“J’aime mieux avoir tort avec Sartre que raison avec Aron“. Certo, nem Marcelo Rebelo de Sousa é Raymond Aron nem, muito menos (muito muito menos), José Sócrates é Jean-Paul Sartre. Mas pelo lado de Marcelo a imagem colhe, e é impossível negar que Marcelo fala sobremaneira verdade quando hoje diz: “Sócrates mente tanto que às vezes se esquece que está a mentir”. Pintem-na das cores que quiserem, de esquerda, para ganhar votos, ao lado da direita, para fazer passar o orçamento: a situação actual é eticamente insustentável, e quanto mais depressa mudar, melhor para todos. Desde há pelo menos dois anos que isto devia ser claro.




Desde há pelo menos 5 anos?
E não é que a personagem tomou posse, primeiro governo, num obscuro 12 de Março? (Isto faz 5 anos 5 não é verdade?)
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