Para cada carrasco branco haverá sempre uma viúva negra

Enquanto choverem bombas sobre inocentes no Iraque e no Afeganistão; enquanto criarem guetos como Gaza; enquanto toda e qualquer expressão independentista for esmagada, do País Basco à Chechénia; enquanto absolverem a violência de Estados como o colombiano, o israelita, o americano ou o chinês; enquanto continuarem a resolver crises económicas a partir do uso infinito da guerra; enquanto não deixarem o Irão ou qualquer outro país não alinhado encontrar o seu caminho sem ingerências; enquanto não pararem a transformação do mundo islâmico na causa de todos os males do ocidente; enquanto enterrarem comida em nome do seu preço; enquanto o apartheid continuar a ser um método de planeamento social e político para conflitos que se querem permanentes; enquanto os imigrantes forem carne para canhão do trabalho assalariado que ninguém quer; enquanto a extrema minoria do mundo continuar a viver à custa da extrema maioria; enquanto os direitos continuarem a ser devorados pelo mercado ou por ideologias vis, a resposta dos oprimidos vai ser sempre difícil de perceber.

A bestialidade vai continuar até que quem está sob domínio, colonizado ou explorado, encontre o caminho da revolta que não pode ter debaixo de mira mais vítimas sem culpa. No dia em que o Metro de Moscovo for a Casa Branca e os inocentes forem os culpados, a gula do império vai começar a perder o apetite.

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35 Responses to Para cada carrasco branco haverá sempre uma viúva negra

  1. Notei a ênfase nas “ingerências”. Nada contra, mas pergunto: este post não é uma “ingerência” nos assuntos “de Estados como o colombiano, o israelita, o americano ou o chinês”?

  2. João Pais says:

    Confundir resistência com terrorismo, luta armada com matança indiscriminada, e auto-determinação com desintegração da unidade territorial de um estado é um erro que não esperava de quem eu pensava já não mais comeria merda a pensar que era mousse de chocolate… Vicissitudes do situacionismo, meu caro Watson.

  3. RC says:

    e enquanto os líderes de países com recursos mais que suficientes para proporcionar aos seus cidadãos uma vida bem mais condigna continuarem a usar o Ocidente como desculpa para a pobreza ou a utilizarem a religião como instrumento para entreter as massa e evitar perguntas desconfortáveis como por exemplo “Mas para onde vai a massa?”

  4. yodeyma says:

    Nenhuma dessas razões (justas ou injustas) enunciadas justifica a tal bestialidade, só mesmo a ignorância, o ódio cego e o fundamentalismo podem justificar tais actos criminosos e hediondos que são os ataques terroristas. Nenhuma razão é válida o suficiente para atentados contra inocentes como os do 11 de Setembro, ou os perpetrados em Espanha, Reino Unido, Israel, Rússia e Iraque entre muitos outros.
    Nada justifica actos de violência, Nada.

  5. Party Program says:

    é de facto dramática a situação no pais basco e na catalunha, comparável só com a tchetchènia e com a Palestina.

  6. Fantástico, Renato Teixeira.

    Cada vez mais próximo do islamofascismo. Não há dúvidas de que os extremos se tocam.

    Esclareça-me só duas pequeninas dúvidas.

    1) Por que não incluiu a Rússia na sua lista de Estados que abusam da violência?

    2) Como sabe que este atentado não foi obra dos «serviços de informações» ocidentais? (A razão para a minha pergunta é que levantou essa hipótese num debate anterior sobre a Al-Qaeda).

  7. Renato Teixeira says:

    Amílcar, os Estados colombiano, israelita, americano e chinês já perderam a conta às vitimas causadas pela ingerência deste post.

    João Pais, não já nenhuma confusão “entre resistência com terrorismo, luta armada com matança indiscriminada, e auto-determinação com desintegração da unidade territorial”. Há causas, efeitos e caracterizações.

    RC, de facto há sectores entre a burguesia árabe que faz o aproveitamento do desespero alheio para cumprir com a sua agenda. Mas como resolve o problema sem atacar a sua origem?

    Yodeyma, o post não é uma justificação para a bestialidade. Aliás essa palavra, precisamente essa palavra, está lá a classificar o acto contra o metro de Moscovo. A questão não é portanto tornar justo o injusto. Como disse ao RC é perceber que os responsáveis são antes de mais quem produzem viúvas de 17 anos todos os dias.

    Party Program vai comer ovos de Páscoa.

  8. Renato Teixeira says:

    Não diga asneiras Ricardo Alves e não faça letra morta de todo o debate em que participou anteriormente. Não estou próximo nem longe de ninguém com este post. Apenas pretendo lembrar que quem semeia ventos colhe tempestades.

    Não inclui a Rússia como não inclui outros tantos quantos mais. Depois de ler o post não acha que a Rússia é um dos principais visados? Não por mim, claro, mas pela viúva negra?

    Não me parece que tenham sido os serviços secretos ocidentais porque os serviços secretos ocidentais estão-se borrifando para o que se passa para lá do velho muro. Quanto à Al-Qaeda tudo o que alegadamente é feito em seu nome acaba a jogar a favor do ocidente. Capice?

  9. João Pais says:

    Muito de acordo com o geral das respostas dadas, sobretudo o sublinhado de que “os responsáveis são antes de mais quem produzem viúvas de 17 anos todos os dias”, mas convenhamos que este post foi meter tudo um bocadinho no mesmo saquito, ou não foi? É que isto de expressões/formas/interprétes de imperialismo podem ser diversas, mas no fundo são todas opressoras… Quem tem razão, os loucos de Grozny ou os proto-fascistas de Moscovo? O Ahmadinejad ou a CIA?…

  10. Renato Teixeira says:

    João Pais, até seria um bom título para este post: “Tudo no mesmo saco”, mas acho que nem o João o leria. A ideia era só uma, independentemente do tema, do credo ou da zona geográfica, a causa da violência foi sempre outra violência maior. Estou certo que terá percebido a ideia.

  11. João Pais says:

    Sim, está bem, até aceito essa deriva sensacionalista afinal de contas isto já é tudo um mercado, e mesmo o que não é passa a ser… Faltou aquela citaçãozinha do Brecht “do rio que todos dizem violento, ninguém diz que violentas são as margens que o comprimem”.
    Percebi globalmente o sentido do que foi escrito, o meu reparo foi apenas porque sem muito mais esforço se poderia ter tocado no emergente problema das contradições inter-imperialistas, porque como foi já dito na discussão há inúmeros “movimentos” que só servem o império (Al Qaedas, UCKs, e afins).
    Já agora, uma última nota, talvez tenha sido pelo calor da resposta que foi dada ali a uma provocação (bem parvinha diga-se – a provocação, claro), mas os serviços secretos do império estão tudo menos a borrifar-se para a o que se passa para lá do velho muro…
    Até breve.

  12. Diogo says:

    Um ataque indiscriminado a civis é sempre obra de um governo. Resta saber qual deles. Cui bono mais?

  13. Manuel Monteiro says:

    Estes meninos ficam muito horrorizados quando os “terroristas” atacam o metro de Londres ou as Torres Gemeas. Mas não mostram o mesmo horror quando os EUnidos destroem um país e fazem milhares de mortos ( não são dez, vinte ou cem – são milhares) ou quando velhos, mulheres e crianças palestinas são massacradas (quantas? Milhares!)
    Ah, já me esquecia. O que é a vida de milhares de desgraçados, comparado com a morte de algumas centenas nos paises “civilizados”? Terror é só quando nos toca à porta, quando são os outros que são diariamente massacrados isso não é terrorismo, é exportação de democracia e civilização ocidental…
    Manuel Monteiro

  14. Salah al Din says:

    Grandes mulheres ! Com mais tomates que todos os terroristas islamófobos que as criticam. Como a grande Hanadi Jaradat, advogada palestiniana, a quem os esquadrões da morte das SS Tsahal mataram o namorado e seis meses depois o irmão mais novo que tentava proteger nos seus braços. Meses depois fez-se explodir num restaurante da marginal de Tel Aviv, enviando para o inferno 21 porcos sionistas, entre os quais um almirante.

    Quem diz que estas mulheres heroínas não são livres e emancipadas ? O pu**do feminista ocidental ? Ora, ora…

  15. CAMBADA:

    o terrorismo é a arma dos pobres. APRENDAM! Quem tem F16 mata aos milhares. Quem tem um carro armadilhado mata uma dúzia. APRENDAM!

    TERRORISMO é o que o governo deste país faz à população: destruição de escolas, maternidades, centros de saúde; destruição de empresas, de postos de trabalho, de direitos; destruição dos mais elementares direitos do ser humano…

    aH SIM! MAS COMO FOI TUDO LEGITIMADOZINHO PLO “VOTO” e é tudo feito com diplomas de lei e não nitroglicerina já não é terrorismo: é “política de Estado”!

    É COMO AQUELA HISTÓRIA: ARMAS DE DESTRUIÇÃO MASSIVAS NO IRAQUE. Aquilo é que foi democracia: milhões nas ruas de todo o mundo em protesto e 4 gangsters a decidirem 1 milhão de mortos…

    vÃO-SE MAS É CATAR!

    rENATO:

    bonita foto!
    O que só prova que pode haver mais erotismo debaixo duma burka do que debaixo duma mini-saia, degradante símbolo da decadência burguesa do Ocidente. eh, he, he! ;-)

    CUIDADO RAPAZOLAS: aqueles olhos também “matam”!

    Allah é grande o Profeta está connosco!

  16. Renato Teixeira says:

    João Pais, de facto querem saber o que se passa em todo o lado, embora uns sítios interessem mais do que outros. As ex-repúblicas são um assunto há muito tempo resolvido, e a Federação Russa um aliado para a modernidade.

    A citação que faz de Brecht faz de facto sentido aplicada neste post (como em tantos outros), e a deriva não é sensacionalista, é quanto muito jornalística. Ainda assim o reparo faz sentido. Os títulos devem ser secos e chatos de forma a que não sejamos acusados de mercantilizar até o pensamento.

    Diogo, é normalmente assim, de facto e a fazer-se uma assumpção nesta matéria é bom que seja essa e não a da propaganda e do regime: um ataque indiscriminado contra civis é sempre obra de fanáticos cuja acção não tem qualquer relação com a realidade.

    Manuel Monteiro
    , os meninos serão sempre assim. A culpa do alheio é sempre mais filha da puta do que a “nossa”. Vou mas é mergulhar na tua poesia. Até ao próximo primeiro ou terceiro fim-de-semana do mês. Aquele abraço.

  17. Renato Teixeira says:

    Pedro que procura Inês não sei se o profeta estará comigo, é provável que não, mas subscrevo tudo o que diz antes disso. Aliás é precisamente o que diz aqui: “o terrorismo é a arma dos pobres. APRENDAM! Quem tem F16 mata aos milhares. Quem tem um carro armadilhado mata uma dúzia. APRENDAM! TERRORISMO é o que o governo deste país faz à população: destruição de escolas, maternidades, centros de saúde; destruição de empresas, de postos de trabalho, de direitos; destruição dos mais elementares direitos do ser humano…” que motivou este post.

    Salah al Din, o problema desta mulher é que não atacou nenhum almirante e viu o seu desespero ser aproveitado por alguém pouco disposto a fazer política pelos seus próprios braços. Não acredito que um ataque ao transporte dos pobres seja via para o que quer que seja e fico sempre triste quando o alvo da ira não é a causa da ira. Estou certo que entende o meu ponto de vista. Quanto à qualidade do “nosso” feminismo não poderíamos estar mais de acordo.

  18. Renato Teixeira,
    e quem criou o «problema» do norte do Cáucaso? A Rússia dos Czares, os massacres de Estaline ou o tardo-imperialismo de Putin? Só o último e nenhum dos anteriores?

    E este atentado não «serve» ao Ocidente? O que é necessário para «servir» ao Ocidente? Ser no Iraque?

  19. oh Renato:

    Não sejas careta, pá! Ou só tu é que podes ser iconoclasta?!?!

    Profeta é quem a gente quer: Marx, Muhammad Ali ou Maradona. De preferência, que a trindade esteja connosco!

  20. paulo says:

    renato
    então as nossas feministas não passam de um bando de putas como diz o DIN.
    estás cada vez melhor o delirioé imparavél

  21. simples says:

    Quais foram os massacres do judeu Staline?Concerteza, que foram uma pequena gota daqueles perpetrados pelos acólitos da ‘iniciativa privada’.Lembrando só os milhões de mortos(26\27) na ex-URSS,o milão e meio à conta da ‘democracia da plutocracia no Iraque,etc ….Staline foi muito benevolente pq senão não haveria palhaços vivos das ex-SS na Letónia/Lituânia!

  22. simples says:

    Fico à espera do dito número dos milhões do Djugashvili…..

  23. O autor do post parece legitimar o “olho por olho”. Olha (!) se por cá desempregados, vitimas de crimes – violentos ou não – e outros injustiçados começam a aplicar o mesmo principio…

  24. Renato Teixeira says:

    Ricardo Alves, provavelmente têm os três a sua quota parte. Ainda assim, recordo-lhe que no início do processo da revolução russa, antes de Estaline portanto, foi dada liberdade de escolha a quem queria ser parte da URSS.

    Serve o ocidente quando este tira proveito dos atentados. Onde acha que alguém ganhou o que quer que seja no caso em análise?

    Pedro que procura Inês, onde vê iconoclastia no Sá Pessoa e na Knorr? Referia-se ao profeta? Nesse caso força ai… Umas t-shirts com a silhueta à Guevara e tem negócio garantido em qualquer país muçulmano. Depois agradeça aos yanquies. São os primeiros responsáveis pelo aumento do prestígio das correntes radicais islâmicas.

    Paulo, não me parece que sejam um bando de putas, nem que isso se possa concluir do que quer que tenha escrito. Talvez se fossem estariam seguramente mais radicalizadas. Veja o seu sindicato na Tailândia.

    Simples, não tenho qualquer simpatia estalinista. Acho que todos os seus massacres foram errados.

    Kruzes Kanhoto qual é a parte que não percebe disto: “…a resposta dos oprimidos vai ser sempre difícil de perceber. A bestialidade vai continuar até que quem está sob domínio, colonizado ou explorado, encontre o caminho da revolta que não pode ter debaixo de mira mais vítimas sem culpa.”?

  25. Renato Teixeira,
    já vi argumentar que o «Ocidente» ganhou com o 11 de Setembro – porque a seguir invadiu o Afeganistão.

    Se a esta vaga de atentados na Rússia se seguir mais uma «intervenção» no norte do Cáucaso, a tese de que os atentados islamistas são um instrumento imperialista ganha crédito. (Acho eu, que não vou nessa tese…)

  26. a miúda, pá! a miúda!

    A miúda de véu armada é que é uma bomba contra estereótipos, arquétipos e outros preconceitos comezinhos!

    O Knorr não é nenhum ícone, é simplesmente kitch e má culinária

  27. Comparar o País Basco com o que se passa na chechénia e na palestina é um pouco incongruente…

  28. Credo! Credo! Que recuo repentino ao obscurantismo mais selvático! Ao nada do absurdo, à violência assassina dos assertivos a outrance do mundo a preto e branco, sempre oferecível em louco holocausto a uma idéia alucinada!

    V. Ex.ª acredita que o que defende é Justo? Todos são culpados só porque acaso sejam israelitas, ou só porque não são bascos, ou só porque são isto ou aquilo e não outra coisa qualquer…??!

    Medo, muito medo de si.

  29. No seu tempo de luta de libertação, o MPLA, FRELIMO e PAIGC também foram apelidados de “terrorismo”. O que leva a pensar que, se não fossem os “turras terroristas” ainda não tínhamos chegado ao 25 de Abril, aqui por estas bandas.

    Colar “al-qaedas” à luta de libertação de povos oprimidos e militarmente ocupados por potências estrangeiras como são o caso do Iraque, Afeganistão ou Palestina é estar a fazer o jogo de quem provocou o maior nº de guerras e massacres nos últimos 50 anos: US of America – que aliás, durante anos, financiaram a “Al Qaeda”, Saddam Hussein e continuam sustentar o regime racista/sionista/terrorista de Israel.

  30. Renato Teixeira says:

    Ricardo Alves, a tese do 11 de Setembro não é assim tão descabida. Mas é um tema de tal maneira cabeludo que deixarei para outra ocasião.

    Sobre o actual não me parece que os russos precisem de pretextos para fazer aquilo que fazem quando lhes apetece, ou seja, entrar pelo Cáucaso adentro.

    Ricardo Ferreira, sabe ler? Onde vê a comparação entre os dois países? Conhece a letra dos Xutos? De Lisboa a Bragança são dez horas de distância… Sabe? Acha que Lisboa está a ser comparada a Bragança?
    A frase diz: “enquanto toda e qualquer expressão independentista for esmagada, do País Basco à Chechénia”. Portanto, o paralelo é entre dois países que independentemente da intensidade têm a sua expressão nacional esmagada. Não há polémica, é um facto.

    João Manuel Vicente
    , pode ter medo mas não pelo que diz. Leia melhor o post. Verá que ele não defende nada. Relata um facto: A violência dos carrascos brancos é a mãe geradora das viúvas negras. Tenha mais medo de qualquer um dos dois do que de mim.

    Pedro que procura Inês,
    uma vez mais de acordo. Inteiramente de acordo.

  31. Libertario says:

    O Renato começou a novela a partir do fim.
    Esqueceu-se de Porto Rico, Alasca e Havai. Considera que esses povos são livres?
    Ou tem algum fraquinho por o Império que o impeça de denunciar as injustiças que por lá se praticam?

  32. Libertario says:

    Comentário de simples
    Data: 5 de Abril de 2010, 12:53
    Quais foram os massacres do judeu Staline?Concerteza, que foram uma pequena gota daqueles perpetrados pelos acólitos da ‘iniciativa privada’.Lembrando só os milhões de mortos(26\27)

    Simples; se não o incomodar muito podia dar-me a sua fonte de informação destes 26/27 milhões de mortos na URSS. Não faço colecção de contas macabras. Mas como tenho encontrado números tão fantasiosos a este respeito, costumo sempre interpelar quem os despeja a indicar-me a sua fonte de informação.
    Isto porque os fabricantes desta patranha começaram em 2/3 milhões, para atingirem a colossal contabilidade de 110 milhões de vitimas mortais. Ora alguém tem que estar a mentir se os próprios autores que escrevem sobre o assunto não se entendem.
    Se estiver interessado dispenso-lhe os relatórios do Professor Zemskov (não tem qualquer simpatia pelos comunistas), que foi o responsável pela verificação dos arquivos Soviéticos no tempo de Gorbatchov e Yeltsin. Dou-lhe o numero do arquivo, a pasta e os números das folhas que falam sobre esse assunto. Ou quer mais?

  33. Pingback: cinco dias » Terrorismo é isto o resto é legítima defesa

  34. “Portanto, o paralelo é entre dois países que independentemente da intensidade têm a sua expressão nacional esmagada. Não há polémica, é um facto.” – No país basco não está esmagada, a populações está empenhada, se por acaso estiver, em ir pela via reformista.

    Mas já agora, nos Açores, onde moro existe um maluquinho que quer a independência dos Açores, se ele por acaso meter uma bomba no rabo e a fizer explodir nas Portas do Mar num Domingo, irá ser um heroi ou um terrorista?

  35. Renato Teixeira says:

    Nem herói, nem terrorista. Simplesmente um idiota.

    Libertário, não considero que nenhum povo seja livre com a actual concepção de Estado nem nenhum fraquinho por nenhum império.

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