“Se queres ser cego, sê-lo-ás.”

A frase que dá título a este post, retirada do “Ensaio sobre a Cegueira” do José Saramago, é a única coisa que me apraz dizer depois de saber aqui que desta o Sócrates já se safou. Assim vai continuar oculto o oculto para aqueles que tendo olhos querem continuar sem ver.

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