O país em 5 títulos e em 5 segundos

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7 Responses to O país em 5 títulos e em 5 segundos

  1. zé do boné says:

    -É para que não digam que não há justiça, de Classe.

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  3. Abilio Rosa says:

    Meus amigos, isto não é um país. É uma merda.
    Estamos quase a comemorar 36 anos de 25 Abril e com toda a honestidade, deixemos de folclore e discursos pseudo-festivos, e vamos reflectir o que é que mudou que antes já não tinha mudado.

    As moscas?

    Quando é que este povo manso e servil sai à rua e vai às ventas de quem nos rouba permanentemente e ainda goza na nossa cara?

    Isto já não vai com bravatas discursivas ou artigos incendiários.

    Isto só vai com o povo na rua a defenestrar quem pôs Portugal na bancarrota e arruinou todos os sonhos do 25 de Abril.

    Viva a Liberdade! Abaixo o «sucialismo» (das súcias que tomaram conta do Estado)!

  4. antonio says:

    Pahs… dessa gente toda só conheço vagamente esse MP, não joga no Liverpool ?

    E esse outro Gama não será vagamente parente daquele outro que descobriu qualquer coisa no caminho de qualquer outra ??

    Que maçada, estas dúvidas existenciais um dia hão-de dar cabo de mim…

    ;-)

  5. Onde estão os revolucionários?

    É necessário oKupar as Ruas, esta palhaçada de capitalismo “espertista” tem de ter um fim. Moção de Censura, já! ou a direcção do BE adormeceu, Semedo não merece a humilhação do RPSoares.

  6. ze luis says:

    De facto. O resumo é eloquente. Concordo e tenho pena. E também me revolto.

  7. zé da eskina says:

    A direcção do BE não adormeceu. A direcção do BE não quer é que o governo caia. Quer aumentar a sua quota parlamentar. A todo o custo.
    E agora parece que ainda não é a melhor hora para a censura… basta ouvir os discursos de louçã…

    Ninguém propõe uma Moção de Censura porque ninguém está interessado em que o governo caia. Pelo menos para já.
    Dar tempo ao regime para respirar parece ser o lema. Ver se dá para aguentar até depois das presidenciais. Ver se o cheiro nauseabundo da (in)justiça abafa pouco o presidente. A malta vai lá meter o voto e fica mais aliviada. E quem sabe até sai da urna (qual coelho da cartola) um … poeta (ou um dom sebastião ou assim)!

    Nem o PC nem o BE estão minimamente interessados que o governo caia já. Querem fazê-lo apodrecer devagarinho para ver se sobem nas sondagens, com a ajuda da contestação popular crescente.
    Não confiam em si próprios e muito menos na capacidade de indignação e de mobilização das pessoas. Por isso não querem acabar com esta pouca vergonha já.

    Trágico seria se no final PC e BE acabassem a fazer o que o Sampaio fez com o Sócrates… prolongar o cancro (na altura Santana, agora Sócrates) e apodrecê-lo bem até cheirar mesmo mal e ser insuportável. Dar tempo para se consolidar o resto da podridão (a oposição diretamente burguesa PS +/- D +/- PP, na altura o “bonito” e jovem Sócrates, agora o bem posto e impoluto Passos e o sorridente Portas) e emergir de lá alguma merda de cara nova.
    A seguir deitar o governo abaixo, baralhar e dar novo!!!

    E andamos nisto. E aqueles que se diziam anti sistémicos tornam-se perpetuadores do sistema… e assim vão prostituindo os sonhos de quem vai ainda sonhando. E assim vão prolongando o sofrimento a quem vai sobrevivendo mal e desesperadamente.


    Do que um homem é capaz
    As coisas que ele faz
    Para chegar aonde quer
    É capaz de dar a vida
    Para levar de vencida
    Uma razão de viver

    A vida é como uma estrada
    Que vai sendo traçada
    Sem nunca arrepiar caminho
    E quem pensa estar parado
    Vai no sentido errado
    A caminhar sòzinho

    Vejo a gente cuja a vida
    Vai sendo consumida
    Por miragens de poder
    Agarrados alguns ossos
    No meio dos destroços
    Do que nunca vão fazer

    Vão poluindo o percurso
    Com as sobras do discurso
    Que lhes serviu pr’abrir caminho
    À custa das nossas utopias
    Usurpam regalias
    Para consumir sòzinho

    Com políticas concretas
    Ímpões essas metas
    Que nos entram casa dentro
    Como a Trilateral
    Com a treta liberal
    E as virtudes do centro

    No lugar da consciência
    A lei da concorrência
    Pisando tudo pelo caminho
    Para castrar a juventude
    Mascaram de virtude
    O querer vencer sòzinho

    Ficam cínicos, brutais
    Descendo cada vez mais
    Para subir cada vez menos
    Quanto mais o mal se expande
    Mais acham que ser grande
    É lixar os mais pequenos

    Quem escolhe ser assim
    Quando chegar ao fim
    Vai ver que errou o seu caminho
    Quando a vida é hipotecada
    No fim não sobra nada
    E acaba-a sòzinho

    Mesmo sendo poderosos
    Tão fracos e gulosos
    Que precisam do poder
    Mesmo havendo tanta gente
    Para quem é indiferente
    Passar a vida a morrer

    Há principios e valores
    Há sonhos e há amores
    Que sempre irão abrir caminho
    E quem viver abraçado
    À vida que há ao lado
    Não vai morrer sòzinho
    E que morrer abraçado
    À vida que há ao lado
    Não vai viver sòzinho

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