A viagem de Queiroz à África do Sul

O seleccionador nacional sabia das poucas possibilidades da equipa das quinas. Assim sendo decidiu ir passar uns dias prazenteiros com os amigos à África do Sul.
Daniel Fernandes assegurará as traduções. O seu estatuto de luso-canadiano-checo e a vida na Grécia ao serviço do reputado Iraklis, revelam bons conhecimentos em várias línguas. Miguel terá sido escolhido pelo seu elevado know-how em bebidas brancas e Beto assegurará os vinhos da região demarcada do Douro. Paulo Ferreira, Ricardo Costa e Zé Castro levarão músicas do mundo e Danny assegurará uma workshop de danças russas.
Contra o Brasil, a selecção poderá alinhar com: Daniel Fernandes; Paulo Ferreira, Ricardo Costa, Rolando, Zé Castro e Duda; Pedro Mendes, Pepe e Raúl Meireles; Danny e Hugo Almeida.
Uma autentica selecção de Queiroz! I’ve got a feeling…

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4 Responses to A viagem de Queiroz à África do Sul

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  2. ´Força Emergente diz:

    A nossa contribuição para a viagem. Só que esta é para cá.

    POR AMOR DE DEUS
    Ontem já estava mal disposto. Não estranhei acordar de madrugada.
    Por mais que tentasse, não me saíam da cabeça as restrições ao trânsito, a tolerância de ponto, os microfones forrados a ouro, os aviões que vão e que vêm e que irão tornar a ir e a vir.
    E tudo isto, porque vem cá um personagem a quem deram o titulo de papa.
    Para que não restem duvidas, sou ateu. Nem sequer considero o agnosticismo, porque só conheço uma pessoa que o professa e esse chama-se Manuel Alegre. De facto o único agnóstico político existente no Universo.
    Só sabe que é de esquerda, nunca toma posições claras e definidas e embora a gente não negue a sua existência, sabemos perfeitamente que não existe.

    Bom, agora o caso é mais complexo. Lembrámo-nos do objecto social desta Associação e fomos revê-lo. Lá está…..É nosso principal objecto promover o estudo dos fenómenos culturais, ideológicos, políticos e económicos do Mundo contemporâneo e em especial a sua incidência em Portugal……
    Começava a ficar justificada a razão porque me sentia mal disposto.
    É que nada justifica o “estardalhaço” desta visita. São mesmo suspeitas as razões que lhe estão subjacentes, assim como o facto de termos sido abençoados com uma estadia tão prolongada.
    Não quero ferir sentimentos de ninguém, mas também reservo o direito de transmitir a minha opinião. E essa é a de que me parece que já era tempo de olharmos para o religioso sob outra perspectiva e num contexto moderno e adequado aos novos conhecimentos, de forma a todos termos direito ás nossas opções, sem constrangimentos nem falsas promessas.
    Por agora aceitamos e sabemos que parte considerável do nosso bom povo ainda se revê neste poder instituído.
    Mas por favor não nos cortem o trânsito nem nos digam que não podemos trabalhar.

    Nada justifica esta visita, na forma e nas implicações que tem.
    Se Deus existisse e não nos esqueçamos que a haver só pode ser um, estará certamente zangado com este papa e tantos outros representantes da mesma igreja. Os casos de pedofilia, abusos sexuais e outros são demasiados e cada vez mais expostos à opinião pública. Os pressupostos e os mandamentos transmitidos não se compatibilizam com as práticas. O descrético é crescente. Fátima nunca deveria ter nascido.
    A fé, essa, para quem a sentir, poderá ser mantida e mesmo reforçada se se pensar mais em Deus e menos nos homens.
    Se ele existir, certamente que chamará a si as gentes de bem e de boa fé.
    Nesse trajecto, se calhar muitos papas e outros padres ficarão pelo caminho. De facto o percurso de vida de tantos deles demonstra bem que aquilo que pregam nada tem a ver com aquilo que fazem e o que fazem está muitas vezes nas malhas da esfera criminal. Nunca haverá deus que lhes valha.

    Portugal, mais uma vez está a demonstrar as razões porque é o Pais mais atrasado da Europa.
    Em todos os aspectos culturais, políticos e económicos.
    Quando muitos outros expõem a roupa suja, nós aceitámos servir de lavandaria.
    Só um povo amorfo, embrutecido e inculto, está disposto a estender a manta e tapar alguns dos mais hediondos crimes que ainda hoje são cometidos a coberto da fé e no escuro de recantos contemplativos.
    Pior ainda, é quando os políticos na mesma saga de lavagem e abrilhamento, se esquecem do estado da Nação e aproveitam o inadmissível e até sórdido para daí tirarem dividendos.
    Só o futebol já não lhes chega.
    Há que acrescentar o divino não vá o diabo tecê-las.

    Publicado no Blogue da Força Emergente

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  4. Pedro M Lourenço diz:

    Discordo. O Miguel vai lá porque é necessário alguém que tenha experiência com armas.

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