o que dizem Biden e Mitchell para a imprensa, fazem-no na qualidade de agentes de contra-informação
algo de importante para agravar a situação dos palestinianos oprimidos está para acontecer. Foi sempre assim na sequência das reuniões importantes entre os big-boss do clero religioso sionista e os fornecedores de armas e dinheiro imperiais
É desde que me lembre a primeira que vejo a expressão “disposta a impedi-la” ser usa pela administração dos EUA , referindo-se a Israel.. Mais um bocadinho e começam a chamar anti-semita ao Obama.
Ainda bem que publicou Carlos, só não o fiz porque não posso…
Correcto, xatoo.
Por isso é que eu tive o cuidado de escrever “alguém parece ter acordado”.
Eles “parecem”, “parecem”; mas, seja como for, terá de vir o dia em que o crime “Israel” não lhes vai dar muitas hipóteses.
Já Said dizia que o pé e a bota que pontapeiam também se hão-de cansar.
A esperança está na luta e na resistência do povo palestino, mas, sem ilusões, não podemos deixar de acirrar as contradições no campo capitalista-imperialista.
E atenção que o Obama não tarda leva um tiro; a Mossad não perdoa…
Manuel Monteiro
Objectivamente para realistas-carlistas, ” alguem e parece” é nome de artista, se fosse “alguem e aparece” seria de prosélito.
Os sionistas de além mediterraneo oriental a insultar os da capital do império, é tão fofo… e bué da democrático.
O que é que o carlos tem contra o fascismo para além do preconceito? Dilucide. Não gosta da tocha da caverna do platoon nem da luz na pintura? Pugna pelo socialismo democrático?
Quem se mete com o ps, leva.
Ora vamos lá ver o ‘fascismo puro e duro’ de Israel: democracia parlamentar multi-partidária (até comunistas!), instituições estáveis, Justiça a punir políticos, sociedade civil forte, igualdade, liberdade, imprensa plural e fiscalizadora, academias de referência, segurança social…. Ó Vidal, não confere, pá!
Sim, Esloveno, tudo isso existe… só pra judeus,
não é verdade?
Sabe, na África do Sul também houve um tempo bom e democrático.
Lembra-se?
(Coisas passadas, coisas do passado.)
A entidade nazi-sionista é a ditadura mais abjecta do Médio Oriente, onde só votam 40% dos residentes de jure, os que pertecem a uma certa religião (o “povo eleito”), onde há 12.000 presos políticos, a maioria sem julgamento (em Cuba só há 200), onde as execuções sumárias de oposicionistas ao apartheid são às centenas, dentro e fotra do país. “Democracias” destas, livra.
Mas que seria de esperar de ladrões de terras racistas ?
“votam” o quê e onde? e com que finalidade?
votam os eleitores aptos de entre uma população de imigrantes caçados por todas as partes do mundo ao abrigo da famosa “lei da da naturalidade judaica” Quem se afirme judeu, russo, etíope ou argentino, etc… tem direito à nacionalidade e a um subsidio de instalação em Israel
Pouco antes do fim do mandato britânico eram 600 mil os judeus na Palestina, hoje ultrapassam os 5 milhões – é este o problema de facto que tem agravado o conflito desde sempre.
A solução só pode ser o repatriamento dos estrangeiros vindos ilegalmente para uma das zonas mais sobrepovoadas e sem recursos do planeta e a resolução do conflito pela criação de 1 Estado único multiétnico e de Jerusalem como cidade livre internacional património universal da Unesco em memória do holocauto palestiniano
Carlos,
Isso não é verdade. Os árabes israelitas (20% do eleitorado) também podem votar. O Hadash e a Ra’am são, inclusivamente, partidos maioritariamente árabes, representados no Knesset.
LR,
Um cidadão de segunda que vota é igual a um cidadão que não vota.
“Estado dos judeus”, tudo começa aqui: “estado judaico” e não (nunca) “estado dos cidadãos”. E isto não vale mesmo a pena repetir.
Insultos do dominador mini-me sionista ao escravo yankee são legião…Aquilo é uma relação sado-masoquista. Então não se lembram do ataque israelita ao barco Liberty em 1967 em plena guerra dos seis dias ?
O barco americano espião estava a acompanhar as transmissões dos beligerantes perto do Sinai. Nesse momento, 1000 prisioneiros egípcios estavam a ser executados sumariamente em El Arish (Ben Eliezer, depois ministro trabalhista, era um dos implicados).
Temendo testemunhas incómodas, foi ordenado o ataque naval e aéreo ao Liberty. Durou três horas e morreram 37 americanos. Foi o único ataque naval sofrido pelos americanos em toda a sua história que nunca foi investigado… O lóbi pencudo americano é ainda mais poderoso que a arma nuclear sionista…
Caríssimo Vidal, correctíssimo!!
Sem dúvida, coisa abominável essa do Estado Judaico. Salve-se (salvo seja) que é apenas o Estado, não que seja um porém por que Estado não é coisa pouca…imagine-se se fora a República, tudo o que é a República…bem sei, e não poupando a indignação, o que diria, meu caro Vidal.
Mas a verdade, caríssimo, é que há quem assim se veja e se qualifique com soberba e ignominia. Que dizer destes outros!?
Será apenas semântica de idolatria!?
o que dizem Biden e Mitchell para a imprensa, fazem-no na qualidade de agentes de contra-informação
algo de importante para agravar a situação dos palestinianos oprimidos está para acontecer. Foi sempre assim na sequência das reuniões importantes entre os big-boss do clero religioso sionista e os fornecedores de armas e dinheiro imperiais
É desde que me lembre a primeira que vejo a expressão “disposta a impedi-la” ser usa pela administração dos EUA , referindo-se a Israel.. Mais um bocadinho e começam a chamar anti-semita ao Obama.
Ainda bem que publicou Carlos, só não o fiz porque não posso…
Correcto, xatoo.
Por isso é que eu tive o cuidado de escrever “alguém parece ter acordado”.
Eles “parecem”, “parecem”; mas, seja como for, terá de vir o dia em que o crime “Israel” não lhes vai dar muitas hipóteses.
Já Said dizia que o pé e a bota que pontapeiam também se hão-de cansar.
A esperança está na luta e na resistência do povo palestino, mas, sem ilusões, não podemos deixar de acirrar as contradições no campo capitalista-imperialista.
E atenção que o Obama não tarda leva um tiro; a Mossad não perdoa…
Manuel Monteiro
é um prurido passageiro. Provoca comichão mas se não for coçado passa rapidamente.
Objectivamente para realistas-carlistas, ” alguem e parece” é nome de artista, se fosse “alguem e aparece” seria de prosélito.
Os sionistas de além mediterraneo oriental a insultar os da capital do império, é tão fofo… e bué da democrático.
O que é que o carlos tem contra o fascismo para além do preconceito? Dilucide. Não gosta da tocha da caverna do platoon nem da luz na pintura? Pugna pelo socialismo democrático?
Quem se mete com o ps, leva.
Ora vamos lá ver o ‘fascismo puro e duro’ de Israel: democracia parlamentar multi-partidária (até comunistas!), instituições estáveis, Justiça a punir políticos, sociedade civil forte, igualdade, liberdade, imprensa plural e fiscalizadora, academias de referência, segurança social…. Ó Vidal, não confere, pá!
Sim, Esloveno, tudo isso existe… só pra judeus,
não é verdade?
Sabe, na África do Sul também houve um tempo bom e democrático.
Lembra-se?
(Coisas passadas, coisas do passado.)
Heil Esloveno !
A entidade nazi-sionista é a ditadura mais abjecta do Médio Oriente, onde só votam 40% dos residentes de jure, os que pertecem a uma certa religião (o “povo eleito”), onde há 12.000 presos políticos, a maioria sem julgamento (em Cuba só há 200), onde as execuções sumárias de oposicionistas ao apartheid são às centenas, dentro e fotra do país. “Democracias” destas, livra.
Mas que seria de esperar de ladrões de terras racistas ?
“votam” o quê e onde? e com que finalidade?
votam os eleitores aptos de entre uma população de imigrantes caçados por todas as partes do mundo ao abrigo da famosa “lei da da naturalidade judaica” Quem se afirme judeu, russo, etíope ou argentino, etc… tem direito à nacionalidade e a um subsidio de instalação em Israel
Pouco antes do fim do mandato britânico eram 600 mil os judeus na Palestina, hoje ultrapassam os 5 milhões – é este o problema de facto que tem agravado o conflito desde sempre.
A solução só pode ser o repatriamento dos estrangeiros vindos ilegalmente para uma das zonas mais sobrepovoadas e sem recursos do planeta e a resolução do conflito pela criação de 1 Estado único multiétnico e de Jerusalem como cidade livre internacional património universal da Unesco em memória do holocauto palestiniano
Carlos,
Isso não é verdade. Os árabes israelitas (20% do eleitorado) também podem votar. O Hadash e a Ra’am são, inclusivamente, partidos maioritariamente árabes, representados no Knesset.
LR,
Um cidadão de segunda que vota é igual a um cidadão que não vota.
“Estado dos judeus”, tudo começa aqui: “estado judaico” e não (nunca) “estado dos cidadãos”. E isto não vale mesmo a pena repetir.
Insultos do dominador mini-me sionista ao escravo yankee são legião…Aquilo é uma relação sado-masoquista. Então não se lembram do ataque israelita ao barco Liberty em 1967 em plena guerra dos seis dias ?
O barco americano espião estava a acompanhar as transmissões dos beligerantes perto do Sinai. Nesse momento, 1000 prisioneiros egípcios estavam a ser executados sumariamente em El Arish (Ben Eliezer, depois ministro trabalhista, era um dos implicados).
Temendo testemunhas incómodas, foi ordenado o ataque naval e aéreo ao Liberty. Durou três horas e morreram 37 americanos. Foi o único ataque naval sofrido pelos americanos em toda a sua história que nunca foi investigado… O lóbi pencudo americano é ainda mais poderoso que a arma nuclear sionista…
Caríssimo Vidal, correctíssimo!!
Sem dúvida, coisa abominável essa do Estado Judaico. Salve-se (salvo seja) que é apenas o Estado, não que seja um porém por que Estado não é coisa pouca…imagine-se se fora a República, tudo o que é a República…bem sei, e não poupando a indignação, o que diria, meu caro Vidal.
Mas a verdade, caríssimo, é que há quem assim se veja e se qualifique com soberba e ignominia. Que dizer destes outros!?
Será apenas semântica de idolatria!?
estás a brincar, não?
deve ter sido coisa dos republicanos.