maneira seria o próprio governo israelita tomar a iniciativa de o fazer. E em Portugal não há organização e patrocínios para uma participação nesta frota (ou nas que lhe hão-de seguir)?!
Obrigado pelo elogio, mas a informação foi obtida pelo link do seu post e pelo conhecimento da geografia…
Ficamos a saber que, para si, os soldados egípcios em Rafah ou são pagos por Israel ou são israelitas vestidos com uniformes israelitas.
«É preciso forçar a humilhação desse estado pária»
Uau. Humilhar, subjugar, expulsar os Israelitas do seu próprio país. Tudo em nome da manutenção do poder terrorista em Gaza.
Mais do mesmo.
Era mais fácil, digo eu, ajudar o povo palestiniano a desinvicilhar-se dos lideres que tem e que estão a levar o povo à ruina.
Mas pronto, os movimentos ‘humanistas’ da actualidade estão mais preocupados com a defesa dos regimes politicos de que gostam e por quem são financiados, do que em lutar pela paz e desenvolvimento economico do povo de Gaza.
Rua. Para esses assassinos que (des)governam os Palestinianos. RUA.
Vejam bem, depois da liga arabe ter concordado que Abhas devia entrar em negociações directas, qual foi a primeira coisa que o Hamas fez? Rockets.
Já ninguém leva a sério essa gentalha que usurpa o poder do povo. Seja hizbulah, seja farc, seja hamas… estão todos eles condenados ao definhamento. Os barcos humanitarios virão e entrarão desde que não tragam armamento. É assim. Ali não vai entrar armamento. Custe a que terroristas custar.
A minha ascendência (lado da Mãe) é árabe , mas estou com o/a Sioux .
E meu caro Carlos, sim é o seu próprio país.
Não posso estar de acordo com todas as barbaridades que o estado de Israel fax para lá, mas os judeus não lhe pediram autorização nem a si nem a ninguém para construir aquele estado.
Foram desbravando aquela ‘coisa’, foram comprando terras a “queridos# proprietários árabes que viviam das rendas no Líbano, foram desbravando aquela javardice, e foram enterrando os mortos pelo caminho.
Agora têm o/a síndrome do cerco e do disparate, gajahs vestidas de preto que se fazem explodir onde houver muita gente… me pergunto se as desgraçadas também terão direito a 77 garanhões do paraíso de Allah-que-o parta (façam o favor de me ‘jihadar’, moslems, ‘tou cheio de medo…)
Luís Teixeira Neves coloca a questão no ponto certo. Será que não existe maneira de fazer algo a partir daqui? Disse-me Galloway, numa das entrevistas desta última visita: “Portugal é o país da Europa com mais deputados de esquerda, mas ouve-se tão pouco falar neles”. Veremos se com este tema sobra alguma coisa de esquerda para dizer em matéria de solidariedade internacionalista, ou se ficam lamurioso protesto em frente à embaixada israelita e em tempo, só em tempo, de massacre.
Levy, é verdade que o bloqueio baixou de intensidade, mas as últimas informações é que depois da poeira da Flotilha da Liberdade, já pouco mais passa do que chocolates.
A breve prazo será divulgada a lista de produtos que além de proibidos estão a ser pedidos pelas organizações em Gaza para serem levados pelas novas iniciativas.
Reagirá como o único estado sem lei no planeta.
E fará a uma frota de pelo menos 15 cargueiros o que fez ao Mavi Marmara? E a 500 camiões? Com que consequências políticas? Até quando? Reformulo a pergunta, como vai Israel resolver este calcanhar de Aquiles sem ter que assumir a derrota no bloqueio a Gaza?
É preciso forçar a humilhação desse estado pária.
E, humilhação certa, tentarão uma fuga em frente.
(Já houve aqui comentários nas nossas caixas a afirmarem que Israel está mais preocupado com Israel do que com a Terra: mas eu, por mim, creio que estão a fazer bluff. São a personificação do bluff, aliás.)
A frota será de 60 barcos e as viaturas 500.
Estas tentarão entrar pelo Egipto em Gaza. A derrota do bloqueio seria então Egipto e não de Israel, não é?
Parece claro que o Mavi Marmara terá servido de emenda à marinha israelita. Há outras formas de efectuar um bloqueio naval efectivo.
Não diga mais do que sabe José, e todos sabemos que anda sempre bem informado. Tentarão entrar pelo Egipto com os camiões, mas a frota entrará por mar. Quanto à derrota de Israel ou do Egipto, que não haja dúvidas: são a face da mesma moeda.
Quem controla a fronteira de Rafah é também Israel. Pergunte-lhes lá José…
Espero que também existam mil e uma maneiras de levantar um bloqueio naval efectivo. A melhor maneira seria o próprio governo israelita tomar a iniciativa de o fazer. E em Portugal não há organização e patrocínios para uma participação nesta frota (ou nas que lhe hão-de seguir)?!
Obrigado pelo elogio, mas a informação foi obtida pelo link do seu post e pelo conhecimento da geografia…
Ficamos a saber que, para si, os soldados egípcios em Rafah ou são pagos por Israel ou são israelitas vestidos com uniformes israelitas.
«É preciso forçar a humilhação desse estado pária»
Uau. Humilhar, subjugar, expulsar os Israelitas do seu próprio país. Tudo em nome da manutenção do poder terrorista em Gaza.
Mais do mesmo.
Era mais fácil, digo eu, ajudar o povo palestiniano a desinvicilhar-se dos lideres que tem e que estão a levar o povo à ruina.
Mas pronto, os movimentos ‘humanistas’ da actualidade estão mais preocupados com a defesa dos regimes politicos de que gostam e por quem são financiados, do que em lutar pela paz e desenvolvimento economico do povo de Gaza.
Rua. Para esses assassinos que (des)governam os Palestinianos. RUA.
Vejam bem, depois da liga arabe ter concordado que Abhas devia entrar em negociações directas, qual foi a primeira coisa que o Hamas fez? Rockets.
Já ninguém leva a sério essa gentalha que usurpa o poder do povo. Seja hizbulah, seja farc, seja hamas… estão todos eles condenados ao definhamento. Os barcos humanitarios virão e entrarão desde que não tragam armamento. É assim. Ali não vai entrar armamento. Custe a que terroristas custar.
Sioux
Uau, Sioux, expulsar os israelitas… “do seu próprio país” !!??
Acabei de ler num Site Brasileiro que Uribe vai participar na Comissão de Inquerito ao ataque Israelita contra o Mavi Marmara.
Será mesmo verdade?
Mas Gaza ainda está cercada? Julgava que já não estava. Depois do incidente da flotilha, o Egipto apressou-se a levantar o bloqueio…
A minha ascendência (lado da Mãe) é árabe , mas estou com o/a Sioux .
E meu caro Carlos, sim é o seu próprio país.
Não posso estar de acordo com todas as barbaridades que o estado de Israel fax para lá, mas os judeus não lhe pediram autorização nem a si nem a ninguém para construir aquele estado.
Foram desbravando aquela ‘coisa’, foram comprando terras a “queridos# proprietários árabes que viviam das rendas no Líbano, foram desbravando aquela javardice, e foram enterrando os mortos pelo caminho.
Agora têm o/a síndrome do cerco e do disparate, gajahs vestidas de preto que se fazem explodir onde houver muita gente… me pergunto se as desgraçadas também terão direito a 77 garanhões do paraíso de Allah-que-o parta (façam o favor de me ‘jihadar’, moslems, ‘tou cheio de medo…)
Luís Teixeira Neves coloca a questão no ponto certo. Será que não existe maneira de fazer algo a partir daqui? Disse-me Galloway, numa das entrevistas desta última visita: “Portugal é o país da Europa com mais deputados de esquerda, mas ouve-se tão pouco falar neles”. Veremos se com este tema sobra alguma coisa de esquerda para dizer em matéria de solidariedade internacionalista, ou se ficam lamurioso protesto em frente à embaixada israelita e em tempo, só em tempo, de massacre.
José, esteve perto. São egípcios travestidos de israelitas. Mas é provável que por lá encontrará alguns dos originais.
Carlos Carapeto, é verdade. Não só faz parte como se falava do seu nome para presidir à comissão. Há dois dias que não leio notícias. A breve trecho, voltaremos às comissões, mas deixe-me que lhe recomende a da IHH que deixei online aqui:
http://5dias.net/2010/08/05/nova-flotilha-da-liberdade-e-relatorio-sobre-o-ultimo-ataque/
Levy, é verdade que o bloqueio baixou de intensidade, mas as últimas informações é que depois da poeira da Flotilha da Liberdade, já pouco mais passa do que chocolates.
A breve prazo será divulgada a lista de produtos que além de proibidos estão a ser pedidos pelas organizações em Gaza para serem levados pelas novas iniciativas.
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