Rescaldo de um “debate” com o 31 da Armada e um tributo a Muhammad Ali-Haj

A propósito da crítica à Questão Doutrinal de (i)nês teotón(i)o pere(i)ra, texto onde defende a colocação de aspas na Flotilha da Liberdade barbaramente atacada pelo exército nacional-sionista de Israel, teve lugar um verdadeiro combate de boxe entre alguns petiscos do espaço gourmet e eu próprio. Nesta posta, pretende-se não só fazer um arquivo póstumo do confronto de ideias mas também dançar sobre o cadáver de um adversário que não esteve nem à altura nem do número de leitores que tem nem do capital social dos seus escribas.

31 da Armada e os cem centímetros de quem se fala

Momentos hilariantes por Afonso Azevedo Neves

Pai nosso que estais no Estado por Henrique Burnay

A outra questão doutrinal por Paulo Pinto Mascarenhas

Eu, que debocho e chafurdo nas orgias da ordem dominante por Afonso Azevedo Neves

Nada como uma boa discussão por Henrique Burnay

Agora a sério por Nuno Miguel Guedes

O Renato por Paulo Pinto Mascarenhas

Sobre o tal Renato e do tal Renato por Jacinto Bettencourt

A questão doutrinal II por (i)nês teotón(i)o pere(i)ra

Onde se explica que o direito a ensinar os filhos não é assim, à parva. Como se quer. Depende daquilo que se ensina, como é óbvio por (i)nês teotón(i)o pere(i)ra

Moi-même e a inspiração de Muhammad Ali-Haj

Quando voltarem ao Campo Pequeno avisem com mais do que umas horas de antecedência. Vai ser um prazer ver a vossa nobre figura em tão afamado cenário.

31 da Armada já para o Campo Pequeno. Basta de indigência na blogosfera. Volta Daniel Oliveira, estás perdoado.

Armado em cupido gerei uma depressão. As minhas mais sinceras desculpas. Quando é que regressam mesmo ao Campo Pequeno?

Não houve consenso nem sobre a luta pela vitória da Palestina nem sobre o carácter fascista de Israel. Apesar disso, não podia ter havido melhor prémio do que a consagração do único acordo identificado, escrito por mim, mas celebrizado sine die em todas as postas do espaço gourmet:

No 31 da Armada, “chafurda-se nas orgias da ordem dominante”!

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