A primeira vitória

Parece que a mais simples das reivindicações desta petição, está garantida (*):

(*) Curiosamente, no mesmo dia em que a Sra. Ministra, vai ser ouvida na Comissão de Educação.

(**) Parece-me que seria mais correcto: Parque Escolar forçada a pedir auditoria ao Tribunal de Contas.

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4 respostas a A primeira vitória

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  2. Carlos Fernandes diz:

    Mas também, afinal, o Tribunal de Contas vale o que vale e o seu Presidente e directores são eleitos por afinidades partidárias, quando deviam ser os juizes entre eles a votar e nomear, assim, estes cargos…

    È escandaloso é que os partidos da oposição, seja à esquerda seja à direita, não peguem apropriadamente neste tema. E ainda menos o farão, pois ele não será mediatizado e parangonizado pelos media .

    A nossa sorte é que as agências de rating ainda não repararam nisto.

    Resta.nos, resignadamente, continuar a ver o nosso dinheiro, dos nossos impostos, continuar a ser distribuido por ajuste directo nas obras publicas da parque escolar e outras.

  3. Tiago Mota Saraiva diz:

    Carlos Fernandes, não concordo com nada do que comenta.
    Os partidos já pegaram no assunto (à esquerda e à direita) e a Sra. Ministra está a esta hora a ser ouvida sobre este assunto.
    O tema tem vindo a ser notícia em vários meios de comunicação social, embora nalguns apenas ouvindo a Parque Escolar e ME.
    Por último, as agências de rating o que querem é isto. Ajustes com os grandes e que se tramem os pequenos.

  4. Carlos Fernandes diz:

    T.M.Saraiva, oxalá tenha razão com este seu comentario aqui por cima, e eu esteja enganado e a acção dos partidos surta realmente efeito, a bem da Nação e sem politiquices, e não só em relação aos ajustes directos na parque escolar, mas nas obras públicas em geral.
    Quanto dinheiro o Estado não pouparia se elas fossem antes por concurso público, é a questão que eu e certamente muitos outros portugueses levantamos…

    Quanto às agências de rating, é um facto que bem ou mal elas existem, mas enquanto elas, estas ou outras que apareçam, forem aceites pelos credores e financiadores internacionais, não temos ou remédio senão gramá.las e ter cuidado com as suas apreciações…

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