Os falsos amigos dos israelitas

Hoje é dia para aqueles que vêem em todos os gestos de Israel um contributo para o bem estar da humanidade exultarem. Pois não é que aqueles beneméritos, não fosse o diabo tecê-las, atiraram “preventivamente” sobre uns barcos fretados que iam levar material de guerra para Gaza, tal como cadeiras de rodas e comida, com o pretexto de se tratar de Untermensch pró-palestiano? A obsessão sionista de um Lebensraum justifica tudo a começar por um juízo unilateral do princípio da proporcionalidade, um acesso tipica e reiteradamente fascista. Livrai-nos, pois, de todos os que têm medo até do próprio medo e que julgam que só assim são “corajosos”, “patriotas” e se livram de traumas congénitos. Não sou pacifista nem ingénuo, mas a “causa” israelita, assente na desconfiança universal e na exigência de uma global curvatura perante suas excelências, causa-me mais náusea do que qualquer outra coisa. O raio que os parta.

Adenda: Este post de Do Médio Oriente e Afins. Já agora, e para evitar comentários a comentários, por que é que os domésticos sionistas friendly não trocam o conforto do “doce Portugal” pelo extraordinário bastião dos “valores” ocidentais que é Israel (e zonas limítrofes) em vez de apenas hastearem a bandeirinha no quentinho da casa deles?

Este excelente texto do João Gonçalves diz tudo sobre os imbecis que acham normal um Estado atacar navios de outros países em águas internacionais e matar 19 pessoas. Já sabemos que a maior parte da nossa direita é tão corajosa que está disponível para matar palestinianos até ao último israelita. Este falsos amigos do povo de Israel são herdeiros políticos daqueles que consideraram, a seu tempo, os campos de concentração nazis como propaganda soviética e que alimentaram todas as correntes anti-semitas. São gente que não percebe que só uma paz justa na região, que permita a autodeterminação do povo palestiniano, pode assegurar a existência em paz de Israel. O valor da argumentação desta cáfila é nulo. Estão sempre dispostos a fechar os olhos a todos os crimes do “seu lado”. Tentar apelar ao raciocínio deles é como esperar que as pedras falem. Apesar disso, vou tentar exemplificar com algo que eles eventualmente percebam: quando os portugueses foram até ao limite das águas territoriais de Timor com o navio Lusitânia Expresso para denunciar a ocupação indonésia, se as tropas de Djakarta tivessem tomado o barco, em águas internacionais, e morto 19 portugueses, o quê que qualquer pessoa normal diria? Condenaria esta grave violação do direito internacional ou daria razão ao Ali Alatas sobre o cozinheiro português que agrediu as tropas indonésias com o rolo da massa? Perceberam, ó bestas!

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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73 Responses to Os falsos amigos dos israelitas

  1. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Olá Ezequiel,
    Cheguei agora a casa. O teu comentário tinha ido parar ao spam. O WordPress dever ter olhado para o tamanho da coisa e resolvido que devia ser uma coisa estranha. Já lá fui buscar.

    Abraço

  2. ezequiel diz:

    foi isso que eu supus. bom jantar.
    abraço
    z

  3. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Ezequiel,
    Vai chamar analogia imbecil à tia mansa, como diria o nosso primeiro. A actuação do governo de Israel é criminosa. Não se bloqueia uma população de um milhão e meio de pessoas. Não se passa os dias a bombardear civis inocentes. Não se ataca navios com ajuda humanitária. O resto é conversa. A defesa da existência do Estado de Israel não se pode confundir com a absolvição de crimes.
    Sobre o Hamas, convém reconhecer que fizeram alguns progressos desde que foram criados e apoiados pela Mossad para combater a OLP. Tornaram-se um movimento mais sério. E a sua liderança até já disse reconhecer o Estado de Israel. A propósito que solução advogas tu para os palestinianos? O suicídio em massa ou o genocídio? Estou curioso.

  4. ezequiel diz:

    o Hamas foi criado pela Irmandade Muçulmana. foi usado pela mossad. são coisas distintas.

    pede desculpas à tua Tia Mansa por mim. o insulto n lhe era destinado. era mesmo para ti. a analogia, na minha opinião, é de facto imbecil e demagógica.

    eu n pretendo absolver crimes alguns. já disse que Israel violou o direito internacional. a justificação das acções israelitas n remetem apenas para o plano do direito internacional: remetem-nos para um domínio mais vasto: o da geo-estratégia. qualquer interpretação que ignora esta dimensão é simplista. tu falas como se a IHH n existisse

    o regime que a IHH pretende legitimar (Hamas) afirma que a dissolução do estado de Israel é um objectivo estratégico. logo, qualquer ataque ao Hamas é uma defesa da existência do estado de Israel.

    “O resto é conversa.” Ok. o “resto” é o mais importante, meu caro.

    PS: 9 mortos, Nuno. todos do IHH.

    eu n advogo qualquer solução para os Palestinianos. são eles que tem que decidir.

    eu n tenho nada que ver com o assunto. mas de uma coisa podes ter a certeza: enquanto elegerem, a norte e a sul, regimes que advogam a destruição de Israel…jamais terão paz…seja com o apoio dos Jihadis Globais (q durante anos n se conseguiram implantar na Palestina…recentemente a situação mudou!!)

    este estudo, além de muito preciso, peca por sub-estimar o prob salafi na “arena palestiniana”

    este é o contexto das acções da IHH.

    é possível que n consideres este estudo credível dado que foi em parte escrito por um membro do Shin Bet. eu já estudei o assunto e este estudo até parece-me bt comedido nas suas conclusões.

    bem, meu caro, to each his own.
    http://www.washingtoninstitute.org/pubPDFs/PolicyFocus%2099.pdf

  5. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Ezequiel,
    Poupa-me e não insultes a tua inteligência. O Hamas foi apoiado, suportado, financiado pelo Mossad para combater a OLP. Agora em vez de lidarem com um partido laico, os israelitas, cada vez menos laicos, lidam com o fundamentalismo islâmico. Esperamos que esta espiral de fudamentalismo cego passe e que o governo israelita olhe a realidade em vez de recitar o sionismo mais racista, a ver ser a realidade é que se engana.
    As tuas justificações de geo-estratégia não passam de tentativas erradas de justificar crimes. Estou-me a borrifar quem é a IHH. O que eu sei é que os navios traziam apoio humanitário e foram atacados, em águas internacionais, por um Estado convertido em pirata. A atitude de Israel é tão condenável com se a Indonésia tivesse atacado o Lusitânia Expresso.
    Se quisereres, o governo israelita é tão estupido que deu razão ao Hamas mais uma vez. O que é trágico é que o fizeram matando, mais uma vez pessoas. De um só golpe isolou Israel, perdeu a Turquia como aliado histórico na região e mostrou mais uma vez a crueldade abjecta da política israelita. Estou farto de gente complacente com crimes. Até a imprensa israelita percebeu a trágica imbecilidade. Um colunista do Haaratz chamou ao governo: “os sete idiotas numa sala”.
    Para mim, Israel tem direito a viver em paz, mas essa paz só será conseguida com uma solução justa para o povo palestiniano. O resto é conversa de malta que justifica os crimes dos “seus” e não percebe que a situação é cada vez mais insustentável do ponto de vista ético, mas até do ponto de vista militar.
    Os verdadeiros amigos dos israelitas não lhes escondem as verdades. Não lhe aparam os actos criminosos. Dizem-lhes que é preciso justiça para ter a paz.

  6. Leo diz:

    “Israel já permitiu a passagem de flotillas que foram organizadas por NGO’s genuínas.”

    Pode-me dar um único exemplo de um único barco que tenha chegado a Gaza? Sabe que não pode pois nenhum barco foi autorizado a aportar a Gaza. Nem um único para amostra. Esta Flotilha da Liberdade foi a 9ª tentativa e todas foram frustradas por Israel. A única diferença é que desta vez mataram e feriram, nas anteriores “apenas” assediaram e humilharam. Mas nem um único barquito foi autorizado a acostar em Gaza.

    O Ezequiel está pois a mentir deliberadamente.

  7. Leo diz:

    “é possível que n consideres este estudo credível dado que foi em parte escrito por um membro do Shin Bet”

    E não só. Este “estudo” é de Yoram Cohen ( o boy do Israel Security Agency (Shin Bet), de Matthew Levitt (que trabalhou no Departamento de Estado como conselheiro em contra-terrorismo do Gen. James L. Jones, enviado especial para segurança regional no Médio Oriente e colaborou com o FBI) e de Becca Wasser (actualmente funcionária do International Institute for Strategic Studies, de que é dirigente o Embaixador Robert D. Blackwill, ex-Vice Assistente ex-Vice-conselheiro da Segurança Nacional do Presidente George W. Bush, ex-Enviado Presidencial para o Iraque e ex-Coordenador da Administração para as políticas do Afeganistão e Irão)

  8. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Ezequiel,
    Ler um informe do Shin Bet sobre palestinianos. É como ler um relatório da PIDE sobre o PCP. É dar credibilidade a torturadores. Não tens um problema ético com isso?

  9. ezequiel diz:

    Nuno & Leo,

    n estou a mentir.

    http://www.guardian.co.uk/world/2010/may/25/gaza-flotilla-aid-attempt

    “Free Gaza has organised SIX previous aid boats to the Palestinian territory, the LAST three of which were blocked from reaching their destination by the Israeli military. This is the biggest attempt to take aid to Gaza. “The previous boats were making a statement ‑ these boats will be making a real impact,” said Berlin.”

    ” John Ging, head of the main UN agency in Gaza, urged more ships carrying aid to be sent: “We believe that Israel would not stop these vessels because the sea is open, and many human rights organisations have been successful (SUCCESSFUL) in previous similar steps, and proved that breaking the siege on Gaza is possible.”

    Nuno,

    Problema ético deveria ter o Hamas que assassina e tortura os Palestinianos de Gaza às centenas etc.

    Apesar de n ser fascista, devo dizer que gostaria muito de ler um dos relatórios da PIDE sobre o PCP. curiosidade histórica.

    Existem dezenas de estudos sérios sobre esta problemática. todos eles corroboram o que Yoram&Levitt afirmam no estudo que mencionei. queres que os encontre? (estudei isto na Uni, há muitos anos) ahh, n vale a pena. procura-os tu, se te interessar.

    para verificar a veracidade dos argumentos do Sr. Yoram basta visitar o site do MEMRI. está lá tudo. nas palavras dos próprios.

    Eu teria um prob ético se o meu apoio ao povo Palestiniano fosse usurpado e pervertido por organizações como a IHH. se a Amnistia Internacional ou a Cruz Vermelha organizassem uma flotilla, n teria qq prob em participar. ok?? n tenho qq prob ético em LER um trabalho do Sr. Yoram ou um artigo do Tariq Ramadan ou a constituição do Hamas.

    abr
    ezequiel

  10. antonio diz:

    Este post fez-me ir “buscar” (pois, mas não vos posso elucidar mais, teria que vos matar a seguir… vão a uma FNAC qualquer) 😉 um filmezeco que quanto a mim é melhor que o livro donde saiu: chama-se O Jerusalem.

    Já o tinha visto há séculos, mas o Lapierre e o Collins são ligeiramente parvalhões…

    😉

  11. antonio diz:

    Ah e aki têm sobre o assunto de uma ‘gajah’ que se bem me lembro era do MR (mas tá com bom aspecto p’rá idade, me thinks…)
    🙂

    Fábrica de imagens

    O exército israelita caiu na ratoeira. Não por ter actuado, mas por ter actuado de forma tão desastrada. Quando a Frota da Liberdade se fez ao mar com destino a Gaza carregada de activistas e de ajuda humanitária era evidente que, não se vivendo em Gaza nenhuma situação de catástrofe, a dita frota partia em busca de um caso que lhes permitisse trazer o que definem como causa palestiniana para os noticiários.

    E tinham boas razões para o tentar: a Intifada teminara; a contestação ao muro que isola a Faixa de Gaza tornou-se um caso encerrado não só porque se tornou evidente (e não por boas razões) que países como a Espanha mantêm muros bem mais intransponíveis em Ceuta e Melilla como sobretudo porque a diminuição drástica do número de atentados suicidas em Israel após a construção do muro terá levado a opinião pública a concluir que a tão contestada edificação tem poupado vidas aos israelitas e aos palestinianos.

    Por outro lado, as investigações feitas posteriormente a imagens divulgadas pelos que se dizem defensores da causa palestiniana suscitam cada vez mais dúvidas sobre o que nos é apresentado como um massacre. Em 2006 a falsificação de imagens pelo Hezbollah na guerra do Líbano foi tão grosseira que o termo Pallywood passou a designar aquelas bonecas, vestidos de noiva e crianças enfaixadas espalhados pelo Hezbollah como adereços pelos locais dos combates. Mas muito mais grave que a manipulação destas imagens foi o problema gerado em Setembro de 2000, na sequência da transmissão pela France 2 duma reportagem que, segundo aquela cadeia de televisão, mostrava um rapaz de 12 anos, Mohammed al-Dura, agonizando nos braços do pai. O mundo ficou chocado com a forma de actuar do exército israelita e em Gaza começou a segunda intifada. Investigações posteriores mostraram que nada é o que parece naquela reportagem e por isso não mais se falou de Mohammed al-Dura. Remetida para o esquecimento foi também a menina cuja família foi morta em 2006 numa praia de Gaza. Enquanto os responsáveis pela morte da família de Huda Ghalia pareciam ser israelitas a comoção mundial foi enorme. Quando se percebeu que foi um rocket palestiniano o responsável por aqueles mortos não mais se falou do sucedido naquele dia, desfizeram-se os cordões humanos e os manifestantes arrumaram a indignação junto às bandeiras de Israel grafitadas com suásticas (uma vez na vida podiam colocar-lhe uma foice e um martelo porque no que respeita aos judeus Hitler e Estaline estavam de acordo).

    Podia continuar indefinidamente dando exemplos da fábrica de imagens de que se alimentam os auto denominados defensores da causa palestiniana (e escrevo auto denominados porque na verdade o que estes activistas têm feito é contribuir para que os palestinianos não tenham nem o estado a que têm direito nem uma vida normal). Esta fábrica de imagens é fundamental como forma de justificar, no Ocidente, o ódio a Israel e sobretudo para manter em estado de fúria a rua islâmica e os palestinianos na eterna condição de tutelados dos movimentos radicais e dos seus glamorosos amigos da Europa e dos EUA.

    O exército israelita tem cometido certamente abusos e os políticos israelitas como os de qualquer democracia enganam-se. Como aconteceu quando estiveram à beira do desastre na guerra do Yom Kippur em 1973 ou quando apostam numa política de colonatos que torna inviáveis umas fronteiras dignas desse nome num futuro estado palestiniano. Do que também não tenho dúvidas é de que Israel é uma democracia que tem como inimigos regimes que fazem do ódio a Israel boa parte da sua demagogia de massas, promovem grupos terroristas e vivem na ânsia duma nova intifada. (A propósito, quem paga os barcos desta frota?) E também não duvido que qualquer país europeu tomaria medidas muito mais drásticas do que Israel caso visse a sua existência posta em causa como acontece com os israelitas. Recordo que a Espanha, no ano de 2002, mobilizou a Armada, a Aviação, o Exército de Terra e a Guarda Civil para desalojar os seis guardas marroquinos que se tinham instalado, por ordens do governo de Marrocos, em Perejil, uma ilhota minúscula cuja soberania a Espanha disputa com Marrocos. Ou experimentasse navegar a dita frota para o Líbano, onde os palestinianos conhecem situações bem mais difíceis do que em Gaza. Ou para o terminal de Rafah, em Gaza, mas que ao contrário da restante costa é controlado pelo Egipto, que por sinal o mantém quase sempre encerrado.

    O que aconteceu esta semana foi a criação de um facto em que a Turquia ao apoiar a dita frota assumiu um papel que tem de ser avaliado e em que os activistas transferiram para o mar o local de filmagens da produção de mártires que tanta abertura de noticiário lhes rendeu em terra firme. O exército israelita caiu na ratoeira. Não por ter actuado, pois qualquer outro país teria feito o mesmo em idênticas circunstâncias, mas sim por ter actuado de forma tão desastrada colocando em risco de vida os seus soldados, provocando a morte a várias pessoas e subestimando que muito mais importante do que aquilo que os activistas levavam a bordo era o que eles procuravam trazer: imagens. Conseguiram-no.

    Do fundo do coração ao coração nas mãos.

  12. ezequiel diz:

    António,

    nem mais, meu caro.

    n perca as notícias de hoje no canal France 24.

    abraço
    ezequiel

  13. Nuno Ramos de Almeida diz:

    António,
    Poupe-me à propaganda negra. Você decretou que não há situação de crise humanitária em Gaza. As Nações Unidas dizem o contrário. Remeta-se aos factos. Israel ocupa ilegalmente parte do território palestiniano. O bloqueio de Gaza é iegal à luz de qualquer direito internacional. Os barcos desarmados, com ajuda humanitária e sob o pavilhão de países soberanos foram atacados em águas internacionais. Desse ataque que testemunhas dizem ter sido planificado para matar, resultaram dezenas de mortos e feridos.
    A sua conversa parece a do exército nazi sobre os guerrilheiros judeus que combatiam nos FTP Franceses. O mesmo género de argumentação e os mesmos objectivos: criminalizar quem resiste à ocupação e à força bruta. A listagem dos crimes de Israel nos territórios ocupados e das violações dos direitos humanos é quilométrica. Isso é tão induscutível como o facto de Israel ocupar a Palestina e não cumprir as resoluções da ONU e os acordos que ela própria assinou em matéria de colunatos.

  14. antonio diz:

    ezequiel, obrigado. Aquela parte do mundo sempre fascinou, mas é assim sobre o ligeiramente perigoso p’ra ir conferir, mas sei de quem tenha ido…

    Nuno, se essa é p’ra mim atiraste ao lado porque eu estou completamente de acordo com o que acabaste de dizer…

    Quero cá saber das minhas origens ou das minhas simpatias, avalio as pessoas por aquilo que fazem.
    E nesta altura do campeonato os oprimidos tornaram-se nos opressores…

    Claro ?

    😉

  15. Leo diz:

    Parece que o Ezequiel é um dos membros da “Vote John Ging for Irish President in 2011”. Mas não lhe perguntei pelas farolices do Ging, mas um único exemplo de um único barco que tenha chegado a Gaza.

    E isso o Ezequiel não deu. Porque não tem como dar.

  16. Ezequiel,
    Peço-te desculpa, mas não me lembro nos vários nomes que te chamei, à conta da tua defesa cega de criminosos, ter-te chamado mentiroso. Não vou continuar esta conversa. É um assunto que me irrita bastante. Estou de folga e querto poupar-me. Comento contigo todas as coisas menos este assunto. Temo que se continuar com a conversa, não tarda nada estejas a dizer que o massacre de Sabra e Chatila foi perpetrado por palestinianos que se lançaram contra as balas de falangistas, transportados por acaso pelo exército israelita que os confundiram com pacificas turistas suecas perdidas em Beirute.

  17. ezequiel diz:

    n foste tu q me chamaste mentiroso.

  18. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Ezequiel,
    Estou mais descansado. O assunto é mt grave. Mas evito insultar demasiado um velhíssimo (100 anos?) camarada de blogue.

  19. ezequiel diz:

    PARA O LEO:

    http://www.maannews.net/eng/ViewDetails.aspx?ID=204610

    isto refere-se ao SS Liberty e ao SS Free Gaza.

  20. ezequiel diz:

    Desculpas pela “analogia imbecil.”
    A tua Tia perdoar-me-á, certamente. 🙂

    abraço
    ezequiel

  21. Carlos Vidal diz:

    Ezequiel,

    O que ganha o sr. com as figuras tristes que vem fazendo por aqui sobre este tema?

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