Como ser mais ou menos solidário com os protestos gregos e ainda assim defender o seu colonialismo económico

O João Tunes e o Daniel Oliveira explicam tudo. Esforcem-se. Verão que são capazes. Depois tentem explicar o que aprenderam a um qualquer grego de ocasião (não vale escolherem entre a clique de burocratas que vai ficar com a ajuda). Se ele vos entender, e mais difícil, se ficar convencido, também votarei de cruz. Até lá, não se vislumbra onde é que fazer de Dona Branca à Grécia lhes pode valer de alguma coisa. Como diria o poeta: “é o internacionalismo monetário”, claro… mas à nouvelle gauche. Antes saudavam-se os insurrectos e denunciavam-se os opressores. Agora financia-se o governo e deixa-se o povo a pagar os juros.

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