Via Ana Rajado – Revista Rubra
Deve haver poucas polícias mais dementes do que os Ertzainas. Está-lhes no sangue. Dos métodos à linguagem do bastão até àquele passa-montanhas do medo, da cobardia e da vergonha. Nojentos. Já o eram a malhar nos independentistas mas este tipo de abordagem com grevistas (alguns deles idosos) é manifesto sinal de nervosismo e de imbecilidade militante. O “socialismo” espanholista já teve melhores dias e dificilmente terá piores imagens do que aquelas reveladas neste vídeo.




Se eu trabalhar numa empresa e houver uma greve cada trabalhador é livre de aderir…ou não.
É (ou deveria ser) assim. Tão só e tão simples como isto.
Pessoalmente não gostaria muito de encontrar esses senhores dos “piquetes”. Se me impedissem a passagem (como ousam? quem acham que são?) se calhar não ficaria muito contente….pois estariam a limitar a minha liberdade para ir trabalhar, se assim o entendesse.
Já não estamos nos princípios do séc.XX sabe. Naquele tempo diversas ideologias (à direita e à esquerda) tiveram (fraqueza passageira) um “brecha” e deu no que deu. Foi uma chatice. Foi, já não é.
O efeito novidade desses ideários daqueles tempos, esse, perdeu-se para sempre.
Antes de ver o video achei o comentário do Sr. Saulo imbecil depois de ver o video acho-o NOJENTO.
Responder-lhe-ia nos mesmos termos mas, manifestamente, não me apetece discutir com religiosos.
…mas, já agora.
O Sr.Lourenço, pelos vistos, se por hipótese trabalhássemos na mesma entidade, acha-se, como grevista, no direito de me impedir o acesso ao local de trabalho caso eu (ou qualquer outro) quiséssemos ir trabalhar.
Muito bem.
É a famosa liberdade (LOL). Da esquerda.
“pois estariam a limitar a minha liberdade para ir trabalhar, se assim o entendesse.”
Se o Saulo furasse a greve também estaria a por em causa a liberdade dos grevistas, ao impedir que estes consigam conquistar salários mais dignos.
O que o leva a pensar que a sua liberdade de ir trabalhar vale mais do a liberdade conquistada nos direitos laborais?
Cumprimentos
O trabalho é um direito (DIREITO).
Quem quiser fazer greve faz….quem não quiser não faz.
É isto a Liberdade.
(mas falar de Liberdades com certa esquerda parece-me o mesmo que falar de humildade com o Mourinho, mas enfim….)
“O que o leva a pensar que a sua liberdade de ir trabalhar vale mais do a liberdade conquistada nos direitos laborais? ”
A frase poderia ser facilmente revertida.
Repito (nem acredito que estou a desbobinar aos da religião marxista, mas ok): quem quiser fazer greve faz, quem não quiser não faz, da mesma forma que a sindicalização não é (nem pode nem deve ser) obrigatória e (eu sei que isto custa a compreender aos adeptos do Evangelho de Marx) há PLURALIDADE (conhece a noção?) sindical.
Cumprimentos
Saulo que tem isso a ver com o vídeo?
É que toda a gente aqui deve estar a pensar que não viu, porque senão não vinha aqui despejar as barbaridades que disse.
“O trabalho é um direito (DIREITO).”
E quando o Saulo quer exercer esse direito por cima dos direitos dos outros, demonstrando falta de solidariedade para com os seus companheiros, é confrontado com legítima resistência.
“Quem quiser fazer greve faz….quem não quiser não faz.
É isto a Liberdade.”
Saulo, o problema no seu raciocínio é que acha que só a acção do piquete, e não a sua omissão em se solidarizar com os grevistas, pode comprometer a ‘Liberdade’, que não é a dos outros em confronto com a sua, é só uma. Não é só a acção do piquete que viola uma ‘Liberdade’ (a sua, de ir trabalhar), mas a sua omissão ao furar a greve perante a luta dos seus companheiros viola uma liberdade positiva dos trabalhadores, que é a de alcançar melhores condições perante a chantagem patronal.
Assim, não há uma ‘Liberdade’ que aumenta ou diminui consoante a acção do piquete. Há várias liberdades em confronto, restando apenas saber de que lado está o Saulo.
“quem quiser fazer greve faz, quem não quiser não faz, da mesma forma que a sindicalização não é (nem pode nem deve ser) obrigatória e (eu sei que isto custa a compreender aos adeptos do Evangelho de Marx) há PLURALIDADE (conhece a noção?) sindical.”
Eu não disse que queria que fosse obrigatória a greve sempre que alguém a convoca, muito menos a sindicalização, retirando à pessoa a agência moral…
O que disse é que sempre que o Saulo quiser furar uma greve vai encontrar a resistência legítima dos seus companheiros porque está a por em causa a sua liberdade.
Cumprimentos
“Assim tenta Zapatero furar a Greve Geral”
A Ertzaintza é uma polícia autonómica basca, não depende das ordens do governo espanhol.
A Ertzaintza foi uma criação e, até Maio do ano passado, foi sempre gerida por governos de maioria nacionalista basca, designadamente com o PNV.
“Saulo que tem isso a ver com o vídeo?”
Não estou, naturalmente, a falar do vídeo, até porque desconheço em absoluto quais as razões (se é que as houve) da intervenção policial.
“…as barbaridades…”
Tais como??????
Saulo já lhe disseram quase tudo. É que furar greves é uma actividade perigosa e profundamente anti-democrática.
José, não há nenhuma autonomia no reino. Todo o poder sempre esteve e sempre estará em Madrid. Quanto ao espanholismo dos Ertzainas basta perder alguns minutos atrás das suas bem-feitorias…
“José, não há nenhuma autonomia no reino. Todo o poder sempre esteve e sempre estará em Madrid”
É mesmo não conhecer ou não querer conhecer Espanha e, sobretudo, o País Basco!
Livra!
nojento!
é pena que aquela gente não se tenha revoltado. com umas cordas deveriam ter logo enforcado um…
É isso mesmo José. Está visto que o especialista em enclaves e reinos é sua excelência. De Israel a Espanha. Boa noite.
É, é verdade. Comparado com o que você escreveu, até eu sou um especialista!
“Artículo 28.
El servicio público de policía se ejercerá con absoluto respeto a la Constitución, al Estatuto de Autonomía y al resto del ordenamiento jurídico, y al mismo incumbe cumplir los deberes que le impone la Ley, sirviendo a la comunidad y protegiendo a todas las personas contra actos ilegales que impidan el libre ejercicio de sus derechos y libertades.”
Do Código Deontológico dos Ertzainas
Deve ainda dizer-se que a greve é um direito democrático, mesmo no reino espanhol, pelo que o uso das forças repressivas para a sua violação é uma decisão política. Acha mesmo que não foi Zapatero a dar a ordem?
O senhor José de especialista não tem grande coisa, mas é um excelente fiel do dono…
O artigo 34 do Código Deontológico dos Ertzainas também fica muito bem ao pé deste vídeo:
Artículo 34.
“1. En el ejercicio de sus funciones, los miembros de la Policía del País Vasco actuarán con la decisión necesaria, sin recurrir a la fuerza más allá de lo razonable y rigiéndose por los principios de adecuación, necesidad y proporcionalidad en la utilización de los medios a su alcance.”
e já agora o 30 e o 36:
“Artículo 30.
1. Los miembros de la Policía del País Vasco actuarán con absoluta neutralidad política e imparcialidad, y evitarán cualquier práctica abusiva o arbitraria respetando en todo momento los principios de igualdad y no discriminación, y los demás que se consignan en la Constitución y en la Declaración Universal de Derechos Humanos.”
“Artículo 36.
1. Los miembros de la Policía del País Vasco velarán por la vida e integridad física de las personas a quienes detengan o que se encuentren bajo su custodia, y respetarán su honor y dignidad y los derechos que legalmente les corresponden.”
Saulo:
Se alguma vez na empresa onde trabalha os seus companheiros obtiverem aumento de salários ou melhores regalias através da luta, vai recusar receber, na medida em que não participou?
Você saiu-me cá um vivaço do catano.
Pensa assim porque ignora que a maioria das regalias que está a usufruir foram obtidas através de lutas árduas.
Cumprimentos
Você gosta do insulto, sobretudo quando não tem razão.
É pouco rigoroso, quando o rigor deve ser uma característica fulcral do jornalista.
Tenta atirar poeira para os olhos, quando lhe faltam argumentos e vê que está no campo das falsidades.
A forma que você tem de colocar as questões é de levantar acusações sem qualquer fundamento na realidade, nos factos.
Acho, sim, que não foi o Zapatero ou qualquer membro do governo espanhol quem deu qualquer ordem à policia basca.
Sei, é verdade, que a Ertzaintza é rigorosamente autonómica e que obedece ao governo regional.
O código deontológico a que você alude em nada infirma o que eu sustento, ao contrário do que pretende demonstrar. É a Constituição e o Estatuto basco que darão corpo às normas aqui aplicáveis.
Não, não sou adepto do Zapatero, mas também não me deixo cegar pela ideologia, como você faz e de forma tão descarada.
Vá dormir, que pode ser que o sono lhe areje as ideias e traga mais rigor nas afirmações.
A dormir já está o José, e a ter sonhos delirantes:
“Acho, sim, que não foi o Zapatero ou qualquer membro do governo espanhol quem deu qualquer ordem à policia basca.
Sei, é verdade, que a Ertzaintza é rigorosamente autonómica e que obedece ao governo regional.
O código deontológico a que você alude em nada infirma o que eu sustento, ao contrário do que pretende demonstrar. É a Constituição e o Estatuto basco que darão corpo às normas aqui aplicáveis.”
Você é um excelente “achólogo”. Acho isto e acho aquilo.
Opina por tudo e porque sim. Aderência à realidade do que escreve é apenas um pormenor insignificante.
Se quer continuar a dizer que a Ertzaintza – e já agora os Mossos d’ Esquadra – obedece a ordens de Madrid, força. Fique lá a achar que sim e porque sim. Achar é o seu campo.
Para esta discussão já dei o suficiente. E, sobretudo, dá bem para ver as palas que você coloca a si mesmo.
Estava a ver que não se cansava…
Já agora, não quer comentar o vídeo? E o comentário do Saulo? E o direito à greve? É que ou bem me engano ou ACHO que é isso que verdadeiramente o chateia neste caso. Não ACHA?
quer que lhe diga o quê?
que houve um comportamento despropositado, brutal e violento por parte da polícia?
Isso não é evidente?
daí a você atribuir as culpas a quem quer ou lhe convém vai um passo enorme para a generalidade das pessoas e um pequeno trejeito para si.
Greve? Continua a achar e a achar mal. Faço parte dos órgãos directivos de um sindicato e sou delegado sindical. E que não fosse.
Vá, vá lá dormir, que hoje não está a ser um dos seus menos maus dias.
Acho que antes do mais e perante este vídeo deveria ter começado pelo que disse no seu último comentário.
Isso dos dias menos maus imagino que seja uma auto-crítica pois nos últimos tempos a minha prosa tem ocupado boa parte dos seus tempos livres…
Sobre o eu “acho” e o você “acha”, não se iluda: nenhuma polícia “autonómica” bate sem o consentimento de Madrid.
Quanto ao sindicato, omitiu o nome… será a UGT?
Isso deve ser mesmo o seu espírito totalitarista a dar-lhe.
O meus comentários a mim pertencem. Não faltava mais nada que viessem dizer o quê e como deveria comentar!…
“nenhuma polícia “autonómica” bate sem o consentimento de Madrid”
Se você o diz…
Lá está você outra vez com a falta de rigor… a UGT não é um sindicato.
“…vai recusar receber, na medida em que não participou?”
Parece-me que seria justo, nessas circunstâncias, só receberem “recompensa” (seja de que tipo for) os que fizeram greve. Se eu entendi não fazer greve problema meu. Azar.
“Pensa assim porque ignora que a maioria das regalias que está a usufruir foram obtidas através de lutas árduas.”
Não, não ignoro.
“O que disse é que sempre que o Saulo quiser furar uma greve vai encontrar a resistência legítima dos seus companheiros porque está a por em causa a sua liberdade. ”
Até onde pode ir essa resistência legítima? Até à violência psicológica? Até à violência física?
O 5D continua muito à violência policial dos “choques” fora de portas.
Só lhe fica bem.
Porém, permanece o ensurdecer silêncio quanto à praticada pelos domésticos herdeiros do “capitão maltêz” (se continuam a não preceber não desesperem, há genrte aí na casa que sabe do que se trata, perguntem).
“a UGT não é um sindicato” (…) “que houve um comportamento despropositado, brutal e violento por parte da polícia? Isso não é evidente?”
José, por estas duas declarações já valeu a pena o debate. Estou certo, até pelo contributo dos escribas do reino, que depressa achará outra coisa da autonomia das regiões de Castela.
Saulo, se aplicar este seu princípio (“Parece-me que seria justo, nessas circunstâncias, só receberem “recompensa” (seja de que tipo for) os que fizeram greve.”) terá que voltar aos calabouços da escravatura.
JDC, faz as perguntas certas mas no sentido errado. Devolvo-as: “Até onde pode ir essa resistência legítima? Até à violência psicológica? Até à violência física?”
Dos agressores, evidentemente…
Fernando Simões, venha daí essa crónica do Parque das Nações… estou certo que sabe o que ninguém sabe aqui na tasca.
O sr. saulo é um retinto FASCISTA que não tem tomates de se assumir.Assim,é um ‘democrata’ ao serviço dessa grande instituição democrática que é a empresa,não é seu ‘filósofo’ da dita cuja ?
Só não conhece a Ertzaintza quem anda distraido. Espancamentos, tortura, violações… É um fartote a historia dessa força repressiva.
Esta policia tem constantemente atitudes provocatorias mesmo para tentar gerar conflictos. Ainda a semana passada se foram meter num almoço popular, publico, a filmar os participantes: http://www.youtube.com/watch?v=Je_OnKY4Wys
Já cá faltava o “faxxxismo”, já estava a tardar.
É melhor Vossa Excelência se calhar ler umas coisas sobre ciência política (até podem ser publicações de insuspeitos apoiantes da CCCP) para não ver faxxxismo (regime horrendamente estatista e totalitário) em tudo quanto é lado.
Esteja descansado, não só não sou fascista como não apoio qualquer tipo de regime autoritário/totalitário (ao contrário de “uns e outros”) em que se presta culto ao Estado (como se este fosse uma Divindade Pagã ou uma entidade Sobrenatural) ou (o nojo) culto ao Líder.
“grande instituição democrática”
Depende das empresas. Há empresas com estruturas organizacionais “Verticais” e outras mais “Horizontais” mas não vejo porque uma empresa tenha que ser uma democracia. A propósito só duas notas:
- a Democracia enforma a sociedade e define-lhe as regras. Nem todas as instituições são (ou sequer podem) ser democráticas, seria impossível. A Família será uma instituição democrática?
- é com grande satisfação que vejo tamanho apego à democracia;espero é que não seja uma “democracia” (certamente participativas do tipo “ou-participas-a-bem-ou-participas-a-mal-mas-participas) à Honecker, Ceausescu ou Hoxha, etc.
cumprimentos
Dizer que o sr. Saulo é um retinto fascista é não admitir que o sr. Saulo pode ser um trabalhador, como conheço muitos, que assimilou a ideologia inculcada pela propaganda UGT e soarista de que os trabalhadores têm a “liberdade” de apoiar a parte em conflito que tem o poder económico, traindo a luta da sua classe. A sua convicção pode ser baseada na ignorância e leva-o a apoiar a repressão tipo fascista. O sr. Saulo pode estar convencido de que não ganha nada com a luta dos trabalhadores e não pensa que um dia o inferno (ele deve ser temente a deus) pode-lhe cair em cima da tola. Pode depois não ter oportunidade de fazer greve. E pode ser que o sr. Saulo seja um retinto fascista? Pode. E pode ser que ele seja mas não saiba? Pode.
Nunguém viu? Ouviu ou leu?
Não acredito.
Será que o ex – “orelhas do MR” (também não há aí ninguèm que saiba quem é?) já tem toupeiras no 5D?
Ou tratar-se-á, tão só, de um sintoma de snobeira cosmopolita e bacoca?
Também não sabem nada do que se passou nas Portas de Santo Antão à margem da última manifestação?
Tanta ignorância, caso fosse verdadeira, seria motivo para corarem de vergonha. Não para exibirem tiques de esperteza saloia.
Vão pedir explicações à priminha mais velha…
“Até onde pode ir essa resistência legítima? Até à violência psicológica? Até à violência física?”
Provavelmente ambas.
Convém aqui lembrar que tal como na ‘liberdade’, também não há só uma ‘violência’.
Cumprimentos
Zutik, grande vídeo. Esclarecedor.
Olha se essas imagens fossem em Havana (que não poderiam ser), o que não diriam os Saulos deste mundo.
Extrapolando essa vossa discussão, vou apenas falar do vídeo e da repressão policial.
Lá como cá, é o que dá quando temos polícia que é ensinada apenas para espancar e não para pensar. Quando assim é, quando teremos seguramente pessoas (muitos deles até rufias) que não têm o mínimo desejo de ordem, segurança e serviço público (sabem lá o que isso é), mas apenas sede individual de violência e do poder cobarde de terem meios para a praticar de modo gratuito, as consequências estão à vista. O problema não será de quem pensa assim (que em condições decentes, não iria longe), mas de um sistema que permite que esta gente chegue onde chega.
João, estamos de acordo quanto ao problema ser do sistema. Acho que é aí que devemos deixar a tónica sem querer com isso desresponsabilizar os agentes individualmente.
Agora quando dizes que “apenas sede individual de violência e do poder cobarde de terem meios para a praticar de modo gratuito” deixas a ideia (ainda que não queiras) que isto com polícias mais humanizados poderia ser mais bonito, ou pelo menos, menos feio.
E dizem-se Países democráticos e dos direitos humanos -Onde as forças policiais/ repressivas de rosto tapado reprimem os cidadãos grevistas e manifestantes …Hipócritas de merda = Filhos da Puta
Dificilmente poderia ser mais bonito, quando há um sistema que não só aceita, como estimula esse tipo de mentalidade. Acho que está claro…
Como a água!
Sr.Silva, vou passar adiante das suas considerações apriorísticas sobre a minha (suposta) ignorância mas vale a pena deixar claras algumas coisas:
“traindo a luta da sua classe”
Não existem classes nem me sinto parte de porra de classe nenhuma. Desprezo a mentalidade de rebanho. Existem indivíduos que interagem entre si, nada mais. Period.
“a repressão tipo fascista.”
É melhor não entrar por aí, pois poderíamos pasar dias a fio a falar de variadas “repressões”.
” (ele deve ser temente a deus)”
Está a ver1 Engana-se aqui COMPLETAMENTE. A religião (todas elas, incluindo a do senhor barbudo de Trevers) interessa-me tanto como ter um pinha enfiada no cú.
“o inferno ”
O inferno não existe.
“se essas imagens fossem em Havana (que não poderiam ser), ”
Tem razão o Sr.Jal. É claro que não poderiam ser em Havana e a malta sabe muito bem porquê.
Enganaram há umas décadas (ficou para emenda de muitos) mas já não enganam e enganam cada vez menos.
“Hipócritas de merda ”
Hipocrisia?!??!?!?!
Ah…a hipocrisia. Pois, a hipocrisia….poderíamos falar sobre hipocrisia abundantemente…mas não me parece que valha a pena pois discutir questões de Fé e crendice ultrapassa os limites.
Passar bem
Saulo, olhe o vídeo de novo. Depois volte à caixa de comentários e veja o que tem dito a propósito. Perceberá melhor quem se revoltou com o que disse. Aproveite para me satisfazer a curiosidade. O que sente quando vê aquele tropa a atirar a senhora para o chão ou a gritar na cara do sindicalista?
Repressão e o medo, para “moldar” quem ousar desafiar a ordem e o poder aos gananciosos. Em nome de quê? da “liberdade” que corre como nunca a caminho de deixar de ser
“não apoio qualquer regime autoritário/totalitário (…) não vejo porque uma empresa tenha que ser uma democracia.”
E o que é a falta de democracia nas empresas senão um aspecto totalitário de qualquer regime?
“a Democracia enforma a sociedade e define-lhe as regras.”
E uma dessas regras pode muito bem ser a chamada democracia industrial.
Gostei da expressão: “democracia industrial”. E acrescentava: “democracia industrial e financeira”, só para ficar mesmo completo. Ou melhor ainda: “ditadura dos industriais e dos financeiros”. Enfim… todas são boas.
Como é que se perde tempo a argumentar com um calhau?
Nesta coisa das greves e dos piquetes, de forma os calhaus estão em duas prateleiras. Às vezes com um dos pés em ambas. A saber: são ignorantes e desconhecem a história movimento operário, suas lutas e conquistas ou escolheram ideologicamente o campo oposto aos interesses dos trabalhadores (mesmo sendo os calhaus muitas vezes assalariados e explorados).
As greves e os piquetes, conquistas da luta de milhões de trabalhadores por este mundo fora, são direitos reconhecidos mesmo por poderes ao serviço das classes (normalmente os calhaus não se reconhecem em nenhuma classe) opressoras, pelo capital, são instrumentos de luta que os trabalhadores usam quando não lhes resta outra forma de protesto.
Ver a polícia Basca, Espanhola, Grega, Alemã ou Estado-Unidense, ver uma força policial qualquer agir com tamanho grau de violência contra cidadãos, trabalhadores, estudantes, gestores, grevistas ou não, só pode geral um tremendo sentimento de injustiça.
O resto é conversa de calhau!
Il Gladiatore, ainda bem que também perde.