A força da candidatura do Rangel afinal vem de Coimbra. De onde mais? A AAC continua a garantir que o país terá sempre líderes com futuro. Já o país ter futuro é outra conversa completamente diferente.
Ontem contra as propinas… hoje com Rangel.
A força da candidatura do Rangel afinal vem de Coimbra. De onde mais? A AAC continua a garantir que o país terá sempre líderes com futuro. Já o país ter futuro é outra conversa completamente diferente.
Ontem contra as propinas… hoje com Rangel.
Renato Teixeira, se calhar o Rangel firmou um pacto secreto com a cúpula da ACC, garantindo a abolição das propinas em troca do apoio à sua candidatura a presidente do PSD e, acto contínuo, prime minister do governo da república.
É a grande esperança para milhares de estudantes, esta vanguarda rangeliana: aguardam-se revoluções.
Seria um enterismo bonito, mas se o Durão Barroso não conseguiu não vão ser estes meninos a conseguir. “Vanguarda rangeliana” gostei do resumo.
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Há lá mais de onde tiraste esse! Mas é foleiro pensar em enterismo com esta gente. Básicos.
É o chamado «entrismo super-sui generis». Eu estive na manif e vim de lá com esta impressão de milhares de durões barrosos de capa negra (que não eram, felizmente, o todo das massas estudantis) prontos a infiltrar as estruturas do grémio social democrata…Deve ter sido um ar que me deu.
Noto, com desgosto, que a maioria dos comentaristas, que aliás mal sabe escrever (parece que está a “teclar” no telemóvel: não será isto a “geração rasca”, que sabe mostrar melhor o cu do que o pensamento?), despreza o único partido decente da nossa praça: o PSD.
O PSD, apesar de ser do género “roubo mas faço” (e genericamente tem a decência de o admitir), é um partido como qualquer outro: quer dar tachos aos caciques de turno. Aquilo que o superioriza aos demais (além da referida decência) é que não mente num aspecto muito importante: não promete que vai mudar o mundo nem torná-lo mais justo, como prometem todos os outros, sem que estes façam a mais pequena ideia de como se poderá fazê-lo- as soluções milagrosas que propõem foram concebidas para o mundo dos nossos tetra-avós!
(ps: O semeador de favas vem em má altura: as favas era para já estarem semeadas há muito tempo; as minhas até já têm flor…)
Boa Fé, como será que se diz “fava com molho de manteiga e uma pedra de sal” em basco? San Tana?
Não, é Cava Cu.
Caríssimo único partido decente da nossa praça da Boa fé, não é preciso ser um leitor diligente do almanaque Borda D`Água -que sou- para saber que é indispensável semear as nossas favas todos os dias, até mesmo fora de época, para que a transformação do mundo seja mais do que uma simples promessa deste o daquele partido.
P.S: Como grande hermeneuta que é desejo-lhe um bom trabalho na sua investigação/detecção de receitas bascas ocultas nos nomes das principais figuras do Partido Social Decente. Eu também gosto muito da gastronomia euskadi.
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Que giro, que giro… Que coisa linda! O Renatinho Teixeira cujos pais têm um Porsche, que é do BE, que foi dirigente associativo e fez tudo isto ao mesmo tempo. É giro ver esta esquerda revolucionária falar e criticar os outros, não se percebe…
Já pensaste que o Serrote já saiu do cargo que ocupou. Tu serviste o Bloco, enquanto eras dirigente associativo.
Muito coerente camarada…
Ah e é giro ver que o título é “as voltas que a vida dá”… Pois é, o Renatinho, que acabou o curso a conta das influencias que conseguiu enquanto era dirigente. AHH!Interessante.
E pensar que este Renato, com um Porsche em casa, chamar capitalista a tudo o que mexe. lol
ai, ai. As voltas que a vida dá…
Como elemento da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra, sinto ser necessário repôr a verdade. O Jorge Serrote é ex-dirigente (ex-presidente) da DG/AAC. Enquanto presidente nunca se envolveu na política partidária nem o poderia fazer. A AAC é dos estudantes e não andou, não anda nem nunca andará atrás dos partidos políticos ou dos seus elementos.
A fava só é boa tenrinha, semeada e colhida na altura certa. Depois endurece, passa a saber a mal e a dar enjôos e náuseas a quem a come.
O Louçã e o Jerónimo, por exemplo, são 2 variedades de fava que foram semeadas fora de época e já deviam ter sido colhidas há várias temporadas. Agora quem as come fica com vómitos tenebrosos e prolongadas diarreias.
A melhor variedade nacional é sem dúvida aquela que por estas alturas se pode colher em grande abundância por Mafra…
grande hermeneuta alentejano (ao som de GAS)
Zé Manel, vejo que pela grande diversidade dos seus dois comentários gosta de escrever a palavra Porsche repetidamente. Talvez isso o faça um dia sentar o rabo numa dessas máquinas (brutais… nem imagina). Diz que os meus pais têm um mas deixe que acrescente: Um avião a jacto; dois Mercedes (topo de gama, claro); um iate; uma ilha em Santos e outra nas Caraíbas para ir ver as catástrofes; uma casa em cada freguesia do país e outra por cada país da Europa e claro, um metro quadrado na lua. Repita lá tudo agora, pode ser que a crítica que faz, ganhe sentido.
Quanto a servir partidos nunca enganei ninguém nem nunca me servi da AAC para fazer crescer a minha rede de caciques.
Isso do acabar o curso à conta de influências é uma acusação disparatada que ou concretiza ou passa por um provocador imbecil.
Nota final: vocês, os novos-ricos de pais contra-revolucionários, nunca perceberão como é que alguém que teria privilégio de classe para ser vosso patrão opte por virar o bico ao prego. Sinceramente, quando me deparo com nulidades como sua excelência, dá-me uma ligeira sensação de arrependimento. Que belo patrão eu seria nesse caso… Ganharia o prémio europeu de produtividade.
Eduardo Barroco de Melo, o Serrote já saiu? Só um mandato e já vai dar o salto? É sua excelência agora o presidente? Deixe-me adivinhar… também não se mete em política?
Veja lá se entende: o problema não é que este ou aquele dirigente associativo tenha vida partidária. O problema é dizer A como dirigente partidário e fazer B como deputado da Assembleia da República. Tá certo… Serrote ainda não é. Lá chegará. Por hora, outros lhe abrem o caminho.
Qual é o seu candidato? Posicionou-se bem para a vitória?
E a DG-AAC? Como vai? Continua ordeira e caladinha a desonrar os seus mais de cem anos de história?
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Como é que alguém com o nome ‘Eduardo Barroco de Melo’ pode estar acordado às 4:34 da madrugada?
Ah ganda maluco!!
Ora Boa Fé… que baixas expectativas. Acha mesmo que alguém chamado Eduardo Barroso de Melo faria tamanha desfeita às leis e regras impostas pelos seus papás? As horas aqui nos comentários funcionam mal. Ele portou-se bem. Que falta de fé nas pessoas, Boa Fé…
Renato Teixeira, devo dizer que tenho pena de não ter visto a sua resposta antes, espero que ainda vá a tempo de ter a sua atenção relativamente a este post. Vejo com tristeza que, por ter defendido o bom nome da AAC como instituição, sou atacado sem motivo ou com argumentos tão idiotas como o meu nome. É Eduardo Barroco de Melo como poderia ser José Silva ou mesmo Renato Teixeira. Se preferir, pode-me chamar simplesmente Eduardo, não é por aí que me chateio.
Não compreendo também qual o sentido de me acusar de ser “menino dos papás” quando nem sequer me conhece. Pelo que já vi acima, não sei se correspondendo à verdade ou não mas parece que sim, não sou eu que, nesta discussão, levo esse título. E para que não restem dúvidas quanto às horas dos comentários, são neste momento 05h10 (oh! Horror! O que diriam os meus pais se soubessem?)
Quanto às perguntas que me fez, não, não sou presidente. E não tenho vida partidária. Posso dizer, sem qualquer problema, que sou filiado numa juventude partidária (para sua desilusão não é a JSD) apenas por uma questão de identificação ideológica. Nunca me envolvi activamente na mesma e, ao contrário do que diz, ter vida partidária é um problema. É um problema porque não podemos representar uma instituição de cariz político mas apartidária e, ao mesmo tempo, sofrer a pressão interna de um partido para servir os seus interesses.
Quanto a dizer A como dirigente e B como deputado, não percebo porque referiu isso dado que nem o Jorge Serrote é deputado nem disse, na sua mensagem de apoio, nada em contrário ao que foi afirmando como presidente da AAC. E a sua militância era pública. (De referir que não tenho especial ligação ao mandato do Serrote, não vá acusar-me de estar a defender os “meus”. Aliás, fiz parte de uma lista concorrente.)
O meu candidato já ganhou as eleições que tinha. Chama-se Miguel Portugal e é o actual presidente da DG/AAC. E posicionei-me perante o que acreditava e não perante a possibilidade de a vitória ser mais forte ou mais fraca.
A DG/AAC encontra-se a trabalhar em prol dos estudantes e sócios seccionistas, como seria de esperar. Não estamos caladinhos nem ordeirinhos, pelo contrário. Estamos a fazer uma campanha informativa de grande dimensão acerca de temas de política educativa, pois só estudantes informados estarão interessados em mobilizar-se.
Eduardo Barroso de Melo, a discussão não era sobre o seu nome ou sobre as suas horas de sono. Isso era evidentemente uma paródia ao vazio do seu discurso. Confirma-se de novo que se justificava.
Quando diz: “E não tenho vida partidária. Posso dizer, sem qualquer problema, que sou filiado numa juventude partidária (para sua desilusão não é a JSD) apenas por uma questão de identificação ideológica.”
ou: “A DG/AAC encontra-se a trabalhar em prol dos estudantes e sócios seccionistas, como seria de esperar. Não estamos caladinhos nem ordeirinhos, pelo contrário. Estamos a fazer uma campanha informativa de grande dimensão acerca de temas de política educativa, pois só estudantes informados estarão interessados em mobilizar-se.”
Está à espera de quê senão um condescendeste desdenho e um não menos tolerante sentido de humor? Quer mesmo falar de política? Falemos. Para lugares comuns e frases feitas de cacique já dei.
Em primeiro lugar, se quer tratar-me por mais que o primeiro nome, é Barroco, não Barroso. Em segundo, gostaria que me explicasse porque razão foi o meu discurso vazio. E obviamente que eu percebi que era uma paródia, o que não é entendo é a que se deve. Mas estou a ver que sofre do mal da extrema-esquerda pseudo-intelectual: utilizar o gozo e o sarcasmo (bem diferente da ironia, essa sim uma boa arma na argumentação) como se fosse superior a todos os outros que o rodeiam. E assim esquece-se da necessidade de argumentar, utiliza apenas expressões como “ah, isso que diz não faz sentido, nem vale a pena falar”.
Mas dado que me quer pôr nesse patamar, gostaria que a sua mente iluminada me explicasse o que é que disse de errado. Parece-me que não percebe que as pessoas podem identificar-se ideologicamente com um partido/juventude sem se envolver na sua vida; e também não parece perceber que não andar ordeiro e caladinho não é só fazer manifestações, mas sim fazer o trabalho de casa e começar por informar as pessoas, fazê-las perceber quais as razões que têm para se indignarem antes de as convocar para acções que, manifestamente, não compreendem.
Também não me agradam lugares comuns. Mas até agora não li, nos seus comentários, nada que tivesse conteúdo, nem sequer uma frase feita, que mal ou bem há de ter algum significado.
Mais uma vez repito que a minha intenção ao comentar este post foi apenas ressalvar que a AAC não está com Paulo Rangel nem com qualquer outro candidato em qualquer estrutura partidária. Tenho pena que o facto de ter dito pertencer à DG/AAC se tenha sobreposto ao que era importante: repôr a verdade.