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Galambíssimos posts

21 de Março de 2010 por Renato Teixeira

Sobre o Galamba, pois claro. E sobre o socialismo democrático.

Do Tiago Ribeiro e do Zé Neves.

Comentários

Comentário de António Figueira
Data: 21 de Março de 2010, 1:50

O Galamba tornou-se tão típico, tão típico, tão típico, que cansa lê-lo.

Comentário de Nuno Ramos de Almeida
Data: 21 de Março de 2010, 1:55

É pena. Como diria, pelos vistos, o Zizek: sejamos realistas, exijamos o impossível.

Comentário de Carlos Vidal
Data: 21 de Março de 2010, 2:00

Vocês já repararam que o José Lello, conhecido dirigente desportivo, é um tipo mais inteligente que o J Galamba?
(Isto é, vale mais a pena como assunto.)

Comentário de Renato Teixeira
Data: 21 de Março de 2010, 2:06

Bolas… e eu a querer falar do socialismo democrático! Depois queixem-se de que nos acusam de pessoalizar importantes discussões políticas.

Comentário de António Figueira
Data: 21 de Março de 2010, 2:07

Não há hipótese.
No século XXII, um Vasco Pulido Valente qualquer há-de querer escrever uma biografia de um deputado português do século passado e há-de forçosamente escolher o Galamba: está lá tudo, o percurso iniciático é arquitípico, e o discurso é um destilado de uma pureza incomparável.
O Galamba tornou-se, malgré lui, no caso Galamba.

Comentário de portela menos 1
Data: 21 de Março de 2010, 2:08

e se os nossos Galambas – que se deputaram sem terem sido enganados – em vez de cortarem nas prestações sociais, se esforçarem-se por fazer com que a banca pagasse IRC como manda a lei? ou que se indignassem, um bocadinho que fosse, com os salários pornográficos dos representantes do Estado nas empresas públicas ou participadas?

Comentário de Carlos Vidal
Data: 21 de Março de 2010, 2:16

Ó Renato, mas foi o socialismo democrático que inventou a expressão socialismo democrático. Por mim, por muitos, resta-me, resta-nos afirmar que se desconhece o que isso possa querer dizer. Onde é que essa gente come, dorme e se veste? Acho que só eles podem explicar ou definir o que querem, ao que vêm, quem são, etc.
Se é que eles existem (e tragicamente parece que sim).

Lembro-me de um tempo em que viviam quase todos em Macau. Pouco mais sei da coisa.
Abraço. CV

Comentário de Renato Teixeira
Data: 21 de Março de 2010, 2:32

Carlos Vidal, estamos em total e absoluto desacordo. Ninguém foi tão brilhante a baptizar o socialismo democrático como o socialismo democrático. Melhor só se fosse socialismo pequenino às bolinhas amarelas, mas acho que isso ia ser considerado demasiado “maricas” para o Manuel Alegre.

António Figueira, se não for um Vasco qualquer, e ao contrário, alguém que necessite de uma amostra, há uns quantos Galambas pequeninos e às bolinhas amarelas no partido cor-de-rosa.

portelamenos1, poder podiam… mas não seria a mesma coisa.

Comentário de Carlos Vidal
Data: 21 de Março de 2010, 3:08

Foi mais ou menos isso que eu disse: os tipos inventaram-se. Bem, inventaram-se bem (supõem eles), com efeito.

E acrescentei que a coisa tem, entre vários berços, Macau: casinos, negócios televisivos, faxes – já vem daí a mania do fax – aeroportos, olha outra vez o aeroporto, onde é que eu já vi isto?
Acho que os tipos se interessaram por tudo menos por chinesas. Por aí não. Só casinos, TVs, aeroportos, faxes. Uma vera escola.
Acho que o socialismo democrático nasceu em Macau.
É cá uma fisgada que tenho.
O J Galamba (quem??) já vem na décima primeira fornada. Muito requentado, portanto.

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