Rendo-me aos contributos para a nova moral progressista

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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9 Responses to Rendo-me aos contributos para a nova moral progressista

  1. Belíssimo. Um clássico absoluto: pelas derivas da dicção para melhor casar com a métrica, pela mímica do cego que não quer ver, pelo brilhantismo do solo de guitarra (aos 1’49”). Trio Odemira rules!

  2. ana diz:

    estás bem nuno?

  3. P.S. Eu não sou o Carlos Vidal.

  4. Carlos Vidal diz:

    Cumprimentos, Morgada.

    Agora só falta – tarefa minha pra hoje talvez, não sei – encontrar alguma coisa do género, um upgrade do, por exemplo, Duo Ouro Negro.
    Até já.

  5. Que bonito, vai haver baile no Five Days! Fun, fun, fun, como diria o Zé Nuno!

  6. Abilio Rosa diz:

    Já aqui disse que respeito os direitos civis e sociais de todas as cidadãs e cidadãos que são homossexuais , inclusivamente aqueles que pretendem viver juntos e protegidos pela lei.

    Outra coisa diferente é simpatizar ou apoiar o «casamento gay», como tal é conhecido. Eu sou ideológicamente contra e tenho fundamento para isso.

    Acho que é uma redundância e até uma apropriação indevida dum termo jurídico e civilizacional e que ofende a esmagadora maioria do nosso povo.

    Foi e é um capricho duma minoria (até ela minoritária!) ateísta, pequeno-burguesa e com laivos totalitários, pois querem impôr um conceito contra-natura na jurisprudência portuguesa.

    Estiveram mal o Sr.Engº Sócrates, a respectiva entourage, os srs deputados (até os nossos camaradas do PCP cairam nesta armadilha bloquista/socretina!), o Tribunal Constituicional e até o próprio PR que promulgou a pensar na sua reeleição!

    Mas o pior e mais burlesco ou grotesco está para vir como prevê a anuncia a Exma Srª Morgada de V.

    *Se o «casamento gay» é assim um coisa muito bué de fixe e «avanço civilizacional» como disse o Lacão de serviço, porque é que Cuba ainda não o decretou?:…

  7. Para que fique claro, eu não sou contra os casamentos entre pessoas do mesmo sexo, acho a reivindicação legítima, e não os acho contranatura coisa nenhuma: entre “consenting adults”, as pessoas fazem o que quiserem. Só me parece redutora esta deriva casamenteira da ala mediática do movimento LGBT, e acho que não sou a única a pensar assim.

  8. antonio diz:

    Essa história dos casamentos e das adopções é mais para as pessoas se encostarem ao Estado (ou seja aos impostos que os ‘outros’ pagam) porque de resto cada um fax o que quer e de modo geral ninguém incomoda.

    Saber de experiência feita, boys & girls

    😉

  9. antonio diz:

    Chatice, com este soft não é possível editar as bostas, de modo que aqui vai o acrescento: metade dos meus amigos e amigas não são straight, get me ?

    E estão-se todos nas tintas para essa estória e para as organizaçõezinhas a ela acopladas. Não frequentam, fazem a sua vida, querem lá saber dessa m#$%a…

    Et ça c’est bien, penso eu de que.

    😀

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