Coisas que aprendi no Brasil, n.º 4

Comprei e li o último Rubem Fonseca, este aqui: fica longe de ser o seu melhor, mas mesmo o seu pior nunca é tempo perdido. Associações de ideias: o título, O seminarista, lembra-me essoutro seminarista de há cem anos, o Bentinho, do Dom Casmurro; e o Dom Casmurro, um romance que toca a perfeição, lembra-me ainda outro monumento literário, Le rouge et le noir, apenas por isto: pelos títulos pouco evidentes que um e outro têm, e que dão ambos tanto que pensar.

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SEXTA | António Figueira
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1 Response to Coisas que aprendi no Brasil, n.º 4

  1. nunocastro diz:

    olha que o rouge et le noir dá muito que pensar… e não é nada evidente…

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