Do outro lado do vulcão


Vídeo oficial de campanha

Enquanto nas águas internacionais Israel continua alegremente a matar, perante o silêncio daqueles que a podem impedir de o fazer, o Melhor Partido ganhou as eleições autárquicas para a câmara municaipal da capital da Islândia. Um urso para o jardim zoológico, parlamento livre de drogas até 2020 e toalhas para todos foram as principais reivindicações.

Via Spectrum
Notícia da BBC
Notícia do Sol

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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8 respostas a Do outro lado do vulcão

  1. Anonimo diz:

    Toalhas! Não foram guardanapos que eles prometeram, mas toalhas!

  2. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Faz toda a diferença, está explicada a vitória. Vou corrigir.

  3. O que ele diz é «Parlamento livre de drogas até 2020». Pelo menos, a acreditar na tradução inglesa (o meu islandês não é grande coisa).

  4. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Vê Ricardo, o meu caso é um caso de leitura ideológica, pensei que era muito mais interessante ter um parlamento com drogas livres e li ao contrário 🙂

  5. antonio diz:

    Sobre a substância: Israel é uma trapalhada complicada. Eu estou à vontade para o dizer, do lado da minha mãe a gente vem de comerciantes árabes de Lamego que se deixaram ficar pr’a tás depois da famosa “reconquista cristã”.

    Mas depois tenho uma admiração enorme por o então tenente Ytzhak Rabin (falecido, assassinado) e a brigada Har-El do Palmach (meia dúzia de putos com umas merdas que mal disparavam) ter aberto caminho até Al-Quods (Jerusalém) em 1940 e tal para dar comida a tipos que estavam cercados e a morrer de fome… Gostaria de lá ter estado.

    Mixed feelings….

    🙂

  6. Augusto diz:

    Antonio não conheço essa historia.

    Em 1940 tinhamos Rommel e os Ingleses frente a frente , de que lado estavam estes putos ….

    È que foi por ali i que houve tentativas de negociação entre sionistas e nazis, será este um dos casos…

  7. antonio diz:

    Isso foi outra complicação.
    Como os ingleses tinham os judeus na mão (montes de ‘enlisted soldiers’ p’ró lado deles), os árabes da Palestina chegaram-se para o ‘outro lado’.
    O grande mufti de Jerusalém (uma espécie de “chefe espiritual” lá do place, de seu nome Housseinini ou assim) foi a Berlim encontrar-se com o Hitler e oferecer-se para “ajudar”… quer dizer dar-lhe “homens-em-armas.”
    Uma bela trapalhada.

    🙂

    🙂

  8. A proposta do urso é fofinha, mas a melhor de todas, para mim, é a da “sustainable transparency” (um conceito já usado, sem nenhuma ironia, por instituições sérias por esse mundo fora, para quem se der ao trabalho de googlar a coisa). O nosso PM, que em algumas coisas é um adiantado mental, já pratica a honestidade sustentada (em formalismos e explicações bizantinas); só falta agora adaptarmos as outras propostas islandesas à realidade portuguesa e pormos essa fauna toda no Zoo de Lisboa (com toalhitas grátis para todos, naturalmente).

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