Derrotar Israel a toda a linha! Por uma rendição sem condições! Por uma Palestina laica e livre! [actualizado]

[Soldados das Forças Armadas da Palestina]

Não há diálogo possível com Israel. À guerra só se pode responder com mais guerra. É o Estado mais racista do planeta e perdeu todo e qualquer crédito como interlocutor de boa-fé. Só descansarão quando a Palestina for um território sem povo. É uma guerra quente, bárbara, fascista. Não basta já a solidariedade, os abaixo-assinados, os boicotes, os apelos mudos. Podemos juntar o mundo inteiro para pedir que Israel pare, mas os ouvidos do genocídio, a marcha dos bulldozers e os nazis de Tel Aviv, só compreendem a linguagem da guerra, do sangue, do estrondo. É com armas que se ganham guerras. É preciso fazê-las chegar à frente de combate. “Armas para a Palestina” como pedimos “Armas para Timor”! É preciso derrotar o exército israelita para uma rendição sem condições. Rua da humanidade! Fora! Zute! Xô! É urgente destruir o Estado sionista para que os que lá vivem, judeus e palestinianos, sobrevivam. Pela vitória da resistência islâmica e por uma Palestina Laica e Livre!

HOJE: TODOS À MANIF!

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87 Responses to Derrotar Israel a toda a linha! Por uma rendição sem condições! Por uma Palestina laica e livre! [actualizado]

  1. Anabela Gesteiro says:

    Este “discurso” é muito radical, que é isso da “resistência islâmica?. Do que se trata aqui é de uma questão humanitária, é evidente que sou contra grande parte das atitudes de Israel, mas…”destruir o Estado Sionista”???, não queremos mais holocausto…Nunca Mais!

  2. Renato Teixeira says:

    Anabela Gesteiro, quem é radical é o Estado de Israel. A resistência islâmica, infelizmente, é a única com condições de derrotar o Estado sionista. O holocausto de hoje é feito por parte das vítimas de ontem. Conhece maneira de destruir o Apartheid sem destruir o Apartheid? Há meio século que a diplomacia vela com responsabilidades o genocídio palestiniano. Se só sobrou a via da guerra, que se ganhe a guerra. É uma ideia simples, antiga e eficaz.

  3. Anabela Gesteiro says:

    Será que só sobrou a via da guerra? Mais uma vez quem iria sofrer com esta eventual guerra seriam inocentes. Talvez este triste acontecimento sirva para alertar uma vez mais a comunidade internacional. Ainda tenho esperança…
    Não consigo porém deixar de ficar siderada com o seu discurso, apesar de perceber a revolta!

  4. Renato Teixeira says:

    Não sobra outra via. São 50 anos de diplomacia cúmplice e criminosa. Se me compreende, que poucas horas estive em Gaza, imagine os que não podem sair de lá e vivem diariamente um verdadeiro holocausto.

  5. José Estaline says:

    “Cada hebreu é um nacionalista, é um agente da espionagem americana”

    José Estaline, 1952

  6. a mulher do outro says:

    Por uma palestina laica??? ah ah ah

  7. Renato Teixeira says:

    José Estaline, poderia estar aqui uma deliciosa unidade. Ainda não vai ser desta. A frase de Estaline é completamente ignorante. O facto de haver judeus contra o Estado de Israel e outros que fizeram orelhas moucas ao holocausto diz tudo sobre a falta de unicidade desse, e arrisco dizer, de todos os povos do mundo.

  8. Nuno Lourenço says:

    Anabela Gesteiro, será que tem acompanhado a história deste conflito desde o seu início até hoje?
    Penso que não. Leia a história. Informe-se e não venha com tretas pacíficas.

  9. João André says:

    «O único Estado geneticamente racista do planeta»

    A sério Renato? Onde? Geneticamente racista? Esta afirmação é completamente idiota e sabe-lo bem.

  10. psd da boa-fé says:

    Anabela Gesteiro,
    O Holocausto está aí!!
    Se acordar, vê-lo-á bem nítido e tao assassino como aquele do III Reich. Mas há que acordar do sono mediático…
    Se apagar a porra da têvê (eu parti a que me ofereceram aos pontapés) e olhar em redor com os seus próprios olhos, verá que o holocausto é a evidência mais nítida do nosso quotidiano, e nao só na Palestina: vivem hoje mil milhoes de pessoas em guetos chamados ‘favelas’ (Lisboa tem muitas dezenas que nenhum média jamais visita), onde todos os dias morrem MILHARES de pessoas pela fome, pela miséria, pelas doencas pouco lucrativas que o neo-liberalismo nao quer curar e, claro está, pelo SEU desprezo, sra. Anabela!
    O gueto de Gaza é o mais conhecido e o mais politizado dos guetos, num mundo que, instigado por Washington, pelo FMI e pelo Banco Mundial, se especializou em produzir guetos.
    Os média existem para esconder o facto histórico decisivo do nosso tempo e para a senhora Gesteiro julgar que os holocaustos acabaram em 1945.

  11. Renato Teixeira says:

    João André, de facto há dois. Nos EUA também não se pode ser CEO de uma grande companhia se não se tiver nacionalidade americana. Rupert Murdoch teve que pedir a nacionalidade para poder ser ele a dirigir a News Corp em solo americano.

    A acusação não é infundada, João. Na palestina há quotas de participação democrática para uma determinada parte do povo e os árabes, pois claro, não têm direitos iguais do que os judeus. No marco em que ambos são israelitas, não vejo outra palavra melhor para a caracterização.

  12. Anabela Gesteiro says:

    Para o Sr. Psd da boa fé, o sr. está no seu direito em partir a sua televisão a pontapé, não tem é direito em afirmar coisas acerca da minha pessoa, não me conhece…
    E eu também não conheço o sr., aliás nem o seu nome próprio…
    E o sr., o que tem feito para alterar a situação daquilo a que chama favelas? Apesar de tudo julgo que não as pode comparar ao gueto de Gaza!
    E sim, ainda penso e espero que o Holocausto tenha terminado em 1945, apesar de estar ciente que o longo destes anos se têm cometido inúmeras atrocidades, não só contra o povo da Palestina.
    E sim, continuo a achar e a acreditar que atitudes radicais não resolvem nada.

  13. «Pela vitória da resistência islâmica e por uma Palestina Laica e Livre!»

    Ou uma coisa ou a outra. As duas ao mesmo tempo é que não dá: a vitória da «resistência islâmica» será a derrota da Palestina laica e livre. E ser por uma Palestina laica e livre é ser contra a «resistência islâmica».

  14. pvnam says:

    —–»»» Coloquem no google ” BES triângulo Ibéria, Brasil, Angola “… vão ficar de boca aberta…
    -> O Ricardo Salgado (‘é só’ o homem mais poderoso do país) é Judeu.
    -> Para os Judeus apenas existe uma Identidade: a Identidade Judaica! -> Tudo o resto são identidades de conveniência… para aparecer e desaparecer…
    -> União Europeia, Ibéria, etc -> Identidades de Conveniência… que entre ‘n’ ao longo da História… apareceram e desapareceram consoante as conveniências…
    {nota: os Judeus são «anti» qualquer Identidade aonde não se possam infiltrar-se!}

  15. Renato Teixeira says:

    Ricardo Alves: uma coisa primeiro, a outra coisa depois. A vitória da segunda não é plausivel sem antes derrotar as intenções de Israel. Essas, derrotam-se com a resistência que existe. Não gosta? Envie rosas para a Palestina.

    Anabela Gesteiro, insisto: o único extremismo (e extermínio) é levado a cabo por Israel. Toda a retaliação é justa e necessária. Os acordos, levou-os o vento e a má fé e os crimes de Israel.

  16. pedro bala says:

    Resistência islâmica? Que treta religiosa é essa, ó Renato? Com esse tipo de discurso justifica o discurso sionista. Nós devemos defender a resistência de libertação nacional do povo palestiniano. Devemos exigir uma Palestina livre, democrática e laica, com espaço para todos os credos religiosos. É esse tipo de discurso que afunda os nossos camaradas da FPLP, da FDLP e do PPP.

  17. Nuno Pinto da Cruz says:

    O unico estado racista do mundo. A grande maioria dos paises islâmicos não o é? Quantas dezenas de estados com leis muito mais segregacionistas que essa dos CEO americanos existem? Se os EUA são racistas o que dizer da Mauritânia onde 20% da população é constituida de escravos – sim, escravos em 2010 – da Africa Negra?

    Dizer que o unico extremismo é levado a cabo por Israel, quando 600 000 judeus foram expulsos do Médio Oriente também é risivel, lamento.

  18. lica says:

    Este “discurso” é muito radical, que é isso da “resistência islâmica?. Do que se trata aqui é de uma questão humanitária, é evidente que sou contra grande parte das atitudes de Israel, mas…”destruir o Estado Sionista”???, não queremos mais holocausto…Nunca Mais!

    ————

    mas o que está em curso é precisamente o holocausto dos palestinianos ou não?

  19. Missa do Salazar em Montes Claros says:

    A CIA deve pagar-te muita bem Renato! Ainda está por se deslindar aquela tua passagem pelo interior do carro da moina na missa do Salazar em Montes Claros! Como te safaste daquilo Renato? Conta! Não deve ter sido com ajuda de nenhuma Resistência Ilâsmica!

  20. Leo says:

    “O único Estado geneticamente racista do planeta” ???? Tanto disparate confrange! Afinal que idade tem, Renato?

  21. Pingback: Tweets that mention cinco dias » Derrotar Israel a toda a linha! Por uma rendição sem condições! Por uma Palestina laica e livre! -- Topsy.com

  22. xatoo says:

    não é possivel “derrotar as intenções de Israel” comandadas por uma entidade com o biblico nome de Forças de Defesa de Israel (IDF na sigla em inglês) sem antes lhes cortar a torneira que despeja biliões a partir dos Estados Unidos
    Renato, a conclusão que Israel é “o único Estado geneticamente racista do planeta” é também errada, uma vez que poucos ou nenhuns dos lideres são realmente de origem semita. São gente loira e de olhos azuis, (como p/e a nossa colunista Esther Muznick), ou no minimo caucasiana (ariana na nomenclatura nazi) que canibalizaram, ou por cruzamento ou por conversão) desde o século XIX a identidade judaica original e se instalaram dentro do lobie judeu nos EUA.
    Há exemplos muito simples e práticos no mediatismo que podem facilmente mostrar isso: Elizabeth Taylor é uma judia, por conversão pelo casamento com o senador Jack Warner (da mesma familia dos donos da WarnerBrothers, um dos sete maiores estúdios de Hollywood que são todos de judeus). Outro caso é o de Marylin Monroe (que casou com o argumentista judeu Henry Miller) ou a Madonna, o Paul Newman, ou até a “nossa” fedelha Daniela Ruah. Toda esta gente sobe na vida por via da religião que os apadrinha nos mais diversos ramos da vida financeira, politica ou cultural.
    No caso de Portugal é muito oportuno o reparo do comentador pvnam – sobre a familia do BES, da qual Ricardo Salgado é o actual herdeiro – eles eram e são apenas os donos do maior latifundio nacional que se implantou com Salazar – os judeus Espiritos Santo da herdade da Comporta. (cujos negócios hoje se estendem à China pela empresa do grupo ESCOM, que por outra coincidência é apenas e só o contratante do fornecimento de armamento para as Forças Armadas (as nossas e as de Angola). Se formos hoje ali à praia da Comporta veremos que o actual sitio in da aristocracia nacional é por ali por aquelas bandas (o All-garve é para a labregada goyin)

  23. Leo says:

    “É com armas que se ganham guerras. É preciso fazê-las chegar à frente de combate. “Armas para a Palestina” como pedimos “Armas para Timor”!”

    Mas quem é que lhe anda a contar petas dessas? O único pedido de armas para Timor que conheço foi o da desbocada da Gomes a justificar a troca de armas australianas em vez de indonésias, pelo que agora o petróleo do Mar de Timor em vez de ser dividido a dois (Austrália e Indonésia) vai todo parar à Austrália.

    Não brinque com coisas sérias, Renato. O que há por demais nessa região são armas. Do que os palestinianos precisam é da solidariedade mundial contra as armas israelitas que os esmagam.

  24. JDC says:

    pvnam,

    Hitler não teria dito melhor.

  25. José Estaline says:

    Renato:

    eu muitas vezes já marchei (literalmente) em unidade consigo. Apenas uso este nick para o provocar. Mas enfim… sentido de humor você não traz à esquerda portuguesa.

    Não seja tão hirto: Trotsky é (provavelmente) o maior mito do movimento comunista internacional – como não meteu a mão na massa… passa por grande paladino duma série de coisas. A sua posição é aliás a mais cómoda! Basta dizer “eu sou trotskista” que logo se iliba de todos os erros e de todas as traições. Se quiser o paraíso, é só continuar.

    Mas no dia em quiser ser realmente sério não se eximirá de arcar com toda a nossa história de 150 anos. Porque você é comunista, não é? Então, ser comunista é ser o herdeiro de toda a tradição, de todas as conquistas, mas também de todos os erros e fracassos: Marx, Engels, Lénine, Estaline, Mao Tse Tung, Fidel Castro, Ho Chi Minh, álvaro Cunhal… Enfim, you get the picture!

    Achei delicioso, isso sim!, o seu comentário na outra caixa quando explicou que já tinha ensinado o seu rebento a dizer “che guevara”.

    Porque repare: no seu maniqueismo simplificador e (já agora auto-ilibante) você procede assim: Che Guevara= a muito bom / fidel Castro= a muito mau.

    Deixo-lhe (hoje) uma última provocação:

    “Eu aderi ao comunismo por causa do ‘papai’ Stálin e ninguém deve chegar e me dizer que eu não devo ler Stálin. Eu o li quando não era muito bom lê-lo. Isso foi outro tempo. E como eu não sou muito esclarecido, um cabeça-dura, eu continuo lendo-o. Especialmente nesse novo período, agora que é pior lê-lo. Então, assim como agora, eu ainda encontro uma série de coisas que são muito boas.”
    - Che Guevara

  26. C.Nobre says:

    Por todas as razões e mais algumas, politicas, ideológicas, filosóficas e religiosas, Israel por esta acção tem direito imediato ao prémio Nobel da paz

  27. xatoo says:

    nem mais camarada “José Estaline” grande comentário!
    eu trouxe de Itália um pequeno livrinho de Giorgio Galli das edições Saggi que se intitula “Stalin e la Sinistra: Parlane Senza Paura” (2009) que desmonta exactamente todas as revisões historiograficas que têm vondo a ser feitas (nomeadamente por judeus, Richard Overy, Robert Conquest, Martin Amis, Martin Gilbert, Bullock, etc) que desconstrói com dados concretos as “estorinhas dos milhões de mortos” entre muitos outros mitos, entre eles por judeus russos dissidentes, como o Roy Medvedev, que são os piores.
    Aconselho vivamente a obra de Galli
    http://it.wikipedia.org/wiki/Giorgio_Galli
    e o pequeno livro:
    http://shop.bcdeditore.it/product.php?productid=16453

  28. Os meus parabéns. Sim, não é fácil conseguir ficar igual ao inimigo, mas o Renato com este discurso conseguiu.

  29. e já agora, tipo serviço publico de informação, evidentemente que não querendo nunca desculpar o que Israel fez, deixo ao Renato um video, espero que faça um post onde consiga explicar a coisa.

    http://videos.publico.pt/Default.aspx?Id=0da3121d-b4e0-4cb2-adb4-058062d38148

    ou só interessa um lado?

  30. Gabriel says:

    Gostava que o Daniel me disse-se o que tem de mal esse video. Eu só vejo pessoas a defenderem-se de um ataque terrorista ilegal.
    Gostava de saber se acha que as tripulações dos cargueiros que passam na Somalia tambem não têm o direito de atacar os piratas quando estes tentam a abordagem.

  31. Evidentemente que a acção israelita é condenável, mas o Gabriel primeiro vai ter de me explicar em que ponto daquelas imagens estão os supostos pacifistas que estavam nos barcos?

    Sim, para mim um pacifista, acho que eram todos os presentes, não se junta em bando com paus e massacra alguém estendido no chão, depois atirando-o borda fora.

    Devo ser eu que tenho outros conceito de paz.

    O problema é que não existe ali ninguém inocente.

  32. simples says:

    José Staline: Joseph David Djugashvili,mais conhecido por José Stalin,ou Kochba,na clandestinidade.Casado/divorciado/viúvo de três judias.Não diga disparates,vá antes pesquisar.Os ‘milhões’ de mortos referem-se a 799 455 pessoas (que morreram,tal como os media plurais e democráticos dizem sobre os palestinianos e os turcos,agora!),nas investigações por ‘democratas’ depois da queda da URSS nos arquivos da NKVD.AH!Israel,foi prontamente reconhecida pela URSS em 1948…Deixemo-nos de manipulações e lendas,vamos aos factos!Na ex-RDA a maioria dos quadros eram de cultura judaica,pq o comunismo nasceu com as pessoas dessa cultura que merecem o nosso respeito!

  33. anónimo says:

    A lenço da Palestina já está na minha janela!

  34. xatoo says:

    o Daniel Santos é uma besta… porque parte do principio que é legitimo assaltar barcos humanitários por tropas de comandos em águas internacionais, disparar e matar civis
    Perante facínoras que invocam uma legitimidade religiosa, na óptica canhestra da luminária DS, nem sequer haveria o direito à legítima defesa

  35. Gabriel says:

    Pacifista? Mas agora um membro de uma ONG que defende a paz tem que ser um hippie de merda que não é capaz de dar bofetadas a quem o tenta assaltar?

  36. paulogranjo says:

    Não é que eu me chateie muito com estas coisas, mas

    JÁ QUE SE FALA DE “APELOS MUDOS”,

    e partindo do princípio que o leitor concordasse com o conteúdo do seu post, diga-me

    1 – o meu amigo tem por aí umas armas que possa dispensar?

    2 – (em caso de resposta negativa) está disposto a gastar o seu dinheirinho nelas, e tem a quem comprá-las?

    3 – (em caso de resposta positiva a uma das perguntas anteriores) tem como fazê-las chegar a Gaza?

    4 – (em caso de resposta negativa a todas as anteriores) o apelo de “Armas para a Palestina!” é assim a modos que um desabafo?

    5 – (em caso de resposta positiva a 2 das 3 primeiras perguntas) considera que se empurra a 4ª maior potência militar do mundo para o mar com uns tirinhos de kalash?

    6 – (em caso de resposta negativa às 3 primeiras perguntas, reforçada por resposta pelo menos dubitativa à 5ª) o seu critério para classificar “apelos” é que, quanto mais inconsequentes, menos “mudos” eles serão?

  37. Salah al Din says:

    Parece que não há juristas por aqui: se a agressão israelita é ilegal (não há dúvidas), a reacção violenta e heróica dos tripulantes ilegalmente abordados é legal E nenhum é pacifista ou hippie: defendem o direito da resistência a golpear os ocupantes até à completa vitória final: São activistas prontos a morrer pela causa e provaram-no.

    Só decadentes ocidentais amolecidos pela passa e pelo flower power podiam presumir que os activistas iam receber os terroristas com flores e gritinhos de “Make love not war”… Os mártires do Mármara mostraram como HOMENS se devem comportar perante porcos nazis e, francamente, são deploráveis certos comentários pretensamente “bem-pensantes” que por aqui se ouvem. Gritem “Morte aos nazi-sionistas” ou calem-se.

    Os mártires serão vingados com o sangue de muitos porcos nazi-sionistas….

  38. O camarada Xatoo gosta do insulto fácil, como já tenho reparado por essa blogosfera. Compreendo que só saiba ler a parte que lhe interessa, mas eu repito o que escrevi em cima:

    “- Evidentemente que a acção israelita é condenável.”

    “- O problema é que não existe ali ninguém inocente.”

    E já agora, que hoje estou de ferias e disponível para estas coisas, o insulto fácil bem sempre de pseudónimos e anónimos.

    Um camarada, quando digo camarada é no mau sentido, isto para evitar desrespeitar os verdadeiros camaradas, como é o senhor xatoo, deveria ter a coragem de chamar besta ás pessoas dando a cara, mas compreendo… a covardia fala mais alto.

    Peço desculpa aos autores do Cinco dias, que merecem respeito e não merecem a claque de “camaradas” armados ao pingarelho.

  39. Eduardo says:

    Daniel Santos,
    O “alguém” eram comandos israelitas. Os comandos têm ordem para matar, portanto, não entendo o seu comentário, ao atacar aqueles que resistiram à provocação do IDF.
    Se algum grupo de comandos assaltar a sua família, o senhor entrega-se pacificamente ou resiste, como fizeram aqueles heróis e mártires (os que vieram a morrer)?
    O seu comentário parece revelar uma total ignorância aos propósitos do exército israelita. Sabe o que fizeram em Jenin? Em Beirute? Em Gaza?
    Se um grupo se defende contra verdadeiros assassinos, é para defender a própria vida. Se usam de maior força, é porque o exército que combatem de modo desigual (paus e pedras contra armas de disparo automático fornecidas pelos EUA), é bárbaro e brutal.
    Vai defender os israelitas, com ideias politicamente correctas, depois daquilo que vimos acontecer em Gaza?

  40. Salah al Din says:

    É isso mesmo, Renato. Já chega de blá-blá e de hipócritas declarações de intenção cheias de reservas e reticências… Os árabes e o mundo islâmico preparam a guerra. Chegará o momento em que iSSrael será esmagado e em que os porcos assassinois de hoje serão justiçados.

    Até pode ser que perante o esmagamento eminente, israel desmantele unilateralmente o apartheid, como fez a Africa do Sul, mas isso é problema deles….

  41. E dos marinheiros sul coreanos abatidos pelos malucos do norte ninguém diz nada? Com esses não há solidariedade?! Pois…

  42. xatoo says:

    caro sr. Daniel Santos, não era um insulto, era um elogio à sua perspicácia:
    “a acção israelita é condenável” – mas primeiro mata-se o inocente que tem de se matar (como se depreende do acordo tácito que DS dá a tal prática do assassinato preventivo, que estaria também disposto a utilizar, como se infere da sua ameaça velada se me conhecesse pessoalmente) e depois invoca-se a qualidade de ninguém ali ser inocente para legitimar o crime sobre a vítima. No final a vítima é sempre a culpada. É isso?

  43. paulo pereira says:

    a ignorância, o fanatismo e a falta de juízo são coisas muito bonitas para os parcos de senso! palestina laica: …pois!!. Gostava de colocar o autor deste post, e quem concorda com ele, a viver num país (sem discutir se devia ter sido criado, pois isso nos levaria a perguntar aos espanhóis se concordaram com criação de portugal) onde levavam os seus filhos a comer um gelado na sua folga do trabalho e viam esse seu filho morrer ou ficar deficiente por que um “laico” palestiniano decidiu, por amor ao seu deus, rebentar-se com explosivos. Condeno a violência de israel e de palestinianos, mas concordo que israel, na esmagadora maioria dos casos, apenas responde á violência de que é alvo. Desculpem lá!! Esqueci-me que quando são os palestinianos é justificável, e quando são os israelitas é condenável…Sinal de inteligencia é não ir na carneirada só porque é cool e é de esquerda

  44. José Estaline says:

    Sr. simples:

    Muita gente morreu durante o séc. XX em todos os países do mundo, nem todos por causas naturais.

  45. Leitor Costumeiro says:

    Todos em força para a Coreia do Norte também!!Vamos libertar aqueles desgraçados de um regime psicótico…Chega assim!?
    Paulo Pereira:
    Coitado ainda chama ignorante aos outros, deve ser o “cool” lá do seu bairro!!Bairro que só ainda não foi buldozarado porque os sionistas não conseguem. Se dependesse deles só se falava hebreu…E mais pela sua lógica, retaliações de judeus na segunda guerra mundial eram igualmente actos terroristas.
    Há que ter sentido de justiça, senão não nos poderiamos ter liberto de Espanha no sec. XVII, porque fica feio contrariar ocupantes à força. Ocupantes com bulldozers, assassinatos selectivos (há mais de 70 anos), ocupantes que vendem e financiam guerras injustas, ocupantes que são um cancro!!
    Libertem-nos a todos dos sionistas!!

  46. Abílio Rosa says:

    O Estaline tinha razão.

    Conhecia bem essa raça.

    Um judeu só presta fidelidade e obediência à sua hierarquia.

    Israel é um estado teocrático.

    Se alguém, no seu perfeito juízo, disser que Israel é o único estado democrático naquela zona, eu cago em cima disso…

    Muita falta tem feito o José Estaline.

  47. Xavier says:

    Ok. Mas olhe uma coisa: eles têm armas nucleares. E perante o seu apocalipse, usam-nas. Tenha juízo

  48. Renato Teixeira says:

    Chega um pessoa a casa, tarde, cansado, depois de duas manifestações (uma em frente à embaixada de Israel contra o genocídio e outro no São Luís pela cultura com ideias) e leva com um verdadeiro debate verdadeiramente digno do tema em questão.

    Antes de mais desenganem-se os da tasca (Mariana Canotilho: “imagina uma crítica de 5000 quilos a cair em cima da tua cabeça” e Paulo Granjo: “partindo do princípio que o leitor concordasse com o conteúdo do seu post”) relativamente a tecer paralelos entre comentadores e leitores. Dos 45 comentários efectuados apenas Paulo Pereira, Kruzes Canhoto, Daniel Santos, JDC, Nuno Pinto da Cruz, Paulo Pereira se demarcam completamente do apoio à vitória militar dos palestinianos (desculpem às vezes dizer o nome dela, mas acreditem que é islâmica). Ao todo são sete o que não chega a 1,5% dos leitores que a essa hora já tinham visitado a posta. Não desviemos por isso as atenções dos assuntos que vamos debatendo juntos e fiquemos à margem do pouco valor das estatisticas. Ora alguns desses senhores são provocadores militantes da reaça blogosférica, outros apenas direitistas pouco documentados. Com o tempo de escrita fui deixando de lhes responder à letra, censurando-os quando resvalam para o insulto vazio de conteúdo (quando o insulto tem conteúdo publico), e polemizando quando arriscam uma ideia argumentada. Numa outra escala, à la republicana, Ricardo Alves também se demarca, mas é mais comum ser possível alimentar um debate.

    Mariana, como te disse o Salah al Din, a defesa da posição que fazes na tua posta é precisamente aquela defendida para pelo governo palestiniano (se lhe chamar assim em vez de Hamas talvez o grupo dos sete se chateie menos). Ainda assim, não reivindico em nenhuma das sua vírgulas programáticas o projecto político do islamismo. Sou um ateu convicto embora pouco militante pois dou pouco valor ao debate teológico. Trata-se por isso de outra coisa. Não se defendem vitórias militares no abstracto e a sua defesa não implica, uma vez mais não é demais repetir, a defesa a sua agenda programática.

    No concreto a solução negocial foi há muito encerrada por Israel. Nunca teve intenção de cumprir nenhum acordo de paz e o que procurou foi sempre um projecto colonialista e racista. É ler o que escrevem desde os primeiros intentos de criação do Estado de Israel. Sempre contou com o conluio, apoio, treino, financiamento, daqueles que alguns de vós dizem ser a solução do conflito: ONU’s, NATO’s, Diplomacia europeia, EUA, etc. A solução foi sempre ou ajudar Israel militantemente ou ajudar Israel por omissão. Não vejo o que ganham os palestinianos com a perpetuação desse apelo mudo. Entenda-me Paulo. Não era uma crítica. Era a constatação de uma debilidade. Eu passo a vida a fazer apelos mudos, mas reconheço, e acredito que o Paulo também, as suas limitações.

    Esgotada, por natureza e jurisprudência, a via negocial, restam só duas soluções. A vitória militar de um campo ou de outro. Ora aqui não há duvidas sobre quem tem mais argumentos para garantir uma paz duradoura na região. Uns querem um Estado Israelita, que não dá um voto a cada cidadão, que veta racialmente o direito à propriedade, que cria muros e guetos, que rouba a água, que massacra indiscriminadamente, que proíbe a pesca, que censura a imprensa internacional, entre tantos outros crimes sionistas. Do outro estão uns tipos que têm uma agenda com a qual eu não concordo, nacionalismo pan-arabe, ligação estado-mesquita, subalternização da mulher, repressão sexual, etc, mas que estão dispostos a dar aos israelitas aquilo que nunca tiveram em Israel: direitos iguais num estado entre iguais. Não é isso que queres dizer com uma Pessoa, uma Estado, um Voto, Mariana?

    Outros três leitores, João André, Lica e Anabela contestam o verbo embora sejam solidários com a causa. Poderão não saber mas ao deixarem entender alguma simpatia pela causa palestiniana, estão a apoiar quem votou maciçamente no Hamas e na tão assustadora resistência islâmica. Como explico no link dessa palavra, a esquerda passou a vida a defender insurreições e todas elas eram dominadas por credos muito pouco recomendáveis. Alguém hesitava, à data, pela forma do crucifixo, ou o que interessava eram as cores e as causas das bandeiras? É que gostem ou não, muitos dos vossos desejos para a Palestina são mais parecidos com estes “barbudos fundamentalistas” do que com qualquer lourinho hebraico de olhos azuis.

    O Pedro Bala, o José Estaline (mais que o Leo) dão-nos a fundamentadamente a doutrina do PCP sobre o assunto, mas apenas a do PCP mais modernaço. A história retratada por Ken Loach em que Moscovo fazia uso da palavra Guerra Santa, como equivalente regional para Luta de Classes, é bem reveladora disso, e naquele contexto histórico é completamente compreensível. As correntes que no terreno são a sua cara metade (e foram citadas) não embarcam no aventureirismo da Fatah que se aliou ao ocidente para combater o legitimo governo do Hamas depois das eleições. Legitimo, disseram. Estou certo que acham o mesmo e é bom de ver que para “venderem” a vossa ideia de socialismo num só país e da ditadura proletária, tenham antes que ajudar estes senhores a derrotar Israel. Assim o têm feito, na maioria das vezes, no terreno do debate.

    Termino com uma saudação especial ao Nuno Lourenço, ao Leitor Costumeiro, ao Xatoo, ao Salah al Din, ao Eduardo, ao psd da Boa Fé, ao anónimo, ao Gabriel e ao Simples pela forma cordial como debatem esta questão fundamental da resistência global na contemporaneidade. Uma autocrítica, devida ao reparo do Xatoo. Onde se lê o único Estado racista, deve ler-se o Estado mais racista.

    Sobre o substancial das suas questões, Paulo Granjo, e esclarecido o entendimento de apelo mudo, devo antes de mais dizer que coloca as questões certas.

    Toda a esquerda defendeu armas para Timor. Uns pelas via das organizações internacionais (pedido de intervenção da ONU), outras defendendo o apoio militar à Fretilin. Não lembro o que fez o PCP mas foi, como todas as forças políticas à esquerda, uma das duas referidas.
    As organizações políticas têm meios para fazer chegar armas a quem verdadeiramente apoiam com mais do que palavras. Se assim não fosse, os Palestinianos, já tinham sucumbido há muitos anos. Assim foi com quase todas as organizações de luta pela libertação colonial, etc.
    “Armas para a Palestina!” não é então um desabafo. É um apelo. É a par de antibióticos e comida os três produtos que a solidariedade internacionalista devia estar a enviar todos os dias para os túneis de Rafah. É tudo o que Israel tem de sobra e que usa para esmagar um povo num conflito desigual, e contra a convenção de Genebra. Para os que gostam de convenções.
    “Uns tirinhos de kalash”, entre tantas outras estratégias militares, é o que tem mantido o sonho da Palestina vivo e capaz de sobreviver ao ataque sistemático das maiores potências militares do mundo.

    Menção Honrosa,
    Comentário de C.Nobre | Editar comentário | Data: 31 de Maio de 2010, 19:24
    “Por todas as razões e mais algumas, políticas, ideológicas, filosóficas e religiosas, Israel por esta acção tem direito imediato ao prémio Nobel da paz”.
    Apenas um preciosismo: Este ataque cobarde e fascista já foi feito com o dinheiro do último Nobel da Paz. Para quem será o próximo?

  49. Renato Teixeira says:

    Abílio Rosa, remeto-o para a resposta dada ao Pedro Bala, ao José Estaline e (menos) ao Leo.

    Xavier, nem venha com essa da treta nuclear. Estou certo que conhece e reconhece o arsenal e o prestigio de Israel e dos EUA nesse campo? Devolvo-lhe o juízo. Não o recomende quando tanta falta parece ter do seu uso.

  50. Renato Teixeira says:

    Missa de Salazar em Montes Claros, de entitades laborais não percebe patavina, mas memória está visto que não lhe falta. Esteve lá. De braço estendido ou com o cravo na lapela? Quer conversa? Deixe cair a máscara.

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