Para os amigos não há “cortes”

Em Janeiro, o Governo anunciou a intenção de adjudicar ao consórcio liderado pela Ascendi, do grupo Mota-Engil, a subconcessão Pinhal Interior – a maior e a mais cara de todo o pacote rodoviário da Estradas de Portugal. Ontem, foi formalizado o procedimento final que permite remeter o processo para o Tribunal de Contas.

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4 respostas a Para os amigos não há “cortes”

  1. Carlos Fernandes diz:

    O argumento de que os ajustes directos são para despachar mais rapidamente os processos não colhe minimamente, a menos em casos excepcionais, casos estes a definir por uma comissão de peritos, de escolas ou edíficios em risco manifesto de ruir . Agora isto parece sim é uma desculpa e o atirar areia para os olhos do pessoal, para encobrir a verdadeira razão, o amiguismo, e assim arranjar maneira de poder satisfazer o amigo ou a empresa amiga a, b, ou c , neste caso como é manifesto e patente c de Coelho.

    Basta, o dinheiro é nosso, dos contribuintes, fim aos ajustes directos, queremos concursos públicos já!

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  3. Rui diz:

    Como diria esse ícone do novo socialismo-democrático, Marcos Perestrello, “Essa merda dá muito subsídio de desemprego!”.

  4. vamos pagar o TGV já, o Aeroporto já, os 1429 milhões de euros que custará a subconcessão Pinhal Interior, ganha pela Mota-Engil… somos mesmo generosos.

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