Uma tarde nas Vicentinas


Depois de uma casinha de chá do burgo ter chamado de uma forma distinta e bem educada “cão raivoso” ao Carlos Vidal, mostrando uma fantástica capacidade de argumentação. E, posteriormente, ter alertado, a quem de direito, que o Vidal é professor e dá aulas. Os clientes do estabelecimento estão muito indignados com a reacção do 5 dias. Transcrevo um diálogo, pontuado pelo Dâmaso Salcede local, chic a valer:

De Ana Margarida Craveiro a 15 de Junho de 2010 às 13:56
um selvagenzinho que não merece qualquer atenção.

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De João Carvalho a 15 de Junho de 2010 às 15:07
Um marginal da blogosfera, como vês.

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De Pedro Correia a 15 de Junho de 2010 às 14:14
Digo o mesmo que a Ana Margarida, com um pouco menos de açúcar: um alarve.

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De ariel a 15 de Junho de 2010 às 14:36
O meu pai, que é um transmontano dos sete costados, costuma dizer que não se devem misturar c******** com marmelos! Não escrevo por extenso porque estamos à mesa do chá.
:))

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De Pedro Correia a 15 de Junho de 2010 às 15:00
O seu pai é um senhor sábio, Ariel.

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De João Carvalho a 15 de Junho de 2010 às 15:06
Respondo-lhe como o Pedro, Ariel.

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Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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19 Responses to Uma tarde nas Vicentinas

  1. Luís Teixeira Neves diz:

    Antes de tudo isso já o Carlos Vidal tinha sido ameaçado, para mim de uma forma bastante explícita, na caixa de comentários do seu poste em que perguntava porque é que Israel “tem” ou “deve” existir…

  2. joão viegas diz:

    Caro Nuno Ramos de Almeida,

    Não vou comentar a troca de galhardetes, que não li mas que adivinho estar ao nivel do pior que se faz na blogosfera (ja disse que achava lamentavel o 5 dias prestar-se a essas cenas de circo, você ja me explicou que isso é liberdade de tom, e não puro reclame do mais baixo nivel, adiante…).

    Mas de repente, falho em compreender qual é o problema de se mencionar que alguém “é professor e da aulas”. Isto é proibido por lei ? Da prisão ?

    Ainda se fosse “é professor e não da aulas” teriamos potencialmente problemas com a entidade patronal.

    Mas “é professor e dá aulas”, qual é o problema ?

    Realmente, não percebo…

    PS : Gostei da referência ao Monthy Peckinpah Flying Circus

  3. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Caro João Viegas,
    Não é a primeira vez que durante uma discussão com o Vidal, surge como argumento/ameaça fulano com estas opiniões é professor. Houve até um tipo, numa ocasião anterior, que alertou a Ministério do Ensino Superior num post. Acho que a opinião é livre e que em nenhuma discussão é lícito referir o emprego como forma de condicionamento. Conheço pessoas que sofreram pressões profissionais por opinarem no 5 dias.

    Concordo,
    Que esta polémica tem pouco interesse. É uma mera troca de galhardetes da blogosfera. Nem todos os posts são profundos.

  4. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Caro João Viegas,
    Esqueci-me de dizer uma coisa. Não concordo com as opiniões do Carlos sobre a ilegitimidade do Estado Israelita. No entanto, acho estranho que determinados blogues façam o elogio ditirâmbico das acções militares israelitas contra civis e que demonizem os palestinianos perante o silêncio de toda a gente. Mas quando o Carlos emite uma opinião inversa, seja apelidado de “cão raivoso”. O mais grave da questão é que essa gente mascara o seu extremismo racista, com uma normalidade que exige que ninguém discorde.

  5. Abílio Rosa diz:

    Prof. Carlos Vidal:

    Não gaste as suas munições com aquela rapaziada comentadeira do «Delit(r)o de Opinão.

    Aqueles pobres de Cristo nem uma frase sabem escrever.

    Aquilo é pessoal bué de «liberal» que vive da mesada do papá ou devem estar alojados nalgum tachinho socretino…

  6. joão viegas diz:

    Caro Nuno Ramos de Almeida,

    Ahem… bom na verdade ha que conceder que nem sempre nos cingimos a ler os posts profundos. De facto, ai é que a porca torce o rabo…

    Concordo com o que você diz a seguir sobre as reacções pavlovianas da nossa desgraçada direita. Apenas vejo nisso mais um argumento para não entrar nesse tipo de polémicas. A eficacia retorica passa também por sabermos discernir quando é que a realidade nos esta a dar razão.

    Felicidades

  7. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Caríssimo,
    Um blogue é tanto um vício e uma distração como é um instrumento de divulgação de ideias. Estes pequenos ruídos na comunicação fazem parte da natureza do meio. A racionalidade mandava deixá-los falar sozinhos, mas também irrita a arrogância com que colam rótulos de exclusão às pessoas que não concordam com eles.

  8. Luís Teixeira Neves diz:

    Tudo bem! Mas afinal porque é que Israel “”tem” ou “deve” existir””???!!!

  9. Luís Teixeira Neves diz:

    Não gostam que se pergunte?! Não faz mal que se pergunta na mesma! Ou será que as ameaças surtem efeito?!
    Não querem discutir com quem não reconheça previamente o direito de Israel à existência e à Segurança?! Pois não discutam!
    Mas porque pretendem assim extorquir aos seus potenciais interlocutores tal reconhecimento?! Não é suficiente (à existência e segurança de Israel) que este tenha o “4.º melhor exército do mundo”?! Eu pessoalmente sinto-me um zero quer para contribuir para a existência e segurança de Israel, quer contribuir para o seu contrário…

  10. Carlos Martins diz:

    Para quem se incomodou muito com a falta de gosto de outro autor deste blog, com a publicação de uma fotografia de uma criança palestiniana, atente-se à escolha que fez de uma fotografia retirada de um scetch dos Monty Python…

    Ainda por mais, o autor do artigo transcreve um diálogo, sem consultar os comentadores citados se aceitam ou não ser publicados…

    O autor deste artigo vai longe nas maneiras e nos actos…

  11. Luís Teixeira Neves diz:

    Em minha opinião o melhor sinal que se poderia dar a esses senhores seria ignorar as suas ameaças e insistir em responder à pergunta que o Carlos Vidal colocou: Porque é que Israel “tem” ou “deve” existir?

  12. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Carlos Martins,
    Que mal tem a foto de um “scetch dos Monty Python”?
    Que eu saiba os comentários são públicos. A mim já me citaram vários.Você acha que alguém pede autorização para citar uma discussão pública?

  13. antónimo diz:

    Nuno Ramos de Almeida, João Carvalho não sei quem é, já o Pedro Correia não se serve apenas dos blogues para divulgar as suas ideias.

    Infelizmente serviu-se durante anos do seu lugar no DN, como “especialista” do PCP, para divulgar as suas opiniões, em dezenas/centenas de artigos que não deviam nada ao distanciamento, isenção e obrigação de informar mas já deviam bastante à propaganda política e à sua proximidade com as bandas da direita (parece-me mais propriamente que a designada monteirista).

    Também fez parte do Conselho de Redacção que louvou António Ribeiro Ferreira quando este comissário do Governo PSD-CDS/PP e da intervenção no Iraque deixou o cargo de director-adjunto do jornal.

    Ao Ariel, tadinho, tão elogiado só recomendo outra cultura. Os costados são quatro e nunca sete. Remetem para a genealogia – uma ciência que a direita tanto aprecia – e para o número de avós que existem nos costados genealógicos de cada indivíduo.

  14. Renato Teixeira diz:

    Caro Martins o Nuno debateu a publicação de uma dada foto, questionou os seus efeitos, por fim esclareceu em que contextos o faria. Quem ficou incomodado foram outros Delitos e algumas Vias que se limitaram com maior ou menor erudição a regurgitar lugares comuns. Não gostou do ténis? Dificilmente gostará de alguma coisa.

  15. Dylan diz:

    Abílio Rosa,

    E você, vive de quê? Do Comité Central?!…

  16. Carlos Vidal diz:

    Mantenho, claro:
    « Porque é que Israel “tem” ou “deve” existir? »

  17. Abílio Rosa diz:

    «Dylan»:

    O vosso camarada Abílio vive de «royalties» e dos rendimentos de meia dúzia de poços de petróleo, lá nos confins da Sibéria…

  18. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Não vivemos todos?

  19. Dylan diz:

    Maldito Muro, Abílio. Eu a pensar que a sua queda tinha acabado com essas poucas vergonhas…

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