
No site do ministério do turismo israelita temos acesso ao mapa “oficial” de Israel. Se a Faixa de Gaza ainda é visível, a Cisjordânia desapareceu. É capaz de ter sido este arrojo que levou a OCDE a anunciar que Israel acolherá, em Outubro, a sua conferência do Comité do Turismo. Tudo bons rapazes.
O que vale é que também há boas notícias:
Todos os dias novas empresas aderem à campanha de boicote a Israel
A empresa RedRat deixou de fornecer o material electrónico para televisões e projectores à empresa israelita Disk-in Pró. O patrão da RedRat, Chris Dodge, escreveu aos seus clientes israelitas:
“Apesar de sete anos de relações comerciais, decidimos, assim como um número crescente de empresas, de instituições e de artistas, expressar o nosso protesto. Teremos gosto em retomar a nossa cooperação convosco quando os dirigentes israelitas estiverem conscientes da sua responsabilidade na situação do Médio Oriente e quando cessar a ocupação dos territórios ocupados”.
Fonte: http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3903429,00.html
Activistas franceses apresentam queixa contra governantes israelitas
Ehud Barak renunciou a uma visita a França que estava programada para o dia 14 de Junho. Em comunicado de imprensa, os advogados Liliane Glock e Gilles Devers explicam as razões dessa desistência:
“A razão invocada é o medo de ser detido, devido à sua responsabilidade, publicamente reivindicada, no ataque sangrento da flotilha internacional humanitária, em águas internacionais entre Chipre e a Faixa de Gaza, na noite de 31 de Maio de 2010. […]
O juiz francês tem a competência universal para reconhecer crimes cometidos em alto mar que, não pertencendo a ninguém, deve ser protegido por todos. Basta que o autor presumido dos crimes se encontre em território francês (artigo 689º-1 do Código de Processo Penal) para dar competência ao juiz francês.”
Fonte: CAPJPO-EuroPalestine
Shimon Peres boicotado
Como sanção ao assalto sangrento do exército israelita contra a Frota da Liberdade, o governo do Vietname cancelou a visita oficial que devia efectuar o chefe de Estado israelita Shimon Peres – um já antigo criminoso de guerra.
Na Coreia do Sul, a universidade que devia atribuir o título de doutor honoris causa a Shimon Peres cancelou simplesmente a cerimónia.
Segundo a agência sul-coreana Yonhap, o governo esteve prestes a anular a vinda de Peres, mas após fortes pressões dos Estados Unidos, optou por reduzir ao mínimo a agenda do convidado.
Fonte: CAPJPO-EuroPalestine
Via Comité Palestina




http://www.goisrael.com/vt/Tour.aspx?map_id=1.2
José, é natural que ainda não tenham perdido a vergonha em todas as suas fontes…
sim, sim…
O mapa assim até que não está mal! Bem, os Montes Golã… já sabemos… Síria…
O nome é que… Que tal Israel/Palestina?!
Ah! A Faixa de Gaza tem que deixar de ser faixa! Têm que desmantelar os muros, as torres de vigia… (na Cisjordânia também!) O futuro de qualquer muro é, já se sabe, mais tarde ou mais cedo, melhor mais cedo do que mais tarde, serem desmantelados.
E direito de retorno para todos!
Renato, veja bem o que o próprio site diz:
«O Ministério do Turismo não se responsabiliza pelas informações que constam neste site, fornecidas por terceiros. Portanto o uso e responsabilidade desse site recaem somente sobre os provedores das informações. É recomendado esclarecer/verificar as informações junto aos mesmos»
Et voilá… no comments
RB
Ricciardi, a escolha do mapa é da exclusiva responsabilidade do ministério do turismo e não destrinça os territórios palestinianos. Tem dúvidas que é esse o sonho molhado de Israel?
E tudo isto ao som de Siouxie & The Banshees…..
Ainda não há muitos dias houve uma “limpeza étnica” lá para os lados de uns países da Ásia Central.
Esperei (felizmente sentado) os posts de indignação e os boicotes.
Caro Renato, convido-o a ler novamente o aviso do próprio site… é esclarecedor a esse nível.
Isto faz-me lembrar os folhetos das agências de turismo espanholas onde portugal não aparece no mapa como vizinho; no seu lugar há um mar azul. Pois bem, embora seja um erro, tal não significa aquilo que v.exa. lhe quer atribuir.
Parece-me, sem pretender ofende-lo, uma espécie de ‘mania de perseguição’.
RB
Pois! De facto a Faixa de Gaza não deve ser muito atractiva para o turismo!
eheheh
Pois não Luis Neves, não é atractiva; mas vai ver que brevemente será.
Anyway, o turismo em Israel é imenso, religioso principalmente.
Na verdade o grande problema no conflito israelo-arabe são as fontes de agua. É um dos grandes motivos (mas não o único) pelo qual Israel não desocupa algumas áreas ocupadas.
Se bem se lembram, Israel ocupou pontos do território quando o Libano e a Siria (na famosa guerra) pretenderam desviar o curso dos rios que abastecem Israel.
Numa situação normal, entre paises de bem, isto não acontece. A agua é um bem publico e o seu curso é internacionalmente legislado.
Espanha não pode desviar o rio douro ou o tejo, nem polui-lo, nem envenena-lo… mas o rio jordão foi varias vezes sujeito a isso por parte da siria e libano na tentativa de eliminar o povo israelita ou faze-lo morrer à sede.
Israel garantiu em 1967 que aqueles paises não pudessem levar em frente o projecto ilegal de desvio das fontes de agua. Ao mesmo tempo que desenvolveu técnicas sofisticadas de extração de agua subterranea e das nuvens e desenvolveu filtros especiais (do tamanho de uma mão) capazes de purificar agua de esgotos.
Quando esse perigo for debelado, israel não precisará de defender a origem dos pontos de agua… até lá tratasse da sobrevivencia da população, quer israelita, quer palestiniana que tem vindo a aproveitar a purificação de agua feita por israel. As condutas são sistematicamente alvo de ataques… e por isso existe controlo nas mesmas ao longo do trajecto sobre a cisjordania.
Há mesmo a este respeito um acordo importante com a turquia, de onde vem o equivalente ao consumo de um ano de agua, para ver se se dependia menos de paises controlados por terroristas fanaticos.
Portanto, quando se fala em territórios ocupados, deve-se ter em atenção todas as vertentes do problema e deixar de debitar atoardas relativos a ‘sonhos molhados’; israel não pretende a propriedade da cisjordania ou gaza, mas tem que garantir (à força se necessario) o legitimo direito às fontes de agua, enquanto os lideres dos paises vizinhos se comportarem de forma ilegal no que ao acesso de agua diz respeito.
O mesmo aconteceria em portugal se espanha desviasse o curso dos rios… ou tem duvidas disso?
RB
A Palestina será seguramente libertada, por desmantelamento unilateral do regime de apartheid sionista, ou pela força das armas. Milhões de jovens estão prontos ao sacrifício supremo…
[Salah al Din, o link não cumpre critério. Ficou na gaveta. As minhas desculpas.]
Estou a entender…
E claro que quem dá o pão também dá a educação!
Tem de facto razão Ricciardi, com Israel há que cultivar a mania da perseguição. Não é difícil com tanta bestialidade.
«Milhões de jovens estão prontos ao sacrifício supremo…» Salah al Din
ya ali madat Salah.
Fantástica essa visão… mas diga-me lá, ainda fumam axixe antes de se fazerem explodir? como a antiga seita dos ashashin, hoje uma respeitavel religião muculmuna, os ismaelitas (que muito respeito e aprecio).
A lavagem ao cerebro que esses assassinos cometem nas crianças palestinianas não é suficiente ?
De facto a cultura do ódio que os lideres fanáticos do Hamas incute na população, parece não estar a dar os resultados esperados… a população da Cisjordania anseia por trabalhar e viver em Israel… enfim, em liberdade.
RB