o sexo do jornalismo (debate hoje)

Hoje, 9 de Junho, quarta-feira, a partir das 22 horas, no Bartô do Chapitô e integrando a já habitual rubrica “ComVocações”, colocamos a pergunta: “As notícias têm sexo?”.
A responder estarão Ana Sá Lopes, jornalista ao serviço do jornal “i”, Cristina Ferreira de Almeida, directora da Revista VIP e Paula Brito, Chefe da Divisão de Informação CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género. A moderação está a cargo da jornalista Ana Goulart, membro da Direcção do Sindicato dos Jornalistas.

As notícias têm sexo?

Ocuparam os bancos das universidades e logo a seguir as secretárias das redacções. Abrem os boletins informativos e são astutas moderadoras dos grandes debates. Fazem perguntas e exigem respostas.

Elas estão em maioria e o jornalismo, mas essa maioria mudou o poder nas redacções? Tão importante, como isso, essa presença mudou o discurso do jornalismo ou ele mantém-se essencialmente um discurso masculino?

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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6 Responses to o sexo do jornalismo (debate hoje)

  1. The Studio diz:

    Ora aí está um tema que não interessa nem ao menino Jesus. E o melhor mesmo é nem referir que as mulheres estão em maioria no jornalismo, ou ainda serão responsabilizadas pela conversão do antigo bom jornalismo no moderno jornalismo de sarjeta.

  2. Embora estejam em maioria nas redacções, ainda são os homens que mandam na informação.
    Principalmente nas televisões.

    Sinceramente, não existe grande diferença entre uma noticia feita por um homem ou uma mulher.

    O discurso ou a notícia ainda é muito masculino. Se é que se pode chamar assim.
    Até porque o jornalismo é uma profissão onde não se nota muito essa diferença.

    Isso nota-se na forma como ela é divulgada.
    para o telespectador não importa muito se quem apresenta o telejornal é homem ou mulher

  3. Manuel Monteiro diz:

    Sinceramente, acho que o jornalismo que se faz hoje é, na sua grande maioria, putedo político…
    Manuel Monteiro

  4. Um dos lados mais fascinantes nos blogues é a possibilidade que há de qualquer pé de chinelo perder dois minutos a deixar escorrer pelos dedos bosta intelectual.
    Dizer que o tema do debate “não interessa nem ao menino jesus” (com jota grande no original) é um exemplo típico de falar por falar ou mais valia ter enfiado os dedinhos pelo ânus acima.
    Primeiro porque se há coisa que apoquenta o tal do menino é tudo o que meta género, sexo (com ou sem coito), pois não há aspecto social que envolva esta questão que não provoque logo grande mobilização da “creche”.
    Depois porque tudo o que provoque discussão em torno do jornalismo contemporâneo, interessa aos meninos, às meninas e a todos os outros que por aqui e ali andam. Ou não interessa?

  5. Manuel Monteiro diz:

    Il Gladiatore
    Se o tema te interessa, aprofunda, filho, aprofunda (como diria o Zé Mário Branco)…
    Manuel Monteiro

  6. Pro-fundo, menino monteiro…!

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