O elogio do autêntico e a crítica da encenação

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8 respostas a O elogio do autêntico e a crítica da encenação

  1. António Figueira diz:

    Boa malha.

  2. Renato Teixeira diz:

    Trata-se de mais uma declaração do “eu confessional blogosférico”. No caso, a manifestação de alguma inveja geracional pelo autêntico.

  3. Paulo Jorge Vieira diz:

    pois eu gostei!
    até gosto da música apesar da encenação futebolistica e patriótica em torno dela!

  4. Renato Teixeira diz:

    Sobra alguma coisa a esta música dos Black Eyed Peas se excluíres a encenação futebolística e patriótica em torno dela?

  5. ezequiel diz:

    autêntico, onde?
    a “mediação” já transformou o autêntico numa mera construção.

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  7. Esloveno diz:

    De acordo. E é triste ver tanta gente a engolir a encenação. A música oficial do Mundial da África do Sul (de um rapper etíope, não esta dos Black Eyed Peas) é outro caso. É um anúncio à Coca-Cola disfarçado de hino ‘espontâneo’.

    Mas que isto não seja uma quezília geracional: o autêntico ainda existe!

  8. Renato Teixeira diz:

    Esloveno, seguramente que existe. Não há exclusivos no que toca ao autêntico. Nos idos tempos do Woodstock também havia muita coisa manietada pela encenação. É sobre esses anos que Debord desfaz a sociedade do espectáculo. Agora há que admitir, até para ficarmos mais preparados para a luta pelo autêntico, que nenhuma sociedade foi tão encenada como a dos dias que correm. Os meios tecnológicos ajudam à plasticidade da vida mas será que chegam para justificar tudo?

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