Um caso de doença persecutória com pouca esperança de tratamento

(LEON GOLUB)

Sei muito bem das razões, das forças e das fraquezas do MA  [Manuel Alegre]  (uma destas, por acaso, até é a mania de exibir o músculo). Sei das diferenças na observação da guerra, do problema da deserção e das possibilidades de cada um fazer isto ou aquilo. Conheço até muito bem essa posição, defendida pelo PCP a partir de certa altura (mas não sempre), que era a de ir para a guerra para a tentar humanizar (quem fez a guerra sabe bem como tal é impossível no minuto M…).

[Escrito por um historiador, acho eu, de nome Rui Bebiano; o Vítor Dias já tentou responder-lhe, mas teve de desistir… pudera. Trata-se aqui de um mero comentário num post sobre o passado militar de Manuel Alegre, recentemente pelo próprio divulgado; isto é “história” com H]

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