Israel declarou guerra a Portugal…

… e aos Estados Unidos, Albânia, Alemanha, Bélgica, Bulgária, Canadá, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Noruega, Polónia, reino Unido, República Checa, Roménia e Turquia.

Atacou um navio e invadiu o território de um país membro da NATO, em águas internacionais.

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8 respostas a Israel declarou guerra a Portugal…

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  2. Leo diz:

    Não o entendo Paulo Granjo!

    Então Israel mata 20 cidadãos civis indefesos e desarmados e fere mais outros 50 e nem sequer isso menciona? Bem sabemos que os navios assaltados e sequestrados tinham bandeira de países membros da NATO – nomeadamente da Turquia e Grécia – que isso pode ser considerado causa de guerra, mas acha que nova guerra no Médio Oriente resolvia os problemas dos palestinianos?

  3. Oh Leo!
    Vá 4 posts mais abaixo, ou digite http://5dias.net/2010/05/31/inimputabilidade-e-barbarie/ e veja a minha posição mais circunstanciada (embora em cima do acontecimento e ao correr da pena – e, portanto, a que se poderiam sempre acrescentar uns pormenores importantes).

    Não quero cá guerras. Isso é com o senhor do post acima.

    É que, por vezes, só forçando a barra do discurso e apresentando as coisas de um ponto de vista inesperado se consegue pôr pessoas que, por exemplo, detestam palestinianos (quanto mais o Hamas) e acham que Israel tem o direito de se defender de todas as maneiras (incluindo com bloqueios, massacres ou terrorismos “contra-terroristas”) a reflectir sobre se coisas como esta não são, já, inaceitáveis.
    E, acredite, pessoas dessas são, provável e infelizmente, maioritárias.

    Este post é, por isso, uma manipulação sarcástica de uma verdade clara à luz da lei internacional e dos tratados da Nato, para ser lido por (ou reproduzido a) pessoas para quem os argumentos do meu post anterior pouco digam, quanto mais as retóricas do post acima.

    Claro?

  4. Leo diz:

    Seria muito mais claro se pura e simplesmente se cingisse ao massacre em águas internacionais de civis desarmados e indefesos que em barcos civis com bandeiras da Turquia e da Grécia transportavam ajuda humanitária para Gaza. Que continuo à espera lá chegue!

  5. O aspecto que refere é evidente.
    Agora se você queria que eu me cingisse a ele, problema seu.

    Ninguém me paga para escrever aqui. E caso o fizessem e o patrão me viesse mandar cingir a isto ou aquilo, eu diria adeusinho e passe bem.
    Como imagina, não será você a substituir essa inexistente figura patronal, e se quer continuar à espera que eu diga o que quer e como quer, pode esperar sentado, enxergar-se, ou ir pregar para outra freguesia.

    Mas alegre-se: assim, sempre pode ouvir alguém que não você próprio.
    Normalmente, isso é instrutivo e enriquecedor.

  6. Leo diz:

    Pura e simplesmente caga-se para o que aconteceu, para os crimes dos israelitas que pelas quatro da manhã, em águas internacionais, atacaram barcos civis, com civis desarmados e pacifistas matando uns, ferindo outros e sequestrando todos os barcos para um porto israelita. E sim, os barcos tinham pavilhão turco e grego o que configura uma violação do artigo V da Carta da NATO.

  7. Leia o que escrevi no outro post.

    Se a cabecinha não der para perceber, por exemplo, a frase “Israel deu hoje mais um passo na total barbárie e total desrespeito pelo resto da humanidade, na prossecução daquilo que era, já, um processo de genocídio”, comentando que “a marinha israelita atacou um desses navios, matando 19 pessoas de nacionalidades diversas”, peça ajuda a alguém.

    Se me estivesse, como diz, “a cagar” para o assunto, não o estaria aqui a aturar, pois não tinha escrito nenhum dos posts.
    Mas, nesta caixa de comentários, não o aturarei mais .

  8. Leo diz:

    Quando é que mata de vez o pai, Paulo Granjo? Pois está na hora de o matar de vez. Poderá então talvez ver o ridículo de frases disparatadas como “na prossecução daquilo que era, já, um processo de genocídio”, referindo-se à morte de “19 pessoas de nacionalidades diversas.

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