Mãe Coragem

Ele há mais! No imperdível estilo de Achados I (publicado ontem e já saudado pela crítica), Isabel Moreira continua hoje a espadeirar, louca e livre, diz ela, louca e louca (outra hipótese), Lucky Luke, disparando mais rápida que a sua própria sombra contra a “cobardia”, contra a “falsidade” e contra o bom senso e o bom gosto em geral. Aguardam-se com ansiedade os próximos capítulos!

Sobre António Figueira

SEXTA | António Figueira
Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

4 Responses to Mãe Coragem

  1. Nuno Ramos de Almeida diz:

    És uma má pessoa. Eu gosto de alguns textos de polémica da Isabel Moreira. Sobre estes, parecem-me tão ridículos como as cartas de amor. Mas, tirando o teu caso, que as preenches como uma declaração do imposto complementar, todos temos os nossos pecadilhos. 🙂

  2. Pascoal diz:

    Deixa lá, Nuno.
    O António Figueira agora está numa de Carlos Vidal.
    Pessoalmente nunca achei muito agradável andar a cheirar o rabo de outros.

  3. António Figueira diz:

    Nuno,
    És uma besta se achas que estes textos são ridículos. São absolutamente insanos, são de muito mau gosto, mas são verdadeiros, como só a grande arte sabe ser (sobre a declaração de impostos, falamos depois mano-a-mano).
    Pascoal,
    Rabos têm os peixes; as pessoas têm cus, e há uns que são muito agradáveis de cheirar – coisa que o Pascoal, na sua inocência, parece ignorar.

  4. António Figueira,
    Acho incrível a tua agressividade a respeito dos elogios que te faço. Todos sabemos que és um homem de ferro (lembra-me qualquer coisa), para quem o amor é uma ciência e as novas tecnologias um instrumento preciso de sedução. Devias cultivar a calma dos poderosos e não me tentares agredir. Sinto-me intimidado.

Os comentários estão fechados.