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Continuo sem perceber.
Estes Procuradors foram titulares do processo Freeport durante quase dois anos.
Anteriomente a investigação prolongara-se durante quatro anos. Porque é que concluíram que seria útil fazer perguntas a José Sócrates e a Pedro Silva Pereira precisamente na véspera da conclusão do inquérito??? Será que só no fim do inquérito e prestes a redigir o Despacho final é que os procuradores tiveram conhecimento de factos ou indícios novos?
De onde provém esse conhecimento?
Isto é inexplicável.
Não tem nada a ver mas devemos sempre fazer o elogio do nosso capitalismo rapace
http://economia.publico.pt/Noticia/operadores-de-transportes-publicos-ameacam-deixar-de-vender-passes-sociais_1450277
Precipitou-se nas afirmações, agora engole o fel. O PGR parece um acólito de Sócrates!
Isto também não tem nada a ver, mas como é uma rematada filhadaputice
http://www.publico.pt/Local/desempregados-ainda-nao-estao-a-vigiar-florestas-contra-incendios_1450293#Comentarios
blu:
«Os autos do processo – que deixaram de estar em segredo de justiça no dia 27 – evidenciam, contudo, que os procuradores, três semanas depois de terem recebido, a 21 de Junho, o relatório final da Polícia Judiciária (PJ), com 535 páginas, e quando ainda aguardavam resposta a quatro cartas rogatórias dirigidas a autoridades estrangeiras, pediram para ouvir Sócrates e Silva Pereira. E que não lhes foram criadas condições para que isso acontecesse.»
Já percebe melhor a coisa?
Rainha, seria então caso para que os dois magistrados procedecem formalmente junto do PGR, do PR, da Rainha de Inglaterra da bancada, junto à estrada etc… Mas nada disso justifica que, por tal, escarrem no despacho que produziram e a eito, à laia de cão amuado, arremessem com a trampa para cima dos outros!!
Justiniano, nem parece um comentário vindo da sua tremenda argúcia…
Dois profissionais recebem um dossiê de 530 pp. Trabalham-no em poucas semanas, pedem uma inquirição ao primeiro e ao seu clone. A resposta para tal não só não vem, como a superior hierárquica decreta o fim abrupto dos trabalhos. Nesse caso, os senhores devem fazer queixa ou colocar as perguntas não efectuados… no despacho??
Claro que é a última a opção correcta.
Ora, caro Vidal, vamos lá ver o seguinte.
(como sempre disse, o combate ao regime socrático não passa por aqui, está muito para além disto…e como digo a continuação deste assunto apenas aproveita ao chefe do governo)
Os dois magistrados, ou três ou quinhentos, tinham, têm e terão, em mãos um determinado processo que, por determinação do superior hierárquico, haveria de ser concluso até determinada data. Lá chegádos, e sendo que afinal entendiam não estar concluído, ofereceram-no, ainda assim, como previamente determinado. Insatisfeitos pela insuficiencia que acossou as suas almas, e ao invés de recusarem a entrega e a justificarem, largaram a odiosa sobre o outro e o meristema!!
Pergunta-me o caro Vidal, se “devem fazer queixa ou colocar as perguntas não efectuados… no despacho??”. Parece-me evidente, como disse!! Mas que tenho eu que ver com as contingencias do Ministério Público, da trampa dos outros tipos, com o preço do trigo, com as portagens…
Tomaram-nos por reféns e o Vidal acha bem!?