A polícia voltou a matar sem razão. MC Snake, músico português de hip-hop, foi mais uma vítima do tiro fácil das brigadas de intervenção da PSP. Parece que não parou na operação stop e que estava com problemas mecânicos. Não se encontrou até ao momento mais nenhuma ilegalidade (para quem ache que isso justifica o que quer que seja!). Se ao invés de um y10 a cair de velho, fosse isto, isto ou isto com um branco engravatado a conduzir a 300km por hora, alguém acredita que o polícia disparava?
MC Snake perdura no seu verso mas quem lembra os perseguidos na calada do silêncio? Quem os canta para além do povo do gueto?




Nessas perseguições, se uma viatura da policia se despistar e um agente morrer, achas bem uma acusação de homicidio por negligencia para o fugitivo?
Tendo noção que não existe pena de morte em Portugal, mesmo assim, acho que a ordem nestes casos (fugir de uma operação stop,não por engano, pq sabiam que era a policia que os perseguia) devia ser para abrir fogo.
Já agora, essa do “tiro facil” só pode ser para rir ou falta de informação, farás ideia da carga de trabalhos em que o agente se meteu? claro que não se compara com o drama da familia do falecido, mas daí ao tiro facil…
Que isto não seja visto como um apoio á opressão policial, mas cada um tem o seu papel a desempenhar . Quando se vai a uma manif, é para defender o ponto de vista até ás ultimas consequencias, agora chegar lá e vir embora pq “ai jesus a policia bateu-me”, fica em casa.
Assim estão estes “duros”, rap, rebeldia, fuga á bofia, levou um balázio nos cornos,”ai jesus que o mataram”.
Foi uma baixa de guerra? sem duvida, mas isso é mais um motivo para não fazerem dele uma vitima ou um coitadinho.
Acho que o polícia deve ser julgado por homicídio qualificado. Disparar para os pneus não é acertar para o condutor. Sabe que ao disparar na direcção que disparou pode matar.
Se o carro da polícia se despistar numa perseguição é falta de competência. O fugitivo não tem, evidentemente, qualquer responsabilidade, nem sequer negligencia. Fazia o que lhe competia: fugia.
Acha que a competência da polícia é matar presumíveis inocentes?
Não está sequer provado que o Nuno Rodrigues tivesse desobedecido a uma operação STOP. Não tinha nenhuma razão para isso, guiava o seu carro, um velho Y10. E mesmo que fosse um criminoso a fugir de carro, que não é o caso, tinha direito a um julgamento. O crime de fugir à polícia não tem como castigo a pena de morte.
Pelos vistos, o único crime que cometeu era ser negro e viver num bairro social.
Renato
“Se o carro da polícia se despistar numa perseguição é falta de competência.”
Pensava que apesar das patacoadas estávamos a conversar.
Nuno, isso é como dizer que não está provado que o bofia atirou a matar.
Vamos fazer umas pericias á arma, ao vento , á humidade relativa no momento do disparo, do eixo de rotação da Terra, estás a ver?
O “assassino”sabia que ele era negro e vivia num bairro social? e tu sabes que ele sabia!
Helder, deixe-se de merdas e responda à pergunta se quer conversar com seriedade: “Se ao invés de um y10 a cair de velho, fosse isto, isto ou isto com um branco engravatado a conduzir a 300km por hora, alguém acredita que o polícia disparava?”
Isto é inacreditável!
Então a culpa do gajo ter um Y10 a cair de podre e de, por causa disso, fugir a uma operação STOP ainda é do polícia?
Não é da competência de cada um manter e tratar dos seus veículos de forma a que eles circulem em segurança para eles próprios e para os outros? Então e se o veículo tivesse falhado contra uma paragem de autocarro cheia de gente? Também era coitadinho por não ter dinheiro para um carro decente?
Sinceramente esta mania pós-modernista de relativizar tudo já cansa. Enquanto tratarmos pessoas adultas como crianças que só têm direitos e não têm deveres não vamos conseguir ter uma sociedade equilibrada.
Bottom-line: Seja branco ou preto, seja rico ou pobre, todos têm que manter os seus veículos em condições de segurança e obedecer à autoridade do estado quando para isso forem solicitados.
Ao que parece a operação stop estava montada junto da doca de sto amaro, não tendo o condutor obedecido à ordem para parar. A perseguição prosseguiu então pela cidade, tendo o disparo ocorrido já na radial de benfica… Grande avaria mecânica essa!
Bah!
«O crime de fugir à polícia não tem como castigo a pena de morte.
Pelos vistos, o único crime que cometeu era ser negro e viver num bairro social.»
Nuno Ramos de Almeida,
Esta sua assertividade não revela mais do que preconceito em relação à polícia. Exactamente no mesma lógica do preconceito de que a acusa.
É claro que estas coisas são sempre lamentáveis mas a forma como você comenta em nada ajuda.
Talvez se você tivesse a vivência de mais de 20 anos, como eu tenho, com uma arma na mão e conhecesse a polícia e o esforço que tem sido feito para melhorar a formação policial, que conheço muito bem, não dizia tanto disparate em tão poucas linhas.
Você nunca mataria ninguém no exercício da sua profissão, mas a de polícia, além de difícil, é miseravelmente mal paga sobretudo para os operacionais, com muitos meios obsoletos e trabalhando em ambientes de stress em que a vida dos cidadãos está sempre em risco neste tipo de ocorrências, e a vida dos polícias, não se esqueça disso, porque ainda esta semana assassinaram, usando a sua expressão, um militar da GNR.
Se bem que este meu argumento nunca deve, sobretudo não pretende, justificar uma morte.
E sabe porquê? Porque você não precisa de usar uma arma para exercer a sua profissão. Se bem que as canetas de alguns jornalistas são bem mais assassinas quando se dizem certos disparates.
Deixe ainda observar na polícia existem muitos profissionais negros e a viver em bairros sociais, alguns mesmos a viver durante mais de dez anos fora do ambiente familiar por não conseguirem transferência para as localidades próximas da família e que vivem em miseráveis quartos alugados que repartem com colegas.
Não seja, portanto, parvo nos seus argumentos, que você disto não passa de um ignorante preconceituoso.
…
Um ou outro substantivo menos próprio serve apenas para dar força ao que lhe estou a dizer e não pretendem de nenhuma forma serem ofensivos. Se estivesse a falar consigo pessoalmente, olhos nos olhos, não precisaria de os usar.
O assunto é bastante complexo. Por um lado, a polícia tem de poder parar quem foge a uma operação stop – se assim não fosse, nem valia a pena fazê-las. Por outro lado, claro está que a quantidade de vezes que estas merdas acontecem só nos leva a pensar que ou a PSP tem cowboys a mais nas ruas ou treinos de tiro a menos. E claro que a “pinta” das vítimas tem tudo a ver com estas ocorrências; negá-lo é ser anjinho.
Essa do “povo do gueto” é profunda…
«Por um lado, a polícia tem de poder parar quem foge a uma operação stop – se assim não fosse, nem valia a pena fazê-las.»
Não, necessariamente, a tiro, Luís Rainha. E não me estou a contrariar no comentário que fiz ao Nuno Ramos de Almeida.
E estas «merdas» acontecem de facto vezes de mais. Mas também já aconteceram mais. E vão continuar a acontecer.
Não devem é ser argumentadas com base no preconceito de os cidadãos negros serem todos vistos como bandidos a abater. E aqui o Luís Raínha também não escapa um pouco à demagogia.
E este «assunto é bastante complexo». Pode crer… Não é tão simples como escrever banalidades num post.
“Se o carro da polícia se despistar numa perseguição é falta de competência. O fugitivo não tem, evidentemente, qualquer responsabilidade, nem sequer negligencia. Fazia o que lhe competia: fugia. ”
Mas entendi bem? Foi consagrado o direito á fuga e os policias alem de terem a obrigação de serem pilotos de F1 não podem amuar por não lhes serem aceites as “sugestões” de paragem.
Foi por estas e por outras que, nessa segunda metrópole dos portugueses que é a nossa bonita Paris, se realizou essa monumental obra de arte que foi transformar em brasas a cultura material (viaturas, lojas, agências…) das classes sociais que a bófia defende.
Atenas seguiu-lhe os passos. E Lisboa?
Renato,
erro seu logo no início do post. A polícia quando mata nunca , ou raramente, é por engano. Neste caso concreto aviou mais um “preto” que canta a opressão dos seus semelhantes e o abuso e repressão da autoridade policial.
João José Fernandes,
a polícia so existe para defender os poderosos e os seus interesses instalados. E fá-lo de forma violenta e repressiva, condição essencial para se impôr um sistema como o que vivemos.
Não conheço nenhum agente da autoridade que tenha sido obrigado e entrar para uma força policial. Fazem-no por opção.
E se alguns acreditam que a sua profissão é defender as pessoas na sua generalidade certamente que , ao fim de pouco tempo, percebem que são simplesmente o braço armado do poder explorador. Não tenho respeito nenhum por gente dessa espécie.
Um exemplo: conheci um agente policial, falecido há sensivelmente 4 anos, em serviço, que me contava algumas peripécias do seu tempo de academia. A que mais me impressionou foi o treino de contenção de manifs. Ora não é que o exemplo sempre usado eram os anarquistas, sendo estes apelidados de perigosos bandidos?…e são-no, de facto, dos poderosos e dos exploradores.
Mas não tenha medo de reacções a mais um assassinato…este é um país de “brandos costumes”…ai Grécia, Grécia, tão longe estás!!
João José,
Claro que não “necessariamente” à bala. Mas presumo que as condições em que se pode (ou deve) sacar da arma para parar um fugitivo motorizado estejam convenientemente definidas. Quanto ao “profiling” racial, repito: só um anjinho acreditará na sua inexistência.
Epá e eu que ainda nem tinha lido a notícia…
Então o jovem sai das docas às 5 da manhã mete-se no seu Y10 a cair de podre, passa por uma operação STOP, onde não conseguiu parar por causa de uma avaria mecânica que mesmo assim lhe permite andar à frente de um carro da polícia em perseguição durante 10 km’s, e ninguém o ajuda?
Se fosse um branco num porshe isto não era assim…´
Ridículo!
Lembro-me que na triste cidade em que cresci, os betinhos que à noite armavam confusao fugiam da bófia de mota a fazer piretes e, quando eram apanhados, chegavam à esquadra, diziam o nome dos papás e passada meia hora lá voltavam outra vez para a boa companhia dos amiguinhos…
Os tiros, a bófia sabe sempre guardar para as classes que a burguesia (para quem afincadamente trabalha) odeia.
Os tiros da bófia traduzem o ódio que a burguesia e os seus média manifestam por aqueles que trata como ‘excluídos’.
Que me corrijam se disse alguma mentira…
«Mas presumo que as condições em que se pode (ou deve) sacar da arma para parar um fugitivo motorizado estejam convenientemente definidas.»
Claro que estão, que acha? Não faria nenhum sentido se assim não fosse. E isso quer dizer o quê? Que, por existirem, acabam os problemas?!
O que me recuso, Luís Rainha, é discutir estas ocorrências com base no preconceito.
Ou será que um cirurgião quando lhe morre um doente de raça negra é racista? E olhe que para operar tem que estudar muitos e muitos anos.
Mas fico por aqui nesta discussão. É chover no molhado. Já bastam vinte e tal anos com a farda vestida e em funções de grande responsabilidade. Não dá para ler certos comentários sem me incomodar (e esta parte não é consigo…).
Esta discussão é e será sempre assim. Para certos “ideólogos” os polícias serão sempre uns filhos da mãe.
Fique bem. Tenho mais que fazer.
Não discuto isto “com base no preconceito”; apenas afirmo que ele existe e pode ter um papel decisivo em alguns casos. Os polícias não são na sua generalidade filhos da mãe, mas são apenas seres humanos, vulneráveis a emoções e a… preconceitos, claro.
Na opinião do JP, do R, João José Fernandes Simões e do EMS, quem tenta escapar a uma operação stop deve ser fuzilado. Estamos conversados. Espero que nunca me apanhem a deitar a beata para o chão nem a atravessar a estrada fora da passadeira. O meu filho, de dois anos, já comete perjúrio, espero que nunca vos conheça. Bando de fascistas encapotados. Que os vossos filhos nunca pisem o risco nem mijem fora do penico. O vosso polícia modelar não os vai deixar chegar a casa.
Assim se vê a cambada de gente que para aí anda cheia de vontade de voltar a instituir a pena de morte. Assim se vê. Se não acreditam na regeneração de um culpado, pergunto se não vos tira o sono os inocentes?
O raciocinio é este:
Quem não pára numa paragem stop ? Mata-se(se for pobre e com aspecto de que vive num bairro social) !
Quem rouba os bancos como os meninos do BPP e do BPN? Dá-se dinheiro!
A justiça é cega? Claro que não…
Subcarvalho, tem razão no seu reparo. Nunca há razões para atirar a matar. Não é para isso que pagamos os salários à polícia.
Luís Rainha, evidentemente que a generalidade dos polícias são pessoas como os outros, mas justifica isso alguma coisa? E os que não são pessoas como os outros e ainda assim andam com coldre, pistola e algemas? Não sei se seria o caso deste, mas que atirou a matar, atirou. Os pneus são um metro e meio abaixo.
Quanto à dramática evidência de que outro carro e outra cor no condutor dariam um resultado diferente nada como ler o comentário do Aníbal. Diz tudo.
João José Fernandes,
se o incomoda certos comentários e nem sequer os rebate é porque não tem argumentação para isso.
Mas até se percebe, facto que me permite dar-lhe um desconto, pelo facto de ter vestido uma farda de polícia durante tantos anos…tantos anos a defender a opressão e a repressão dos poderosos!
«Na opinião… do João José Fernandes Simões… quem tenta escapar a uma operação stop deve ser fuzilado»
Você sabe ler? Onde é que eu defendi ou escrevi isso?
Não é possível ter uma discussão séria com pessoas deste tipo!
Ainda mais esta agora, que parvoíce, francamente.
João José Fernandes Simões, o que acha que deve acontecer ao polícia? Fale claro e não será mal interpretado.
Para o sr. João José Fernandes, o agente ainda deveria reber uma indeminização do seguro…isto é bem capaz de ser um acidente de trabalho!!!
“Acho que o polícia deve ser julgado por homicídio qualificado.”
Homicídio qualificado é quando se trata de um homicídio premeditado. Será que o Renato andou a beber? Desculpe lá mas esta é tão disparatada que até parece do Daniel Oliveira.
Realmente o disparate que para aqui vai…
Gosto especialmente dos comentários do subcarvalho (vou usar de todo o meu preconceito), certamente intelectual de bairro alto onde passa horas a falar de anarquismo, situacionismo e outros tantos ismos – enquanto traga um whisky e fuma cigarrilha – mas que quando lhe roubam o carro lá vai à esquadra apresentar queixa…
é tão simples tomar o todo pelas partes, não é?
Renato, não é caso para andar aí feito histérico a chamar fascistas fuziladores aos outros.
Se o Renato acredita que não devem haver leis e muito menos policias para impô-las, então tenho-lhe muito respeito e a conversa acaba aqui.
Caso contrario terá que aceitar que a polícia tenha meios de coerção ou chegaremos ao limite absurdo de termos uma polícia que só serve para incomodar os otários que lhe obedecem.
Terá havido excesso de força? Talvez. Não sei lá muito bem como se para um automobilista que insiste em fugir numa perseguição policial. De certeza que não será com um sorriso e palavras amáveis.
Um branco engravatado num BMW teria tido o mesmo tratamento? Honestamente acredito que sim.
The Studio… de facto andei a beber uns copos depois do texto do DO… mas ainda assim é o que acho. Quem atira a matar premedita que corre o risco de matar. Nem mais, nem menos. Mais um caneco. Hic.
EMS, isto aqui é assim. Quem justifica que a polícia atire a matar numa operação stop, para mim é um fuzilador fascista.
Acredita que um BMW a bombar levava chumbo? Para além de fuzilador fascista, é inocente. Tá certo. Torna-o mais amigável. Vá comer um caldo verde às docas entre terça e sábado. Depois diga-me quantos BMW levaram tiro.
Desculpe-me Renato, isso dos caldos-verdes-nas-docas-entre-terça-e-sabado é a betaria não é? Diga-me uma coisa Renato, os gajos do caldo verde costumam fugir á policia? Pergunto-lhe isso porque sou de facto inocente.
Como sabe que um branco a 300km/h não era baleado?Não me diga que já se viu em tal situação?A elevação do debate aqui lembra uma daquelas reunioes nos grelhados onde costumava aparecer…
João Mendes, porque tal acontece todos os dias e não há noticias de brancos a 300 km-h a serem fuzilados por operações stop. Brancos a essa velocidade, só Ministros ou chefes da polícia e normalmente estampam-se na Avenida da Liberdade.
Caro V.Branco,
deduzo, pelas suas palavras fantasiosas, que o seu V. deverá ser de vinho!!
Pessoalmente, prefiro tinto, whisky só se for irlandês, substituo a cigarrilha por um bom charro de erva e estou muito longe do bairro alto…
Por razões profissionais passo horas a falar, precisamente, de vinho…da fermentação malo-láctica, da possibilidade de contaminações por ocratoxinaA, descansem que os vinhos do douro e porto estão em perfeitas condições, da relação natural entre a idade de um vinho e a sua concentração em hirdoximetilfurfural…de vez em quando faço umas provas quando aparecem vinhos do porto com idade superior a 40 anos!
Relativamente ao meu carro, confesso que quando o conduzo tenho sempre medo de levar com um balázio dos assassínos a soldo do poder porque a minha carripana tem já 26 anitos…mesmo com aspecto de bandido…valha-nos que sou branco, louro e de olhos azuis!
Meu ilustre vinho branco, deixe de beber vinho a martelo, eu posso sempre arranjar-lhe alguma coisa de qualidade superior, para ver se consegue arranjar matéria argumentativa para falar, e agora sim, de forma intelectualmente honesta. Já me bastam os imbecis que todos os dias me entram pela porta das traseiras adentro e que, à falta de argumentação, colocam o stevan segal a cozinhar de avental!
Esteriótipos e preconceitos há-os para todos os gostos e feitios. Eu limitei-me a apresentar um acerca da elite burguesa pseudo-anarca.
Devo dizer que a exposição acerca do objecto da sua profissão me esmagou… vê-se que tem uma licenciatura, os meus parabéns; não se esqueça é que hoje em dia qualquer cretino (não que você o seja) tem diploma.
Matéria argumentativa.. essa é boa vinda de quem ainda não parou de utilizar o argumento barato que os polícias são todos assassinos a soldo do poder; em nada se distingue dos que estão do outro lado da barricada que consideram automaticamente os hiphoppers de bairro social como bandidos.
E parabéns por ser tão requintado nos seus vícios… whisky só irlandês, charros só de erva e vinho do porto só com 40 anos.
Eu cá gosto mais de Gin (whisky nem pensar), charros já os deixei de vez e Porto prefiro branco.
V.Branco,
mais uma vez ao lado. Não tenho nenhuma licenciatura, tenho simplesmente um curso técnico.
E só expus o objecto de profissão, para lhe dizer do que falo durante horas!
Relativamente aos argumentos, tenham ao não algum valor para si, coloquei os meus sem ter visto o mesmo da sua parte. De si, só li espasmos preconceituosos!…Eu era assim quando discutia com os meus colegas na escola primária!!
Só me resta dar-lhe alguns conselhos: deixe lá o gin que isso é bebida cheia de aditivos, volte a fumar uns charros para ver se espevita outra vez o cérebro e veja lá se deixa de beber porto branco que isso só existe para dar vasão às uvas brancas a preços mais elevados do que quando usadas para vinho de mesa!
Se é feito para escoar as uvas brancas não sei, mas a verdade é que fresquinho vai que é uma maravilha. Aliás com água tónica constitui uma excelente alternativa ao Gin tónico. Quanto aos charros deixei de sentir prazer em fumar pelo que agora o faço apenas em ocasiões ditas especiais. Por outro lado aprendi a apreciar a sobriedade.
Se não precebeu que fui preconceituoso propositadamente então não posso fazer nada. Não gosto é de ver, neste caso ler, dispararem-se argumentos que são, a meu ver e tendo em conta alguns casos que conheço, verdadeiramente injustos (assim como as minhas suposições a seu respeito o foram – ainda que propositadamente).
Com isto saio de cena. Cumprimentos.
E com isto me retiro
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