Revolución es…

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23 respostas a Revolución es…

  1. Augusto diz:

    Castro deveria antes falar de DITADURA

  2. Rafael Fortes diz:

    Caro Augusto, como novo escriba aqui no 5dias, tenho que esclarecer uma coisa: se vem para cá mandar uns gritos, esteja à vontade, os seus gritos, por mais estupidos que sejam serao publicados mas nao terao resposta. Se quiser argumentar de forma sustentada, cá estarei para dar a minha opiniao…

  3. …burguesa ou proletária?

  4. Rafael Fortes diz:

    crê que só existem estes dois binómios?

  5. Augusto diz:

    Caro Rafael Fortes, tem dúvidas que o que existe hoje em Cuba é uma ditadura.

    Em que um irmão sucede a outro.

    Em que as liberdades sindicais de imprensa não são minimamente respeitadas.

    Em que o pluralismo partidário é um sonho….

    Pois é, quem viveu a ditadura de Salazar e Caetano, sabe o que custa lutar pela liberdade.

    Liberdade a que Cubanos tambem têm direito.

    Se a revolução Cubana nos seus primórdios, foi algo de novo numa América Ibérica dominada pelo imperialismo americano.

    Hoje é um arremedo triste do que de pior o capitalismo de estado nos foi propondo.

    Com uma serie de burocratas, policia politica , censura, e total ausência de direitos para quem discorda do rumo que Cuba seguiu.

  6. paulo diz:

    o rafael dando o beneficio da duvida por ser novo no blog
    o que é CUBA hoje?
    como se chamam aos regimes que só permitem um partido politico, um tipo não pode ser liberal, socialcristão e há presos de consciência 8Ver relatório da AI)?

  7. Rafael Fortes diz:

    Caro Augusto, nao considero que regimes pluripartidarios sejam equivalentes a democracia, per si. Quanto às liberdades d@s cuban@s, em devida altura postarei aqui uma análise exaustiva com a minha opiniao sobre as mesmas, mas como aperitivo recomendo-lhe ler as cartas ao director do granma e as colunas de opiniao do juventud rebelde e constate por si, se existe ou nao liberdade de critica (aviso-lhe que pode ter dificuldades em aceder às paginas pq devido ao embargo, as velocidades de upload/download de toda a ilha sao inferiores a um cyber café de dimensoes médias na Europa)

    Caro Augusto, o relatório da Amnistia Internacional de que me fala é o mesmo que denuncia 4000 torturas nas prisoes espanholas no período 2004-2009? O mesmo que denuncia que denuncia que nos EUA, um negro tem mais possibilidade de ser condenado e que a mortalidade infantil dispara para o triplo nas minorias etnicas? Ou é aquele que condena os EUA porque mais de 2/3 dos condenados à presa de morte nao tiveram direito a uma defesa da sua escolha? Só para saber de que relatório estamos a falar…

  8. Antonio Cunha diz:

    Este video foi retirado da série “Grandes Flops da História”, na qual o comunismo é o grande vencedor

  9. João diz:

    Caro Rafael.

    Ca esperamos a sua opinião exaustiva. Mas alerto-o para não cair no constante erro de fazer comparações com paises que também praticam actos pouco próprios de uma democracia do século XXI.

  10. xatoo diz:

    camaradas Augusto e Cunha (falta outro Batata qualquer para perfazer o ABC do anti-comunismo)
    vejam o documentário realizado por Oliver Stone com Fidel, onde o entrevistador até nem é nada meigo com o poder constitucional cubano. Ali se desmontam todas estas pequenas questões que v.exas costumam arrotar por tudo quanto é forum

  11. paulo diz:

    rafael

    é esse mesmo relatório, eu nem disse nada para ver se o rafael fugia ao relativismo moral em que se cai sempre que não se tem razão.
    mais lhe digo apesar de tudo antes ser julgado nos EUA
    já agora recomendo-lhe, como forma de provara integração no GRUPo, um artigo a dizer bem da eta e mal das toruras nas cadeias espanholas….coitados

  12. Rafael Fortes diz:

    paulo, desculpe a pergunta? Você é negro? É pobre? E se fosse, onde preferia ser julgado?

    E já agora, nao tenho que provar nada a ninguém a nao ser à minha consciencia, da violencia etarra condeno a desorientaçao e a casuistica dos atentados mas nao será por isso que absolvo a repressao de grande parte do Povo Basco…

    E já agora, Paulo, devolvo-lhe a pergunta em duas maos: o que é Cuba hoje? e o que sao os regimes parlamentares hoje? mas, por favor, nao me desiluda, tente ir um pouco mais além do mainstream mediatico…

  13. paulo diz:

    não sou negro nem pobre, mas se estivermos a falar de delitos de opinião prefiro ser julgado nos EUA, se for por “crimes comuns” apesar de t udo portugal
    quanto ao pais basco, onde estaá a grande repressão sobre o povo basco, talvez não saiba mas nem só bascos lá vivem
    o que fazer aos outros expulsalos?
    A ETA é que define critérios de graus de “bascicidade” e de pureza etnica à boa maneira nazi e reparo que o que condena não s~so os atentados mas sim a desorientação e a casuistica dos atentados ou seja os atentados como forma de luta não lhe parecem mal
    no dia em que entender que a luta armada no pais basco, que tem o apoio de menos de 10% da população, falaremos sobre o parlamentarismo
    quantoa cuba fui lá e vi com os meus olhos
    não gostei

  14. helder diz:

    Tivessem os portugueses a fibra do Povo Cubano e não estaríamos no lodo em que estamos.

    P.S. os meus conhecimentos de História são limitados, mas tenho a ideia que os acontecimentos mundiais que resultaram em volte face das condições de vida dos mais pobres, foram a peste negra, a revolução francesa e as duas G.G. .Os avanços tecnológicos (como a revolução industrial) ou o progresso económico(como o mercado de futuros) que tanto prometiam , só aumentaram desigualdades.
    Não me parece que tenhamos aprendido nada com nenhum destes eventos, e a desproporção de “poder” e de “ter” já faz soar as válvulas de escape.
    Resumindo, a revolução francesa foi uma escolha e acho que devemos fazer escolhas em vez de andar á deriva.

  15. Rafael Fortes diz:

    já percebi que o Paulo prefere desconversar…fiz-lhe duas perguntas, nao me respondeu a nenhuma…e sim, condeno os atentados porque a minha definiçao de atentado prende-se directamente com alvos civis, se os alvos forem militares ou politicos, posso nao concordar, mas compreendo visto que a logica subjacente é a logica de um conflito militar ou militarizado. Tirar conclusoes precipitadas revela um pouco de preconceito ou pré-conceito, nao acha?

    A sério, foi a Cuba e nao gostou? Pois, eu fui e gostei. Acha que isso é um argumento minimamente válido? E já agora, relativamente aos presos politicos cubanos e a essa repressao sanguinaria que lá se passa, porque é que Yoani Sanchez nao está presa? Nem Guillermo Fariñas? Nem as damas de branco? Nem uma série de outros opositores ao Governo cubano?

  16. Pedro Pousada diz:

    Já não há paciência para as lenga-lengas sobre os direitos humanos em Cuba; a verdade verdadinha é que Cuba NÃO tem falsos positivos, valas comuns, soldados-crianças, generais narcotraficantes, feminicídios, grupos paramilitares que matam as suas vítimas com serras electricas, esquadrões da morte que assassinam menores abandonados (coisa que aliás não existe em Cuba), sicários que matam ambientalistas, favelas dominadas por gangues sanguinários e polícias de gatilho leve que matam e depois perguntam, políticos corruptos, latifundiários que são autenticos senhores feudais nas suas fazendas, donos de canais de televisão que praticam a liberdade de imprensa usando chavões racistas contra chefes de Estado e apelam mesmo ao seu homicídio, nem donos de supermercados que açambarcam bens de primeira necessidade para provocarem o pânico social e enriquecerem à custa da fome alheia, nem monopólios agro-alimentares que envenenam os trabalhadores rurais com pesticidas ou companhias petrolíferas que expropriam e expulsam populações indígenas e a lista podia continuar. Cuba não é o eldorado e os cubanos incluindo o seu governo democrático e muito, mesmo muito, popular, são os primeiros a reconhecerem as dificuldades e as limitações mas se o quotidiano é difícil não é impossível como o é em muitos lugares vizinhos de Cuba que não sofrem as agruras do bloqueio norte-americano que até fio cirurgico e medicamentos para o tratamento de crianças com cancro não permite que sejam vendidos a Cuba. Sobre a liberdade e a democracia perguntem à família do professor hondurenho membro da Resistência cívica (e já tantos o foram e deles ninguém fala…)que ainda esta semana foi assassinado à porta de casa juntamente com um outro activista da Resistência por agentes do governo golpista, perguntem às famílias das dezenas de mulheres assassinadas nos ùltimos anos em Juarez no México, mulheres trabalhadoras violadas assassinadas e mutiladas por grupos paramilitares que instalam o medo e o terror no proletariado de Juarez (essencialmente constituído por mulheres), perguntem na Colômbia à família dos jovens pobres assassinados pelo exército e travestidos de guerrilheiros para que os oficias fosssem recompensados, à família dos activistas dos direitos humanos , aos líderes comunitários, aos sindicalistas, aos comunistas de que ninguém fala e todos os meses são ameaçados, agredidos e assassinados na “democracia” colombiana. Abstenham-se de falar de Cuba quando falam de direitos do homem porque esta noite nenhuma criança cubana se deitou com FOME, nem adormeceu ao relento, abandonada e o mesmo não podemos dizer sobre a “democrática” América Latina (ou sobre os EUA de Obama).Há tempos assisti na telvisão cubana a um debate ao vivo, uma troca de ideias acesa, intensa, de propostas de análise e de resolução dos problemas da cultura e da revolução entre a liderança, Raul Castro, Abel Prieto e os delegados ao Congresso dos intelectuais e artistas cubanos; gostava de ver neste Portugal apalhaçado um debate entre intelectuais e os nossos governantes passar em directo na televisão…falam de censura mas sabiam por acaso que o governo cubano publicou uma antologia de escritores e poetas cubanos contemporâneos e reservou uma parte significativa para o escritor exilado Cabrera Infante e que este não permitiu que textos seus fossem publicados e que a resposta do governo cubano foi deixar essas páginas em branco apenas com uma nota explicativa lamentando o sucedido? Sabiam que o governo cubano já pediu publicamente desculpas à mãe do escritor Reinaldo Arenas pelos preconceitos culturais que levaram à perseguição e exílio do seu filho e que a sua obra é valorizada como membro de pleno direito do patromónio literário cubano? Não, não sabem porque só ouvem a cassete anticomunista.

  17. Pingback: cinco dias » …os do costume, os de sempre, a léguas conhecidos pelo “cheiro”, tirem as mãos de Cuba, sff

  18. paulo diz:

    rafael se eu quiser fundar o partido popular de cuba de idologia de de direita a roçar o nacionalismo barato, será permitido?

    quanto à repressão politica ela é tão deploravel no mexico como em cuba ou na colombia, o que eme fascina é que para alguns , nuns sitios é pior que outros.
    mais claro tanto condeno o regime “democratico” da colombia ou o narcoestado do mexico como a “ditadura” em cuba

    PS não gostede cuba pela degradação que vi, pela prostituição e por falar com gente que a medo dizia que era contrao regime.
    quem me disse que era a favor doregime, contra o bloqueio etc falava Às claras, quem era contra falava sempre a medo…

  19. Rafael Fortes diz:

    Paulo, quanto à primeira pergunta: nao, mas pode propor-se como candidato a delegado na assembleia do seu bairro sem interferencia de nenhum partido e ser eleito deputado se tiver 50%+1 dos votos do seu circulo eleitoral, sempre sem interferencia de nenhum directorio partidario.

    sabe, tenho familiares aqui que nao foram a comicios do pcp porque a sua situaçao era precaria laboralmente e podiam ser despedidas, ontem falei com um camarada meu que nao consegue q a mulher se inscreva no PCP porque tem medo de se o patrao descobre ser perseguida na fabrica onde trabalha.

    A democracia nao é uma questao de forma, mas de realizaçoes concretas. Como aqui há atropelos à legalidade, em Cuba, nao duvido que tb haja. Mas partir daí para definir o caracter democratico ou nao de qq regime é uma distancia muito grande…

  20. paulo diz:

    se o candidato sidsser que não gosta do fidel……
    quanto a terem medo de se inscrever no pcp, com sinseridade digo que um partido ter de er gente sem medo
    porra no fascismo eram torturados e não tinham medo

    se vier aAlmada vai ver uma realidade diferente amalta que trabalha na CM de almada tem medo de dizer que não é do pcp….

  21. miguel diz:

    Pergunta o Paulo: “rafael se eu quiser fundar o partido popular de cuba de idologia de de direita a roçar o nacionalismo barato, será permitido?

    Num sistema de partido único… adivinhe… só existe um partido. Isso quer dizer que não existe luta política nem confrontos sociais? Claro que não. Quer dizer que a luta política se realiza de modo diferente das sociedades burguesas ‘ocidentais’, onde o confronto político é mediado por partidos políticos. O facto de não existirem partidos políticos autónomos na ex-URSS foi impedimento para ascensão e tomada do poder político por parte da burguesia formada a partir do único partido? Não; foi até uma circunstância muito útil por ter concentrado a defesa dos interesses da classe (re)emergente num único pólo de poder.

    O Paulo utiliza o sistema de partido único como arma de arremesso contra a revolução cubana sabendo que não é o facto de existirem 30 partidos ou apenas 1 que faz com que um sistema político seja mais ou menos democrático. O que é determinante, em Cuba ou em qualquer país, é o modo como o povo exerce e controla o poder político. Dirá que as eleições cubanas onde regularmente votam mais de 90% dos eleitores são uma fantochada, que as comissões locais são compostas por bufos, que os sindicatos não são livres, que tudo é combinado, que o povo tem medo, que o povo não está politizado, que está sob uma férrea ditadura que o impede de expressar livremente as suas opiniões, etc. Bom, é a sua opinião, é a opinião de quem, no seu próprio país, toma o partido da burguesia e da manutenção do sistema capitalista.

    Repare que não estou a defender que o sistema de partido único seja preferível, em Portugal, ao sistema multipartidário que actualmente temos. O que estou a afirmar é que não é o sistema de partido único que impede a intervenção política: essa faz-se, havendo determinação e base social de apoio, pela via legal quando possível e pela ilegal sempre que necessário. A questão é que o Paulo (e o Departamento de Estado Norte-Americano…) não encontra na realidade cubana forças sociais com determinação suficiente para derrubar o regime, limitando-se, por isso, a fazer ruído de fora acerca do sistema de partido único e das maldades do papão comunista.

  22. miguel diz:

    Escreveu Rafael Fortes: “sabe, tenho familiares aqui que nao foram a comicios do pcp porque a sua situaçao era precaria laboralmente e podiam ser despedidas, ontem falei com um camarada meu que nao consegue q a mulher se inscreva no PCP porque tem medo de se o patrao descobre ser perseguida na fabrica onde trabalha.

    Na opinião dos “Paulos” da nossa terra, ser contra o capitalismo em Portugal é ser estúpido, é uma bizarria, um disparate de gente burra, mesquinha, vigarista e mal formada; ser contra o socialismo em Cuba é ser inteligente, esperto e corajoso.

  23. paulo diz:

    o miguel deve ser proletário dos 5 costados, para me vir acusar de tomar partido pela burguesia…
    o que eu pergunto ao miguel é se num pais como o nossso onde, com os defeitos que disse e outros é dificil manter a liberdade de expressão e a capacidade de intervenção como será em cuba
    quanto à questão do PCP lá por não oconcordar com opensamento politico não tenho nenhum sentimento de repudio oude que quem é do pcp é estupido.
    no minimo tinha amigos estupidos
    só espero que o miguel tenha amigos capitalistas

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