Galambíssimos posts

Sobre o Galamba, pois claro. E sobre o socialismo democrático.

Do Tiago Ribeiro e do Zé Neves.

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9 Responses to Galambíssimos posts

  1. António Figueira says:

    O Galamba tornou-se tão típico, tão típico, tão típico, que cansa lê-lo.

  2. Nuno Ramos de Almeida says:

    É pena. Como diria, pelos vistos, o Zizek: sejamos realistas, exijamos o impossível.

  3. Carlos Vidal says:

    Vocês já repararam que o José Lello, conhecido dirigente desportivo, é um tipo mais inteligente que o J Galamba?
    (Isto é, vale mais a pena como assunto.)

  4. Renato Teixeira says:

    Bolas… e eu a querer falar do socialismo democrático! Depois queixem-se de que nos acusam de pessoalizar importantes discussões políticas.

  5. António Figueira says:

    Não há hipótese.
    No século XXII, um Vasco Pulido Valente qualquer há-de querer escrever uma biografia de um deputado português do século passado e há-de forçosamente escolher o Galamba: está lá tudo, o percurso iniciático é arquitípico, e o discurso é um destilado de uma pureza incomparável.
    O Galamba tornou-se, malgré lui, no caso Galamba.

  6. portela menos 1 says:

    e se os nossos Galambas – que se deputaram sem terem sido enganados – em vez de cortarem nas prestações sociais, se esforçarem-se por fazer com que a banca pagasse IRC como manda a lei? ou que se indignassem, um bocadinho que fosse, com os salários pornográficos dos representantes do Estado nas empresas públicas ou participadas?

  7. Carlos Vidal says:

    Ó Renato, mas foi o socialismo democrático que inventou a expressão socialismo democrático. Por mim, por muitos, resta-me, resta-nos afirmar que se desconhece o que isso possa querer dizer. Onde é que essa gente come, dorme e se veste? Acho que só eles podem explicar ou definir o que querem, ao que vêm, quem são, etc.
    Se é que eles existem (e tragicamente parece que sim).

    Lembro-me de um tempo em que viviam quase todos em Macau. Pouco mais sei da coisa.
    Abraço. CV

  8. Renato Teixeira says:

    Carlos Vidal, estamos em total e absoluto desacordo. Ninguém foi tão brilhante a baptizar o socialismo democrático como o socialismo democrático. Melhor só se fosse socialismo pequenino às bolinhas amarelas, mas acho que isso ia ser considerado demasiado “maricas” para o Manuel Alegre.

    António Figueira, se não for um Vasco qualquer, e ao contrário, alguém que necessite de uma amostra, há uns quantos Galambas pequeninos e às bolinhas amarelas no partido cor-de-rosa.

    portelamenos1, poder podiam… mas não seria a mesma coisa.

  9. Carlos Vidal says:

    Foi mais ou menos isso que eu disse: os tipos inventaram-se. Bem, inventaram-se bem (supõem eles), com efeito.

    E acrescentei que a coisa tem, entre vários berços, Macau: casinos, negócios televisivos, faxes – já vem daí a mania do fax – aeroportos, olha outra vez o aeroporto, onde é que eu já vi isto?
    Acho que os tipos se interessaram por tudo menos por chinesas. Por aí não. Só casinos, TVs, aeroportos, faxes. Uma vera escola.
    Acho que o socialismo democrático nasceu em Macau.
    É cá uma fisgada que tenho.
    O J Galamba (quem??) já vem na décima primeira fornada. Muito requentado, portanto.

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